Bobina de pulso (sensor) da Vespa GTS Super Tech 300 2024–2025
O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a GTS Super Tech 300 desses anos, e onde encontrar.
Bobina de pulso (sensor) que serve
GTS Super Tech 300 2024–2025
- Moto
- Vespa GTS Super Tech 300
- Anos
- 2024 a 2025
- Cilindrada
- 278 cc
- Alimentação
- Injeção eletrônica
- Partida
- Elétrica
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Vespa GTS Super Tech 300
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bobina de pulso (sensor) para a Vespa GTS Super Tech 300 2024–2025. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaQual bobina de pulso serve na GTS Super Tech 300 2024–2025
Não há uma "medida" que resolva a bobina de pulso: ela é desenhada para a GTS Super Tech 300. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a GTS Super Tech 300 2024–2025; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
O trabalho da bobina de pulso na GTS Super Tech 300
Para a faísca acontecer no momento certo, o sistema de ignição precisa saber, a cada volta, onde está o virabrequim. Quem informa isso é a bobina de pulso: um sensor fixo, com uma bobina e um ímã, colocado bem perto do rotor. A passagem de um ressalto do rotor em frente a ele gera um sinal elétrico curto, o pulso.
Nas motos carburadas, esse pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Nas injetadas, vai para a central, que usa o sinal para a ignição e também para a injeção de combustível. Em todos os casos, se o pulso some ou fica fraco, a moto falha ou deixa de pegar.
A bobina de pulso na GTS Super Tech 300: o que a ficha diz
Na ficha, a GTS Super Tech 300 2024–2025 aparece como uma scooter de 278 cc. Com injeção eletrônica, a GTS Super Tech 300 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.
Em scooters e motonetas, a bobina de pulso costuma ficar atrás da tampa do gerador ou da ventoinha, do lado oposto ao câmbio automático. O acesso varia bastante; siga o manual de serviço e cuidado com as peças plásticas.
Em moto injetada, o sinal da bobina de pulso é usado para calcular rotação, ponto de ignição e tempo de injeção. Na GTS Super Tech 300, falha no sensor costuma acender a luz de injeção e pode fazer a moto apagar sem aviso.
Na GTS Super Tech 300, giro de partida arrastado pode gerar pulso insuficiente para o módulo. Bateria em ordem é o primeiro passo antes de medir o sensor.
Sinais de que a bobina de pulso da GTS Super Tech 300 está com defeito
Estes são os sintomas que mais levam à bobina de pulso. Nenhum deles, sozinho, prova o defeito: vela, cachimbo e conectores devem ser conferidos antes.
- Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
- Fio ressecado ou rompido. O fio da bobina de pulso passa perto do motor e pode ressecar com o calor, rachar ou ser cortado por raspagem. Fio danificado deixa o sinal falhar ou entrar em curto com a massa.
- Luz de injeção acesa. Com injeção eletrônica, a central monitora o sinal do sensor. Se ele some ou fica irregular, a luz de injeção acende e a moto pode apagar. Leve para leitura de falhas antes de trocar peça.
- Falhas intermitentes. Cortes rápidos e aleatórios, como se a chave fosse desligada por um segundo, costumam vir de mau contato no circuito do pulso. Mexer no chicote com o motor ligado ajuda a localizar.
- Conta-giros instável. Em muitas motos, o conta-giros recebe o sinal do módulo de ignição ou da central, que depende do pulso. Ponteiro pulando ou caindo a zero junto com falha do motor pode indicar sinal de pulso interrompido.
O que conferir antes de comprar a bobina de pulso
A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.
- Formato e fixação. Compare o corpo do sensor, a posição dos furos e a altura da ponta com a peça velha. A distância entre o sensor e o ressalto do rotor depende disso.
- Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
- Garantia e nota. Peça eletrônica nem sempre tem troca fácil. Pergunte as condições de garantia antes de comprar e guarde a nota fiscal.
- Avulsa ou junto com o estator. Em muitas motos, a bobina de pulso fica na mesma base do estator. Algumas peças de reposição vêm com as duas coisas juntas; outras vendem separado. Veja se faz sentido trocar as duas.
- Fio, borracha e conector. Confira o comprimento do fio, a borracha de passagem pela tampa e o conector. Em muitas motos, o fio da bobina de pulso sai junto com o do estator, pela mesma borracha.
Troca da bobina de pulso passo a passo
A peça é pequena, mas o acesso exige abrir o motor em muitas motos. A sequência abaixo mostra o que deve ser feito, com os detalhes do manual de serviço.
- Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
- Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
- Prepare o óleo e abra a tampa. Em muitas motos, abrir a tampa do rotor exige drenar o óleo. Retire com firmeza, sem alavancar na superfície da junta, para não marcar a vedação.
- Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
- Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
- Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
- Acomode o fio e feche. Passe o fio pelo mesmo caminho, assente a borracha de passagem com o vedante indicado, se houver, e feche a tampa com junta nova, apertando em cruz. Complete o óleo.
- Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.
Na moto injetada, depois da troca, apague os códigos de falha com equipamento de diagnóstico e confira se não voltam. Guarde a nota fiscal: peça eletrônica costuma ter garantia condicionada à instalação correta.
O que protege a bobina de pulso
Não há manutenção direta na bobina de pulso, mas o jeito como a moto é cuidada pesa na vida dela. Veja o que ajuda.
- Atenção à limalha. Na troca de óleo ou na abertura da tampa, repare se há muito resíduo metálico. Além de grudar no sensor, ele indica desgaste interno que precisa ser investigado.
- Investigue falhas cedo. Moto que começa a apagar quente de vez em quando tende a piorar. Medir a bobina de pulso logo no começo evita ficar parado no trânsito.
- Evite superaquecimento. Motor que trabalha quente demais, por falta de óleo, mistura pobre ou problema de arrefecimento, acelera o envelhecimento da bobina de pulso. Resolver o superaquecimento protege a ignição toda.
- Conector limpo e seco. O sinal da bobina de pulso é fraco, e qualquer oxidação no conector atrapalha. Mantenha o plugue limpo, seco e bem encaixado.
O que não fazer com a bobina de pulso
A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.
- Emendar o fio do sensor. Emenda malfeita no fio do sensor é falha garantida no futuro. Prefira a peça com o chicote original inteiro, sem emendas.
- Ignorar a folga. Quando o manual especifica folga entre sensor e rotor, ela precisa ser respeitada. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode fazer o rotor encostar no sensor.
- Medir só com o motor frio. Teste frio pode dar resultado bom e esconder o defeito. Meça logo depois que a falha acontecer, com o motor ainda quente.
- Montar fora da posição. Não marcar a posição antes de tirar o sensor é pedir para errar o ponto. Faça a referência sempre, com tinta ou risco fino.
A GTS 300 ao longo dos anos
No catálogo, a GTS 300 aparece em 10 gerações, somando 9 versões entre 2013 e 2025. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar a bobina de pulso de uma GTS 300 2024–2025, GTS Super 300 2024–2025, GTS Super Sport 300 2024–2025, compare o código ou a peça física.
A GTS Super Tech 300 na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Vespa GTS Super Tech 300 dos anos 2024–2025 vai de R$ 74.514 (2024) a R$ 76.720 (2025). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da GTS 300
| Versão | Anos |
|---|---|
| GTS Super Tech 300 (esta página) | 2024–2025 |
| GTS 300 | 2024–2025 |
| GTS Super 300 | 2024–2025 |
| GTS Super Sport 300 | 2024–2025 |
| GTS 300 Super Sport ABS | 2019–2020 |
| GTS 300 Super Sport ABS | 2016–2018 |
| GTS 300 ABS | 2016–2017 |
| GTS 300 Super ABS | 2016–2017 |
| GTS 300 Touring ABS | 2016–2017 |
| GTV / GTS Touring 300 i.e. | 2013 |
Outras peças da GTS Super Tech 300 2024–2025
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Ficha técnica completa da Vespa GTS Super Tech 300 2024–2025
Perguntas frequentes
Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na GTS Super Tech 300?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a GTS Super Tech 300 2024–2025. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
A troca da bobina de pulso é difícil?
Depende da moto, mas em geral é preciso abrir a tampa do rotor. Para quem não tem experiência, é serviço de oficina, porque exige junta nova, posição correta e, às vezes, ajuste de folga.
Preciso trocar o estator junto com a bobina de pulso?
Não necessariamente. Se o estator está bom, basta trocar a bobina de pulso. Se os dois mostram problema, a troca do conjunto pode valer a pena, já que o motor vai ser aberto de qualquer jeito.
Como testar a bobina de pulso?
Com multímetro, mede-se a resistência da bobina no conector e compara-se com o valor do manual de serviço. O teste mais preciso é a tensão de pico gerada durante a partida, feita com adaptador próprio. De preferência, faça também com o motor quente.
Bobina de pulso de outra moto serve?
Só se a aplicação confirmar. Mesmo com o mesmo formato, o sinal gerado pode ser diferente do que o módulo da sua moto espera. Fixação, folga até o rotor e conector também precisam bater.
Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos