Bobina de pulso (sensor) da Piaggio Beverly 250 2006–2009
O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a Beverly 250 desses anos, e onde encontrar.
Bobina de pulso (sensor) que serve
Beverly 250 2006–2009
- Moto
- Piaggio Beverly 250
- Anos
- 2006 a 2009
- Cilindrada
- 244 cc
- Alimentação
- Injeção eletrônica
- Partida
- Elétrica
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Piaggio Beverly 250
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Anunciar nesta páginaQual bobina de pulso serve na Beverly 250 2006–2009
A bobina de pulso da Piaggio Beverly 250 2006–2009 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Beverly 250 e os anos 2006–2009), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
Bobina de pulso: o sensor que marca o tempo da ignição
A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.
Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.
Como a bobina de pulso trabalha na Beverly 250
Para entender a bobina de pulso desta moto, vale olhar a ficha: a Beverly 250 é uma scooter de 244 cc. Com injeção eletrônica, a Beverly 250 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida.
Na Beverly 250, com injeção eletrônica, a bobina de pulso funciona como sensor de posição do virabrequim e manda o sinal para a central. Sem esse sinal, a central não comanda nem a faísca nem a injeção, e o motor não pega. A leitura de falhas com equipamento de diagnóstico ajuda a confirmar o defeito.
Com partida elétrica, bateria fraca deixa o giro de partida lento, e o pulso fica mais fraco. Antes de culpar a bobina de pulso por partida difícil, confira se a bateria e o motor de partida estão girando o motor com força normal.
Em scooters e motonetas, a bobina de pulso costuma ficar atrás da tampa do gerador ou da ventoinha, do lado oposto ao câmbio automático. O acesso varia bastante; siga o manual de serviço e cuidado com as peças plásticas.
Quando desconfiar da bobina de pulso
Quando a bobina de pulso começa a falhar, a moto costuma dar avisos bem característicos, principalmente com o motor quente. Veja os mais comuns.
- Falhas intermitentes. A moto corta, falha e volta sem padrão claro, às vezes em buracos. Fio da bobina de pulso danificado, conector oxidado ou sensor solto podem interromper o sinal por instantes.
- Partida difícil. A moto demora para pegar e, quando pega, funciona normal. Com o motor girando devagar na partida, um sensor fraco gera pulso fraco demais para o módulo reconhecer.
- Limalha grudada no sensor. O sensor tem ímã e atrai partículas metálicas do óleo ou do motor. Limalha acumulada na ponta pode atrapalhar o sinal. Muita limalha também indica desgaste interno que merece atenção.
- Conta-giros instável. Em muitas motos, o conta-giros recebe o sinal do módulo de ignição ou da central, que depende do pulso. Ponteiro pulando ou caindo a zero junto com falha do motor pode indicar sinal de pulso interrompido.
Bobina de pulso: o que olhar na compra
Na compra da bobina de pulso, o encaixe físico e o conector são só parte da história. Estes são os detalhes que fazem a peça funcionar.
- Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
- Garantia e nota. Guarde nota e embalagem. Muitas lojas só aceitam devolução de peça elétrica em condições específicas, então confirme a aplicação antes de abrir o motor.
- Diagnóstico confirmado. Peça para medir a resistência da bobina de pulso e, se possível, a tensão de pico gerada na partida, comparando com o manual de serviço. Sem isso, a troca é um chute.
- Original ou reposição. Bobina de pulso de qualidade ruim pode funcionar fria e falhar quente, exatamente o defeito que você queria resolver. Prefira procedência conhecida, com nota e garantia.
Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz
Na maioria das motos, a bobina de pulso fica atrás de uma tampa lateral do motor, junto ao rotor. A troca envolve óleo, junta e às vezes ajuste de folga, e por isso é serviço de oficina para quem não tem experiência.
- Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
- Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
- Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
- Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
- Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
- Instale na posição e na folga certas. Posicione a bobina de pulso como a original e, quando houver especificação, ajuste a folga até o rotor. Folga grande demais enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar.
- Acomode o fio e feche. Passe o fio pelo mesmo caminho, assente a borracha de passagem com o vedante indicado, se houver, e feche a tampa com junta nova, apertando em cruz. Complete o óleo.
- Teste com o motor quente. Religue tudo, dê a partida e deixe o motor aquecer bem. Faça uma volta e confira se a falha que aparecia quente desapareceu. Verifique também vazamentos na tampa.
Na moto injetada, depois da troca, apague os códigos de falha com equipamento de diagnóstico e confira se não voltam. Guarde a nota fiscal: peça eletrônica costuma ter garantia condicionada à instalação correta.
O que protege a bobina de pulso
Não há manutenção direta na bobina de pulso, mas o jeito como a moto é cuidada pesa na vida dela. Veja o que ajuda.
- Conector limpo e seco. O sinal da bobina de pulso é fraco, e qualquer oxidação no conector atrapalha. Mantenha o plugue limpo, seco e bem encaixado.
- Fiação bem presa. Depois de qualquer serviço no motor, confira se o chicote da bobina de pulso voltou para as presilhas. Fio encostado no escapamento derrete.
- Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.
O que não fazer com a bobina de pulso
Antes de comprar ou instalar a bobina de pulso, evite estes tropeços que aparecem bastante na oficina.
- Montar fora da posição. Em algumas motos, a posição do sensor ou da base define o ponto de ignição. Montar fora da marca deixa o motor adiantado ou atrasado, com perda de força e risco de dano.
- Ignorar a folga. Quando o manual especifica folga entre sensor e rotor, ela precisa ser respeitada. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode fazer o rotor encostar no sensor.
- Trocar sem medir. Apagar quente pode ser bobina de pulso, CDI, bobina de ignição ou fiação. Abrir o motor para trocar o sensor sem medir é arriscar o serviço à toa.
Serve em outro ano da Beverly 250?
A família Beverly 250 reúne 1 versão e 2 gerações no catálogo, de 2004 a 2009. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas a bobina de pulso pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão Beverly 250 2004–2005.
A Beverly 250 na tabela FIPE
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Beverly 250 nesta geração ficam entre R$ 12.564 e R$ 16.985. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2009 | R$ 16.985 |
| 2008 | R$ 16.110 |
| 2007 | R$ 12.564 |
Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da Beverly 250
| Versão | Anos |
|---|---|
| Beverly 250 (esta página) | 2006–2009 |
| Beverly 250 | 2004–2005 |
Outras peças da Beverly 250 2006–2009
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na Beverly 250?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Beverly 250 2006–2009. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
A troca da bobina de pulso é difícil?
Depende da moto, mas em geral é preciso abrir a tampa do rotor. Para quem não tem experiência, é serviço de oficina, porque exige junta nova, posição correta e, às vezes, ajuste de folga.
É perigoso andar com a moto apagando sozinha?
É perigoso, sim. O motor pode apagar numa ultrapassagem ou num cruzamento. Enquanto o problema não for resolvido, o melhor é não usar a moto e levá-la à oficina para diagnóstico.
Bobina de pulso e sensor de rotação são a mesma coisa?
Sim, em geral é o mesmo tipo de sensor, montado perto do rotor. O nome muda conforme a moto e o manual, mas o papel é avisar o módulo ou a central sobre a posição do motor.
A folga da bobina de pulso importa?
Importa. Em motos em que o manual especifica folga entre o sensor e o ressalto do rotor, ela deve ser conferida com calibre de lâminas. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar e danificar a peça.
Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos