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Bobina de pulso (sensor) da Piaggio Beverly 250 2004–2005

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a Beverly 250 desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

Beverly 250 2004–2005

Moto
Piaggio Beverly 250
Anos
2004 a 2005
Cilindrada
244 cc
Alimentação
Carburador
Partida
Elétrica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Piaggio Beverly 250

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bobina de pulso (sensor) para a Piaggio Beverly 250 2004–2005. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual bobina de pulso comprar para a Beverly 250 2004–2005

A bobina de pulso da Piaggio Beverly 250 2004–2005 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a Beverly 250 2004–2005; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Bobina de pulso: o sensor que marca o tempo da ignição

Para a faísca acontecer no momento certo, o sistema de ignição precisa saber, a cada volta, onde está o virabrequim. Quem informa isso é a bobina de pulso: um sensor fixo, com uma bobina e um ímã, colocado bem perto do rotor. A passagem de um ressalto do rotor em frente a ele gera um sinal elétrico curto, o pulso.

Nas motos carburadas, esse pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Nas injetadas, vai para a central, que usa o sinal para a ignição e também para a injeção de combustível. Em todos os casos, se o pulso some ou fica fraco, a moto falha ou deixa de pegar.

Como a bobina de pulso trabalha na Beverly 250

A Beverly 250 2004–2005 é uma scooter de 244 cc. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. A partida é elétrica, só no botão.

Em scooters e motonetas, a bobina de pulso costuma ficar atrás da tampa do gerador ou da ventoinha, do lado oposto ao câmbio automático. O acesso varia bastante; siga o manual de serviço e cuidado com as peças plásticas.

Com partida elétrica, bateria fraca deixa o giro de partida lento, e o pulso fica mais fraco. Antes de culpar a bobina de pulso por partida difícil, confira se a bateria e o motor de partida estão girando o motor com força normal.

Na Beverly 250, que é carburada, o pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Quando a moto fica sem faísca, a bobina de pulso e o CDI são medidos juntos, porque os sintomas de defeito em um e em outro são muito parecidos.

Quando desconfiar da bobina de pulso

Estes são os sintomas que mais levam à bobina de pulso. Nenhum deles, sozinho, prova o defeito: vela, cachimbo e conectores devem ser conferidos antes.

  • Motor gira e não pega. Partida sem nenhuma faísca pode ser a bobina de pulso sem sinal. É uma das peças a medir, junto com a bobina de ignição e o módulo, quando o motor gira e não dá sinal de vida.
  • Partida difícil. Se a moto custa a pegar na partida, mas anda bem depois, a bobina de pulso pode estar gerando um sinal no limite. A medição de tensão de pico durante a partida mostra isso.
  • Moto que apaga quente e volta fria. O motor funciona bem frio, apaga depois de rodar um tempo e só pega de novo quando esfria. É o sintoma mais típico de bobina de pulso com o enrolamento ou o isolamento no fim, que deixa de gerar sinal quando esquenta.
  • Conta-giros instável. Em muitas motos, o conta-giros recebe o sinal do módulo de ignição ou da central, que depende do pulso. Ponteiro pulando ou caindo a zero junto com falha do motor pode indicar sinal de pulso interrompido.
  • Falhas intermitentes. Cortes rápidos e aleatórios, como se a chave fosse desligada por um segundo, costumam vir de mau contato no circuito do pulso. Mexer no chicote com o motor ligado ajuda a localizar.

Bobina de pulso: o que olhar na compra

Na compra da bobina de pulso, o encaixe físico e o conector são só parte da história. Estes são os detalhes que fazem a peça funcionar.

  • Garantia e nota. Guarde nota e embalagem. Muitas lojas só aceitam devolução de peça elétrica em condições específicas, então confirme a aplicação antes de abrir o motor.
  • Diagnóstico confirmado. A bobina de pulso se mede com multímetro e, de forma mais precisa, com adaptador de tensão de pico. Os valores de referência estão no manual de serviço da moto.
  • Junta da tampa. Se a bobina de pulso fica atrás de uma tampa do motor, a troca exige junta nova. Compre junto para não ter que reaproveitar a antiga.
  • Formato e fixação. Compare o corpo do sensor, a posição dos furos e a altura da ponta com a peça velha. A distância entre o sensor e o ressalto do rotor depende disso.
  • Aplicação da moto. Compre pelo modelo e pelo ano. A bobina de pulso de outra moto pode até encaixar e não gerar o sinal que o seu módulo reconhece.

Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz

Antes de abrir a tampa, o diagnóstico precisa estar fechado. Depois, a troca segue esta ordem, com atenção à posição e à folga do sensor.

  1. Confirme a medição. Meça a bobina de pulso no conector, de preferência com o motor quente, e compare com o manual. Confira também a fiação até o módulo. Só abra o motor se a medição apontar para o sensor.
  2. Desligue a bateria. Bateria desligada e conector solto antes de mexer no motor. Isso evita curto e protege o módulo de ignição ou a central.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
  4. Marque e retire o sensor. Antes de soltar, marque a posição do sensor, principalmente se a base for regulável. Solte os parafusos, retire a borracha de passagem do fio e tire a bobina de pulso.
  5. Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
  6. Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
  7. Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
  8. Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.

Se a falha continuar com a bobina de pulso nova, o problema pode estar no CDI ou na central, na bobina de ignição ou na fiação entre eles. Um eletricista de moto com o manual de serviço mede cada parte e evita trocas em série.

O que protege a bobina de pulso

Estes cuidados protegem a bobina de pulso e o resto da ignição. Quase todos fazem parte da revisão normal da moto.

  • Conector limpo e seco. O sinal da bobina de pulso é fraco, e qualquer oxidação no conector atrapalha. Mantenha o plugue limpo, seco e bem encaixado.
  • Atenção à limalha. Limalha no óleo é aviso do motor. O ímã do sensor e do rotor junta essas partículas, e muita sujeira ali pede avaliação.
  • Evite superaquecimento. Motor que trabalha quente demais, por falta de óleo, mistura pobre ou problema de arrefecimento, acelera o envelhecimento da bobina de pulso. Resolver o superaquecimento protege a ignição toda.
  • Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.

O que não fazer com a bobina de pulso

A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.

  • Trocar sem medir. O sensor deve ser medido, de preferência quente, antes da troca. A medição custa pouco perto de uma tampa aberta sem necessidade.
  • Emendar o fio do sensor. Emenda malfeita no fio do sensor é falha garantida no futuro. Prefira a peça com o chicote original inteiro, sem emendas.
  • Reaproveitar a junta. Toda abertura de tampa pede junta nova. É barata e evita sujeira no motor, perda de óleo e uma segunda abertura.
  • Ignorar a folga. Instalar a bobina de pulso sem conferir a folga indicada pode deixar a moto falhando ou danificar o sensor novo.

A bobina de pulso nos outros anos da Beverly 250

No catálogo, a Beverly 250 aparece em 2 gerações, somando 1 versão entre 2004 e 2009. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar a bobina de pulso de uma Beverly 250 2006–2009, compare o código ou a peça física.

A Beverly 250 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Piaggio Beverly 250 dos anos 2004–2005 vai de R$ 8.103 (2004) a R$ 8.306 (2005). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da Beverly 250

VersãoAnos
Beverly 250 2006–2009
Beverly 250 (esta página) 2004–2005

Outras peças da Beverly 250 2004–2005

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Piaggio Beverly 250 2004–2005

Perguntas frequentes

A bobina de pulso de outra moto serve na Beverly 250?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Beverly 250 2004–2005. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Precisa abrir o motor para trocar a bobina de pulso?

Na maioria das motos, sim: o sensor fica atrás de uma tampa lateral, junto ao rotor, e a troca envolve óleo e junta nova. Em algumas, ele fica do lado de fora da carcaça e o acesso é mais simples. O manual de serviço mostra o caso da sua moto.

A bobina de pulso vem junto com o estator?

Não necessariamente. Se o estator está bom, basta trocar a bobina de pulso. Se os dois mostram problema, a troca do conjunto pode valer a pena, já que o motor vai ser aberto de qualquer jeito.

Bobina de pulso de outra moto serve?

Não é recomendável sem conferir. Sensor de outro modelo pode encaixar e não funcionar direito, deixando a moto fraca ou falhando. Compre pela aplicação da sua moto e compare com a peça velha.

Moto desliga quando esquenta: qual a causa?

Muitas vezes, sim. A bobina de pulso com isolamento cansado deixa de gerar sinal quando esquenta. Mas confirme com medição quente antes de abrir a tampa, porque CDI e bobina de ignição fazem o mesmo.

Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos