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Lona (sapata) de freio da Suzuki Burgman AN 125 2006–2010

O que define a lona (sapata) de freio certa para a Burgman AN 125 desses anos, e onde encontrar.

Lona (sapata) de freio que serve

Burgman AN 125 2006–2010

Moto
Suzuki Burgman AN 125
Anos
2006 a 2010
Freio dianteiro
Disco
Freio traseiro
Tambor
ABS
Não
Freio combinado (CBS)
Não

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com lona (sapata) de freio para a Suzuki Burgman AN 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura lona (sapata) de freio para a Suzuki Burgman AN 125 2006–2010. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual lona de freio serve na Burgman AN 125 2006–2010

A lona de freio da Suzuki Burgman AN 125 2006–2010 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Burgman AN 125 e os anos 2006–2010), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Como a lona trabalha no freio a tambor da Burgman AN 125

No freio a tambor, a frenagem acontece por dentro da roda. O cubo tem uma parte oca, o tambor, e dentro dele ficam duas sapatas em forma de meia-lua, cobertas por uma camada de material de atrito: a lona. Quando você aciona o pedal ou o manete, uma peça chamada came gira e abre as sapatas, que encostam na parede interna do tambor e seguram a roda.

Quando você solta o comando, molas puxam as sapatas de volta. A lona é a parte que se gasta, e por isso é a peça de troca desse tipo de freio. O tambor também gasta, mas bem mais devagar.

Como a lona de freio trabalha na Burgman AN 125

A Burgman AN 125 2006–2010 é uma scooter de 124 cc. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a tambor.

Na Burgman AN 125, o freio traseiro é a tambor, acionado pelo pedal por meio de uma vareta ou, nas scooters, pelo manete esquerdo, por cabo. A regulagem é feita pela porca na ponta da vareta ou pelo regulador do cabo, e a folga do comando deve seguir o manual.

Na Burgman AN 125, rodando muito no trânsito, o freio a tambor pede regulagem frequente. Quem usa a moto para trabalhar deve incluir a verificação na rotina da semana.

Na Burgman AN 125, a frente tem freio a disco e a traseira, tambor. Como o disco faz a maior parte da frenagem, a lona traseira costuma durar bastante. Mesmo assim, ela precisa de regulagem e de avaliação periódica.

Como saber se a lona de freio precisa de troca

A lona gasta devagar, e a gente se acostuma com o freio piorando aos poucos. Estes sinais ajudam a perceber a hora da troca.

  • Freio que pulsa ou trepida. Se o pedal ou o manete pulsa na frenagem, como se a roda "pegasse e soltasse", o tambor pode estar ovalizado ou a lona gasta de forma irregular. A avaliação é feita com a roda desmontada.
  • Freio agarrando ou arrastando. Se a roda não gira livre com o comando solto, algo está prendendo. Pode ser regulagem, came ou mola. Freio arrastando gasta lona e esquenta o cubo.
  • Rangido ou barulho metálico. Ruído de metal raspando dentro da roda é aviso sério. Lona solta ou acabada danifica o tambor, que é parte do cubo e custa bem mais caro.
  • Freio fraco. A moto demora mais para parar com a mesma força no comando. Lona gasta, vitrificada ou contaminada perde atrito. Tambor gasto ou ovalizado também reduz a frenagem, por isso vale avaliar o conjunto.

Como escolher a lona certa para a Burgman AN 125

Estes são os pontos que fazem a diferença na hora de comprar o jogo de lonas.

  • Material bem colado e sem defeito. Antes de montar, olhe a lona: ela deve estar bem colada na sapata, sem trincas, bolhas, lascas ou pontas soltas. Lona que começa a descolar não dá frenagem confiável.
  • Came e alavanca em bom estado. Came gasto, com folga no espelho, ou alavanca com estrias comidas fazem o freio perder força mesmo com lona nova. Se a oficina apontar desgaste nessas peças, considere trocar junto.
  • Molas de retorno. Veja se o jogo vem com molas. Mola esticada, enferrujada ou fraca deixa a lona arrastando no tambor. Se as antigas estiverem ruins, compre novas junto.
  • Aplicação: modelo, ano e posição. Informe o modelo, o ano e se o freio é dianteiro ou traseiro. Em motos com tambor nas duas rodas, as lonas da frente e de trás podem ser diferentes. O código da peça original ajuda a acertar.

O que acontece na troca das lonas

A troca da lona é simples para o mecânico, mas tem pontos que não podem ser esquecidos, como a limpeza do tambor, a lubrificação do came e a regulagem final. Estes são os passos.

