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Correia CVT da Piaggio Beverly Sport Touring 350 i.e. 2013–2014

O que define a correia cvt certa para a Beverly Sport Touring 350 i.e. desses anos, e onde encontrar.

Correia CVT que serve

Beverly Sport Touring 350 i.e. 2013–2014

Moto
Piaggio Beverly Sport Touring 350 i.e.
Anos
2013 a 2014
Câmbio
Automático (CVT)
Transmissão final
Correia

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com correia cvt para a Piaggio Beverly Sport Touring 350 i.e.

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Qual correia CVT serve na Beverly Sport Touring 350 i.e. 2013–2014

Para a correia CVT, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a Beverly Sport Touring 350 i.e. e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2013–2014), e termina na comparação com a peça antiga.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Beverly Sport Touring 350 i.e. e os anos 2013–2014), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Como a correia trabalha na transmissão da Beverly Sport Touring 350 i.e.

Na transmissão CVT, a força do motor passa por uma correia de borracha que liga duas polias: o variador, na frente, preso ao virabrequim, e a polia movida, atrás, ligada à embreagem centrífuga e à roda. Cada polia tem duas faces em forma de V, e a correia corre entre elas.

As faces abrem e fecham conforme a rotação e a carga. Quando a correia sobe no variador e desce na polia de trás, a relação alonga; quando faz o contrário, encurta. É assim que a moto sai forte e ganha velocidade sem troca de marchas. A correia é a peça que aguenta tudo isso, apertada pelas laterais o tempo todo.

A correia CVT na Beverly Sport Touring 350 i.e.: o que a ficha diz

Para entender a correia CVT desta moto, vale olhar a ficha: a Beverly Sport Touring 350 i.e. é uma scooter de 330 cc. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. Em vez de corrente, a Beverly Sport Touring 350 i.e. usa correia dentada até a roda traseira.

Em scooters como a Beverly Sport Touring 350 i.e., a correia é responsável por toda a tração. Correia em dia significa moto saindo bem e sem risco de ficar parada na rua.

Na Beverly Sport Touring 350 i.e., com injeção eletrônica, perda de desempenho acompanhada de luz de injeção acesa no painel aponta para o motor, e não para a correia. Sem luz e com motor girando alto, a CVT é a principal suspeita.

Em scooters maiores como a Beverly Sport Touring 350 i.e., correia que parte em estrada é um problema sério. Respeite o prazo de troca do manual, sobretudo se a moto roda muito em viagem.

Sinais de que a correia CVT da Beverly Sport Touring 350 i.e. está no fim

Estes são os sinais mais comuns de correia CVT gasta. Se a moto mostra mais de um, peça a inspeção da transmissão.

  • Motor gira e a moto não acompanha. Você acelera, a rotação sobe, mas a velocidade vem devagar. A correia está patinando nas polias, por desgaste, vitrificação ou contaminação com óleo ou graxa.
  • Trincas nos dentes. Dobre levemente a correia e olhe a base dos dentes. Rachaduras ali mostram que a borracha está cansada. Correia trincada pode partir sem aviso.
  • Cheiro de borracha queimada. Odor de borracha queimada perto da CVT é aviso de patinação. Se aparece em uso normal, a correia ou a embreagem estão no fim.
  • Moto acelera e não anda. Se a moto de repente parou de andar com o motor funcionando normalmente, a correia pode ter partido. Desligue e procure a oficina, de preferência sem rodar.
  • Largura abaixo do limite. A medição da largura é o teste mais objetivo do desgaste. Se a correia está no limite do manual, a troca vale mesmo que ela pareça inteira.

O que conferir antes de comprar a correia CVT

Na loja, informe modelo, ano e, se possível, o código impresso na correia velha ou o código da peça original. Estes são os pontos que um bom balconista confere.

  • Junta e filtro da CVT. Junta da tampa e filtro da transmissão, quando existem, completam o serviço. São itens baratos que ajudam a correia nova a trabalhar fria e limpa.
  • Correia original ou de reposição. Existem correias originais e de reposição de vários fabricantes. O importante é que tenham a mesma especificação da original e boa procedência. Desconfie de preços muito abaixo do normal.
  • Código impresso na correia. Anote o que vem escrito na correia velha antes de jogá-la fora. Com esse código, a loja cruza as tabelas dos fabricantes e encontra a correia certa.
  • Data e armazenamento. Borracha envelhece mesmo parada. Correia guardada por muito tempo ou exposta a sol e calor pode chegar ressecada. Prefira peças de estoque recente, bem embaladas.
  • Nota fiscal e garantia. Exija nota fiscal. Se a correia apresentar defeito cedo, a loja ou o fabricante vão pedir comprovante e informações sobre a instalação.

Trocando a correia da CVT: o que a oficina faz

O serviço é comum nas oficinas de moto automática, mas tem pontos críticos: travar o variador do jeito certo, não sujar a correia nova e apertar a porca no torque com a correia na posição correta.

  1. Abra a caixa da CVT. Com a moto fria e apoiada, retire o que estiver na frente da tampa, como pedal de partida, duto de ar ou carenagem. Solte os parafusos da tampa em cruz e guarde-os em ordem.
  2. Avalie a correia velha. Olhe a correia montada e depois fora: largura, trincas, brilho nas laterais. Desgaste irregular pode indicar polia com defeito, que precisa ser resolvida junto.
  3. Solte o variador. Trave o variador com o suporte adequado, nunca com chave de fenda nas aletas. Solte a porca e retire a face fixa para liberar a correia.
  4. Libere a polia de trás. Na polia movida, a mola mantém as faces fechadas. Conforme o modelo, a correia sai abrindo as faces com a mão, ou é preciso retirar o conjunto da embreagem com ferramenta própria.
  5. Limpe e inspecione as polias. As faces onde a correia encosta precisam estar limpas e secas. O mecânico aproveita para olhar roletes, bucha do variador, mola e sapatas da embreagem.
  6. Monte a correia nova. Coloque a correia sem graxa nem óleo nas mãos. Se ela tiver indicação de sentido, siga. Na polia de trás, ela deve ficar no ponto mais baixo para sobrar folga na frente.
  7. Feche o variador sem prender a correia. Com a correia folgada na frente, monte a face fixa e a porca. A correia não pode ficar presa entre as faces do variador; se ficar, o aperto será falso.
  8. Aperte no torque e assente a correia. Trave o variador e aperte a porca no torque especificado pelo fabricante. Gire o conjunto com a mão algumas voltas para a correia subir nas polias e assentar.
  9. Feche a tampa e teste. Monte a tampa e o que foi retirado, ligue a moto e faça um teste curto. A saída deve ser suave e o motor não deve girar alto demais para a velocidade.

Peça para ver a correia velha e pergunte a largura medida. Saber como ela chegou ao fim ajuda a planejar a próxima troca. Guarde as notas da peça e do serviço.

O que não fazer na troca da correia CVT

Antes de trocar a correia, veja os erros que mais aparecem nas oficinas de moto automática.

  • Montar com as mãos sujas. Graxa ou óleo nas mãos passam para a correia e para as faces das polias. A correia nova já começa patinando. Limpe as mãos e as polias antes de montar.
  • Ignorar o sentido de montagem. Algumas correias trazem seta indicando o sentido de giro. Montar ao contrário pode reduzir a vida da peça. Se houver indicação, siga.
  • Prender a correia no variador. Correia presa na frente dá aperto falso na porca do variador. O conjunto parece montado, mas trabalha fora do lugar e pode se soltar.
  • Forçar a correia com ferramentas. Alavanca na correia danifica a estrutura interna, mesmo que o corte não apareça. A montagem certa é feita com as mãos e as ferramentas próprias da polia.

Cuidados que aumentam a vida da correia

A correia sofre com calor, sujeira e trancos. Alguns cuidados simples reduzem os três e fazem ela durar mais.

  • Evite alagamentos. Passar em alagamento pode encher a caixa da CVT de água. Depois disso, a correia patina e o desgaste acelera. Uma revisão é prudente.
  • Respeite o limite de carga. Excesso de peso, garupa e bagagem pesada aumentam a tração na correia, principalmente em subidas. Siga o limite de carga do manual.
  • Ventilação e filtro em dia. Muitas CVTs têm entrada de ar ou filtro para resfriar a correia. Se a sua tiver, mantenha limpo conforme o manual. Correia que trabalha quente envelhece mais rápido.
  • Acelere com progressividade. Saídas com o acelerador todo aberto, toda hora, colocam o máximo de tração na correia e esquentam as polias. Acelerar de forma progressiva poupa a correia e a embreagem.

A Beverly Sport Touring 350 i.e. na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Piaggio Beverly Sport Touring 350 i.e. dos anos 2013–2014 vai de R$ 29.090 (2013) a R$ 33.682 (2014). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

Outras peças da Beverly Sport Touring 350 i.e. 2013–2014

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Piaggio Beverly Sport Touring 350 i.e. 2013–2014

Perguntas frequentes

Posso usar a correia CVT de outro modelo na Beverly Sport Touring 350 i.e.?

Em geral, não sem conferir. A correia CVT é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Trepidação na arrancada é da correia?

Trepidação na saída costuma vir da embreagem centrífuga: sapatas gastas ou vitrificadas, campana marcada ou suja. Correia mal assentada também pode contribuir. Se começou depois da troca, peça para conferir a montagem e a embreagem.

De quanto em quanto tempo troca a correia da CVT?

Siga o prazo do manual da sua moto, que indica inspeção e troca. Além disso, troque sempre que a largura estiver abaixo do limite, houver trincas nos dentes ou desgaste irregular. Não espere a correia arrebentar.

Correia reforçada vale a pena?

Só se tiver exatamente a mesma medida e a mesma aplicação. O que mais faz a correia durar é a manutenção certa, as polias em bom estado e o uso suave, e não o tipo da correia.

Correia CVT durando pouco: o que pode ser?

Correia que gasta rápido é sintoma, não causa. Polias marcadas, contaminação com óleo, calor excessivo e peça fora da aplicação são os suspeitos. Trocar só a correia de novo não resolve.

Correia CVT de moto: guia geral e lista de motos