Honda X-ADV 2018
Preço FIPE do ano-modelo 2018, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma X-ADV usada.
- Scooter
- 745 cc
- Gasolina
- 54,8 cv
- ABS
FIPE 2018
R$ 55.405
- Moto
- Honda X-ADV
- Ano-modelo
- 2018
- Geração
- 2017–2020
- Calibragem
- dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811149-9. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaComo é a X-ADV 2018
A X-ADV 2018, da Honda, é uma scooter de 745 cc. O ano-modelo 2018 faz parte da geração vendida de 2017 a 2020. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é automatizado de dupla embreagem (DCT). A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Em números, a potência é de 54,8 cv a 6.250 rpm; o torque, 6,93 kgf.m a 4.750 rpm; o peso, 228 kg (seco); o tanque leva 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L); o banco fica a 820 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 4,2 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A X-ADV 2018 na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda X-ADV 2018 vale R$ 55.405. A do ano 2017 sai por R$ 54.053 (+2,5% de diferença); a de 2019 custa R$ 58.307. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2027, R$ 98.400), a 2018 vale 44% menos, uma média de 6,2% por ano.
Na comparação com as 23 motos scooter 2018 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 22 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto scooter
A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.
As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.
Peças e medidas da X-ADV 2018
Estas são as medidas que mais se procura para a X-ADV 2018. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 120/70R17
- Pneu traseiro: 160/60R15
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único
O que conferir antes de comprar uma X-ADV 2018 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
Cuidados que acompanham uma moto 2018
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2018 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 8 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da X-ADV ainda for a original, numa moto de 8 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a X-ADV 2018.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
A X-ADV em outros anos
A X-ADV foi vendida em 11 anos-modelo, de 2017 a 2027. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da X-ADV 2018
| Cilindrada | 745 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 54,8 cv a 6.250 rpm conferido |
| Torque | 6,93 kgf.m a 4.750 rpm conferido |
| Peso | 228 kg (seco) conferido |
| Tanque | 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L) conferido |
| Altura do banco | 820 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70R17 |
| Pneu traseiro | 160/60R15 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automatizado de dupla embreagem (DCT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da X-ADV 2018
As peças desta moto são as da geração 2017–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da X-ADV 2018?
Na referência de outubro de 2026, a Honda X-ADV 2018 vale R$ 55.405 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a potência da X-ADV 2018?
Pela ficha do fabricante, 54,8 cv a 6.250 rpm, com torque de 6,93 kgf.m a 4.750 rpm.
Quantas cilindradas tem a X-ADV 2018?
A X-ADV 2018 tem 745 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a capacidade do tanque da X-ADV 2018?
O tanque da X-ADV 2018 leva 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L).
Quantas libras vai no pneu da X-ADV 2018?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a X-ADV 2018?
O peso informado pelo fabricante é 228 kg (seco).
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.