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Bobina de pulso (sensor) da Vespa GTS 300 Super ABS 2016–2017

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a GTS 300 Super ABS desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

GTS 300 Super ABS 2016–2017

Moto
Vespa GTS 300 Super ABS
Anos
2016 a 2017
Cilindrada
278 cc
Alimentação
Injeção eletrônica
Partida
Elétrica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Vespa GTS 300 Super ABS

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bobina de pulso (sensor) para a Vespa GTS 300 Super ABS 2016–2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual bobina de pulso comprar para a GTS 300 Super ABS 2016–2017

Não há uma "medida" que resolva a bobina de pulso: ela é desenhada para a GTS 300 Super ABS. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a GTS 300 Super ABS e os anos 2016–2017), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Para que serve a bobina de pulso da GTS 300 Super ABS

A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.

Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.

O que muda na bobina de pulso da GTS 300 Super ABS

Na ficha, a GTS 300 Super ABS 2016–2017 aparece como uma scooter de 278 cc. Com injeção eletrônica, a GTS 300 Super ABS depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida.

Com partida elétrica, bateria fraca deixa o giro de partida lento, e o pulso fica mais fraco. Antes de culpar a bobina de pulso por partida difícil, confira se a bateria e o motor de partida estão girando o motor com força normal.

Na GTS 300 Super ABS, o acesso ao sensor passa por carenagens e tampas. Fotografe a passagem do chicote antes de soltar: o fio precisa voltar exatamente ao mesmo caminho.

Em moto injetada, o sinal da bobina de pulso é usado para calcular rotação, ponto de ignição e tempo de injeção. Na GTS 300 Super ABS, falha no sensor costuma acender a luz de injeção e pode fazer a moto apagar sem aviso.

Como saber se a bobina de pulso está falhando

A bobina de pulso divide quase todos os sintomas com o CDI, a bobina de ignição e a fiação. Os sinais abaixo ajudam a levantar a suspeita, mas a confirmação vem com medição.

  • Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
  • Motor gira e não pega. Partida sem nenhuma faísca pode ser a bobina de pulso sem sinal. É uma das peças a medir, junto com a bobina de ignição e o módulo, quando o motor gira e não dá sinal de vida.
  • Luz de injeção acesa. Na moto injetada, falha no sinal do sensor de posição do virabrequim costuma gerar um código de defeito na central e acender a luz de injeção. A leitura com equipamento de diagnóstico aponta o circuito com problema.
  • Limalha grudada no sensor. O sensor tem ímã e atrai partículas metálicas do óleo ou do motor. Limalha acumulada na ponta pode atrapalhar o sinal. Muita limalha também indica desgaste interno que merece atenção.

Bobina de pulso: o que olhar na compra

Antes de comprar, tenha certeza de que o defeito é da bobina de pulso: CDI, bobina de ignição e fiação produzem sintomas parecidos. Depois, confira estes pontos.

  • Avulsa ou junto com o estator. Em muitas motos, a bobina de pulso fica na mesma base do estator. Algumas peças de reposição vêm com as duas coisas juntas; outras vendem separado. Veja se faz sentido trocar as duas.
  • Diagnóstico confirmado. Peça para medir a resistência da bobina de pulso e, se possível, a tensão de pico gerada na partida, comparando com o manual de serviço. Sem isso, a troca é um chute.
  • Formato e fixação. O sensor precisa ficar na mesma posição e à mesma distância do rotor que o original. Peça com furação ou altura diferente muda essa folga e atrapalha o sinal.
  • Garantia e nota. Guarde nota e embalagem. Muitas lojas só aceitam devolução de peça elétrica em condições específicas, então confirme a aplicação antes de abrir o motor.

Como é feita a troca da bobina de pulso da GTS 300 Super ABS

Na maioria das motos, a bobina de pulso fica atrás de uma tampa lateral do motor, junto ao rotor. A troca envolve óleo, junta e às vezes ajuste de folga, e por isso é serviço de oficina para quem não tem experiência.

  1. Confirme a medição. Meça a bobina de pulso no conector, de preferência com o motor quente, e compare com o manual. Confira também a fiação até o módulo. Só abra o motor se a medição apontar para o sensor.
  2. Desligue a bateria. Bateria desligada e conector solto antes de mexer no motor. Isso evita curto e protege o módulo de ignição ou a central.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
  4. Marque e retire o sensor. Antes de soltar, marque a posição do sensor, principalmente se a base for regulável. Solte os parafusos, retire a borracha de passagem do fio e tire a bobina de pulso.
  5. Limpe rotor e região. Limpe a limalha do rotor e do local do sensor. Confira o ressalto do rotor: ele precisa estar inteiro e sem marcas de batida.
  6. Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
  7. Acomode o fio e feche. Passe o fio pelo mesmo caminho, assente a borracha de passagem com o vedante indicado, se houver, e feche a tampa com junta nova, apertando em cruz. Complete o óleo.
  8. Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.

Na moto injetada, depois da troca, apague os códigos de falha com equipamento de diagnóstico e confira se não voltam. Guarde a nota fiscal: peça eletrônica costuma ter garantia condicionada à instalação correta.

Erros comuns com a bobina de pulso

Antes de comprar ou instalar a bobina de pulso, evite estes tropeços que aparecem bastante na oficina.

  • Montar fora da posição. Não marcar a posição antes de tirar o sensor é pedir para errar o ponto. Faça a referência sempre, com tinta ou risco fino.
  • Reaproveitar a junta. Junta usada não veda direito. Reaproveitar é vazamento de óleo na tampa logo depois do serviço, sujeira no motor e retrabalho garantido.
  • Medir só com o motor frio. Teste frio pode dar resultado bom e esconder o defeito. Meça logo depois que a falha acontecer, com o motor ainda quente.

Cuidados com a bobina de pulso

Não há manutenção direta na bobina de pulso, mas o jeito como a moto é cuidada pesa na vida dela. Veja o que ajuda.

  • Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.
  • Evite superaquecimento. Motor que trabalha quente demais, por falta de óleo, mistura pobre ou problema de arrefecimento, acelera o envelhecimento da bobina de pulso. Resolver o superaquecimento protege a ignição toda.
  • Conector limpo e seco. Na revisão, solte e confira o conector do sensor. Produto próprio para contato elétrico ajuda a evitar oxidação e falhas intermitentes.

A bobina de pulso nos outros anos da GTS 300

A família GTS 300 reúne 9 versões e 10 gerações no catálogo, de 2013 a 2025. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar a bobina de pulso de uma GTS 300 2024–2025, GTS Super 300 2024–2025, GTS Super Sport 300 2024–2025, compare o código ou a peça física.

A GTS 300 Super ABS na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da GTS 300 Super ABS nesta geração ficam entre R$ 31.099 e R$ 31.906. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da GTS 300

VersãoAnos
GTS 300 Super ABS (esta página) 2016–2017
GTS 300 2024–2025
GTS Super 300 2024–2025
GTS Super Sport 300 2024–2025
GTS Super Tech 300 2024–2025
GTS 300 Super Sport ABS 2019–2020
GTS 300 Super Sport ABS 2016–2018
GTS 300 ABS 2016–2017
GTS 300 Touring ABS 2016–2017
GTV / GTS Touring 300 i.e. 2013

Outras peças da GTS 300 Super ABS 2016–2017

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Vespa GTS 300 Super ABS 2016–2017

Perguntas frequentes

Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na GTS 300 Super ABS?

Em geral, não sem conferir. A bobina de pulso é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Sem faísca na vela: o que testar?

Pode. Mas antes confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor, chave de ignição e conectores. Depois, meça bobina de ignição, bobina de pulso e alimentação do módulo. O diagnóstico vai do mais simples para o mais trabalhoso.

Posso continuar rodando com a bobina de pulso falhando?

É perigoso, sim. O motor pode apagar numa ultrapassagem ou num cruzamento. Enquanto o problema não for resolvido, o melhor é não usar a moto e levá-la à oficina para diagnóstico.

Posso adaptar bobina de pulso de outro modelo?

Não é recomendável sem conferir. Sensor de outro modelo pode encaixar e não funcionar direito, deixando a moto fraca ou falhando. Compre pela aplicação da sua moto e compare com a peça velha.

Preciso trocar o estator junto com a bobina de pulso?

Não necessariamente. Se o estator está bom, basta trocar a bobina de pulso. Se os dois mostram problema, a troca do conjunto pode valer a pena, já que o motor vai ser aberto de qualquer jeito.

Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos