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Honda X-ADV 2019

Preço FIPE do ano-modelo 2019, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma X-ADV usada.

  • Scooter
  • 745 cc
  • Gasolina
  • 54,8 cv
  • ABS
Honda X-ADV 2019
Imagem ilustrativa.

FIPE 2019

R$ 58.307

Moto
Honda X-ADV
Ano-modelo
2019
Geração
2017–2020
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811149-9. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a X-ADV 2019

A Honda X-ADV 2019 é uma scooter de 745 cc. O ano-modelo 2019 faz parte da geração vendida de 2017 a 2020. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é automatizado de dupla embreagem (DCT). A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, a potência é de 54,8 cv a 6.250 rpm; o torque, 6,93 kgf.m a 4.750 rpm; o peso, 228 kg (seco); o tanque leva 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L); o banco fica a 820 mm do chão. Isso dá cerca de 4,2 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

A X-ADV 2019 na tabela FIPE

O preço médio da X-ADV 2019 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 58.307. A X-ADV 2018 fica em R$ 55.405 (+5,2% de diferença); a X-ADV 2020 está em R$ 63.584. Comparada com a 2027 (R$ 98.400), a moto de 2019 custa 41% a menos: em média, perdeu 6,3% de valor a cada ano.

Entre as 32 motos scooter ano 2019 com preço na FIPE, 31 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma scooter

A scooter troca a pegada esportiva pela praticidade. O banco é baixo, as pernas ficam protegidas pelo escudo frontal, há espaço para guardar objetos e a transmissão automática deixa o anda e para muito menos cansativo. Por isso conquista quem roda na cidade, quem vem do carro e quem quer uma moto fácil para dividir em casa.

As usadas pedem um olhar específico: carenagens com travas quebradas, ruídos na transmissão e trepidação na saída dizem muito sobre o uso. Nas versões elétricas, a saúde da bateria de tração é o que mais pesa.

Medidas de manutenção da X-ADV 2019

Estas são as medidas que mais se procura para a X-ADV 2019. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

X-ADV 2019 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma X-ADV, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.

Cuidados que acompanham uma moto 2019

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 7 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da X-ADV ainda for a original, numa moto de 7 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.

Todos os anos da X-ADV

A X-ADV foi vendida em 11 anos-modelo, de 2017 a 2027. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da X-ADV 2019

Medidas e especificações
Cilindrada745 cc
CombustívelGasolina
Potência54,8 cv a 6.250 rpm conferido
Torque6,93 kgf.m a 4.750 rpm conferido
Peso228 kg (seco) conferido
Tanque13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L) conferido
Altura do banco820 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único conferido
Pneu dianteiro120/70R17
Pneu traseiro160/60R15
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomatizado de dupla embreagem (DCT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolLED
LanternaLED
PiscasLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da X-ADV 2019

As peças desta moto são as da geração 2017–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a X-ADV 2019 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda X-ADV 2019 vale R$ 58.307 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a X-ADV 2019?

Dianteiro 120/70R17 e traseiro 160/60R15.

Qual a potência da X-ADV 2019?

Pela ficha do fabricante, 54,8 cv a 6.250 rpm, com torque de 6,93 kgf.m a 4.750 rpm.

Quanto pesa a X-ADV 2019?

O peso informado pelo fabricante é 228 kg (seco).

Quantos litros cabem no tanque da X-ADV 2019?

O tanque da X-ADV 2019 leva 13,1 litros (reserva de aprox. 2,1 L).

Quantas libras vai no pneu da X-ADV 2019?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 41 psi (manual: 250 / 280 kPa; 2,50 / 2,80 kgf/cm²), valor único. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.