  1. Solte o comando e tire a roda. A roda sai depois de soltar o comando do freio, a fixação do espelho e o eixo. Fotografe a posição das peças antes de desmontar.
  2. Retire o espelho do freio. Puxe o espelho do freio para fora do tambor. Lonas, molas e came ficam presos nele. Anote como as molas estavam montadas.
  3. Remova as sapatas velhas. As sapatas saem abrindo-as em forma de V, com as molas ainda presas, ou soltando as molas primeiro, conforme o modelo. Cuidado com os dedos: as molas têm tensão.
  4. Limpe e avalie o tambor. O pó do freio não deve ser soprado nem inalado. Limpe o tambor, procure sulcos e marcas de calor e meça se ainda está dentro do limite.
  5. Lubrifique o came com moderação. O came precisa girar livre, por isso leva um pouco de graxa no eixo e nos pontos de contato indicados pelo fabricante. Pouca quantidade, longe da lona.
  6. Monte as sapatas novas. Prenda as molas nas sapatas novas e encaixe o conjunto no came e no pino de ancoragem. As sapatas devem ficar assentadas por igual. Não toque a lona com mãos engorduradas.
  7. Recoloque a alavanca nas marcas. Se a alavanca do came foi retirada, ela volta na posição original, alinhando as marcas da alavanca e do came. Fora da posição, o freio perde força ou fica com curso errado.
  8. Monte a roda e fixe o espelho. Recoloque o espelho no tambor e a roda na moto, com espaçadores na ordem certa. A fixação do espelho, seja pela haste na balança ou pelo encaixe no garfo, precisa ficar firme e travada: é ela que segura o esforço da frenagem.
  9. Regule e teste. Ligue a vareta ou o cabo e regule a folga do pedal ou do manete como indica o manual. Gire a roda: ela deve rodar livre com o comando solto e travar firme quando acionado. Faça um teste em baixa velocidade.

Freio é peça de segurança. Se você não tem experiência com molas, came e regulagem, deixe a troca com a oficina e teste a moto com calma antes de voltar ao trânsito.

Lona de freio no dia a dia

O freio a tambor é durável e pede pouca coisa. Regulagem em dia e uso equilibrado dos freios fazem a lona render.

  • Cabo e vareta em ordem. Cabo de freio ressecado ou desfiado e vareta torta ou com articulações secas prejudicam a frenagem e a volta do freio. Lubrifique o cabo e as articulações e troque o que estiver danificado.
  • Regulagem dentro do manual. Verifique a folga do comando com frequência e ajuste pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo. Depois de regular, a roda precisa girar livre.
  • Cuidado com água e lavagem. Evite jato forte de água na direção do cubo. Depois de lavar a moto ou atravessar água, freie de leve algumas vezes para secar a lona antes de precisar de uma frenagem forte.

O que não fazer no freio a tambor

No freio a tambor, os erros mais comuns vêm de regulagem e de montagem. Estes são os mais vistos nas oficinas.

  • Soprar o pó com ar comprimido. O pó de lona não deve ser espalhado no ar nem respirado. Limpe o tambor com pano úmido ou produto de limpeza de freio, protegendo nariz e boca.
  • Compensar lona gasta só com regulagem. Regular é manutenção; regular para sempre é adiar a troca. Lona no fim não freia direito, por mais que se ajuste a vareta ou o cabo.
  • Graxa demais no came. Excesso de graxa no came e no pino de ancoragem escorre com o calor e chega à lona. O resultado é freio fraco e lona que precisa ser trocada de novo.

Quanto vale a Burgman AN 125 2006–2010

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Burgman AN 125 nesta geração ficam entre R$ 5.069 e R$ 6.896. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.

AnoFIPE
2010R$ 6.896
2009R$ 6.723
2008R$ 6.549
2007R$ 6.379
2006R$ 5.069

Outras peças da Burgman AN 125 2006–2010

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Suzuki Burgman AN 125 2006–2010

Perguntas frequentes

A lona de freio de outra moto serve na Burgman AN 125?

Em geral, não sem conferir. A lona de freio é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Posso trocar a lona em casa?

Quem tem prática, ferramentas e o manual consegue, mas é serviço de freio. Molas mal montadas, alavanca fora das marcas ou espelho sem fixação podem causar acidente. Sem experiência, deixe com a oficina.

Freio traseiro fraco, o que pode ser?

As causas mais comuns são lona gasta, regulagem fora da folga, lona contaminada por graxa ou óleo, tambor gasto ou ovalizado e came seco ou gasto. Água no tambor também enfraquece o freio por alguns instantes.

Lona nova em tambor velho funciona?

Só se o tambor estiver fora do limite, ovalizado ou muito riscado. Em muitos cubos o diâmetro máximo vem gravado, e o manual também informa. Tambor bom pode receber lona nova sem problema.

Freio agarrando, o que pode ser?

Pode ser regulagem, came, mola ou cabo. Não rode assim por muito tempo: o tambor esquenta, a lona gasta rápido e a roda pode ficar presa. Leve para a oficina avaliar.

Lona (sapata) de freio de moto: guia geral e lista de motos