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Can-Am Outlander XT-P 1000 2019

Preço FIPE do ano-modelo 2019, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Outlander XT-P 1000 usada.

  • Quadriciclo
  • 976 cc
  • Gasolina
Can-Am Outlander XT-P 1000 2019
Imagem ilustrativa.

FIPE 2019

R$ 65.072

Moto
Can-Am Outlander XT-P 1000
Ano-modelo
2019
Geração
2015–2019

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 864021-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Can-Am Outlander XT-P 1000

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A Can-Am Outlander XT-P 1000 2019 em resumo

A Outlander XT-P 1000 2019, da Can-Am, é um quadriciclo de 976 cc. O ano-modelo 2019 faz parte da geração vendida de 2015 a 2019. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a Outlander XT-P 1000 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. Não há corrente: a força vai à roda por eixo cardã. Na frente, o freio é a disco.

Preço FIPE da Outlander XT-P 1000 2019

Pela FIPE de outubro de 2026, a Outlander XT-P 1000 ano 2019 está cotada em R$ 65.072. A do ano 2018 sai por R$ 60.228 (+8,0% de diferença).

Na comparação com as 13 motos quadriciclo 2019 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 9 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto quadriciclo

No quadriciclo, quatro rodas e guidão de moto se juntam num veículo pensado para terra, lama e trabalho pesado. Ele é muito usado no meio rural e em atividades de turismo e lazer, e há modelos simples e modelos com tração integral e guincho.

A documentação merece atenção especial: nem todo quadriciclo pode ser registrado para rodar na rua, e os que podem pedem habilitação da categoria B. Na mecânica de um usado, poeira e água são os maiores inimigos, então olhe com calma rolamentos, filtro de ar e conectores elétricos.

O que muda entre as Outlander 2019

Em 2019, a família Outlander tinha 8 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Outlander XT-P 1000 2019

Estas são as medidas que mais se procura para a Outlander XT-P 1000 2019. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Can-Am Outlander XT-P 1000 2019 usada: o que olhar

Uma moto 2019 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Transmissão automática (CVT). Na saída, a moto deve arrancar macia, sem trepidar nem dar tranco. Trepidação ao sair do zero costuma ser embreagem centrífuga ou campana gastas; ruído de raspagem ou chiado vindo da tampa da transmissão pode ser rolete, correia ou polia no fim. Pergunte quando a correia foi trocada e compare com o prazo do manual.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.

A manutenção que uma Outlander XT-P 1000 2019 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Outlander XT-P 1000 2019.

  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 7 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Outlander XT-P 1000 ainda for a original, numa moto de 7 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 7 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 7 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.

Outros anos da Outlander XT-P 1000

A Outlander XT-P 1000 foi vendida em 5 anos-modelo, de 2015 a 2019. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Outlander XT-P 1000 2019

Medidas e especificações
Cilindrada976 cc
CombustívelGasolina
Pneu dianteiro26x8-14
Pneu traseiro26x10-14
Óleo do motorSAE 5W-40 (XPS 4T sintético recomendado pela BRP)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Outlander XT-P 1000 2019

As peças desta moto são as da geração 2015–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Outlander XT-P 1000 2019 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Can-Am Outlander XT-P 1000 2019 vale R$ 65.072 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a Outlander XT-P 1000 2019?

Dianteiro 26x8-14 e traseiro 26x10-14.

Que óleo usar na Outlander XT-P 1000 2019?

A referência para o motor é SAE 5W-40 (XPS 4T sintético recomendado pela BRP). Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a Outlander XT-P 1000 2019?

A Outlander XT-P 1000 2019 tem 976 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Como fica o seguro de uma Outlander XT-P 1000 2019?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Vale a pena comprar uma Outlander XT-P 1000 2019 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2019 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.