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Carenagens (kit) da Yamaha Neo AT 115 2005–2007

O que define a carenagens (kit) certa para a Neo AT 115 desses anos, e onde encontrar.

Carenagens (kit) que serve

Neo AT 115 2005–2007

Moto
Yamaha Neo AT 115
Anos
2005 a 2007

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com carenagens (kit) para a Yamaha Neo AT 115

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A carenagem certa para a Neo AT 115 2005–2007

Para a carenagem, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a Neo AT 115 e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2005–2007), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a Neo AT 115 2005–2007; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Carenagem: o que ela faz na Neo AT 115

A carenagem é o conjunto de peças plásticas que veste a moto: abas do tanque, carenagem do farol, laterais, rabeta, paralamas e, nas esportivas e scooters, as peças grandes que cobrem quase todo o quadro. Ela dá a cara da moto, mas o trabalho vai além do visual: protege fiação, conectores, filtro de ar e outras peças da chuva, da poeira e das pedras que sobem da pista.

Em muitas motos a carenagem também ajuda a desviar o vento do piloto e a conduzir o ar para onde ele precisa ir. Por isso, peça faltando ou mal presa muda mais coisa do que a aparência.

A carenagem na Neo AT 115: o que a ficha diz

A Neo AT 115 2005–2007 é uma scooter de 114 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.

Na Neo AT 115, as peças da carenagem formam o corpo da scooter e dependem umas das outras para ficar firmes. Trocar uma lateral pode exigir tirar o assoalho ou o escudo frontal antes. Vá com calma e guarde os parafusos separados por peça.

Como saber se vale trocar a carenagem

Os problemas da carenagem aparecem no visual, no barulho e na firmeza das peças. Repare nestes pontos com a moto parada e rodando.

  • Peça deformada pelo calor. Carenagem que encosta ou fica muito perto do escapamento, do motor ou de uma lâmpada mal posicionada pode empenar ou derreter. A peça deformada não encaixa mais nas outras e, se continuar perto da fonte de calor, pode piorar.
  • Trincas nos pontos de fixação. Olhe com atenção ao redor de cada parafuso e encaixe. Rachadura que sai do furo é sinal de que a peça está trabalhando solta ou foi apertada demais. Se ela já chegou à borda, a fixação não aguenta por muito tempo.
  • Água e sujeira onde não deveria. A carenagem também é barreira. Quando ela falta, a sujeira chega em fiação e conectores, e o resultado pode ser zinabre e mau contato. Uma peça simples evita um problema elétrico chato de achar.
  • Riscos e ralados de queda. Ralados profundos de queda raramente ficam bons só com polimento. Além do visual, vale conferir se a batida não trincou o lado de dentro da peça ou entortou um suporte de metal escondido atrás dela.
  • Presilhas e encaixes quebrados. Muitas peças são presas por linguetas plásticas que entram umas nas outras, além dos parafusos. Quando essas linguetas quebram, a peça até fica no lugar, mas com folga e desalinhada. Nem sempre dá para refazer o encaixe com segurança.

O que conferir antes de comprar carenagem

Carenagem não tem medida universal: cada peça é feita para um modelo e, muitas vezes, para uma faixa de anos. O jeito certo de comprar é pela aplicação, conferindo encaixe, cor e o que vem no kit.

  • Nota fiscal e troca. Teste o encaixe antes de qualquer pintura ou adesivo. Com a nota na mão e a peça intacta, trocar por defeito é simples; peça já modificada dificilmente volta para a loja.
  • Adesivos e grafismo. Os adesivos mudam muito de um ano-modelo para outro. Peça que serve perfeitamente no encaixe pode vir com grafismo de outro ano ou sem adesivo nenhum. Pergunte se o adesivo está incluído ou se é vendido à parte.
  • O que vem no kit. Pergunte exatamente quais peças estão no kit e se ele vem com parafusos, buchas e grampos. Às vezes compensa comprar só as peças danificadas, outras vezes o kit completo sai mais em conta e deixa a cor uniforme.
  • Modelo, ano e chassi. A carenagem muda entre gerações e até entre versões do mesmo ano. Informe o modelo completo, o ano de fabricação e o ano-modelo. Com o número do chassi, a concessionária consegue achar o código exato da peça original.
  • Material e espessura. Segure a peça e compare com a antiga: peso, rigidez e espessura dizem muito. Material muito mole empena no sol; material muito duro e quebradiço racha no primeiro aperto de parafuso.

Desmontando e montando a carenagem sem quebrar nada

O segredo da troca é entender a ordem de montagem: as peças se sobrepõem, e quase sempre há uma que precisa sair antes das outras.

  1. Consulte o manual e separe espaço. Antes de soltar o primeiro parafuso, veja no manual a ordem de retirada da sua moto. Separe um pano macio para apoiar as peças e um lugar com boa luz.
  2. Desligue a chave e solte o banco. Chave fora do contato e banco retirado. Isso libera os primeiros parafusos e evita que piscas ou farol fiquem ligados enquanto você desconecta chicotes.
  3. Fotografe antes de desmontar. Uma foto por etapa evita a dúvida clássica do parafuso que sobrou. Registre também por onde passam chicotes e mangueiras, para não prendê-los entre as peças.
  4. Solte os parafusos e organize. Use potes ou uma caixa com divisórias e anote a origem de cada grupo. Parafuso longo em furo de parafuso curto pode atravessar e danificar algo atrás da peça.
  5. Libere os encaixes com cuidado. Não force: se a peça não sai, quase sempre há um parafuso esquecido. Puxe os pinos na direção em que eles entram nas borrachas e use as mãos, nunca chave de fenda como alavanca.
  6. Desconecte piscas e farol, se houver. Peças que levam iluminação precisam ter os conectores soltos antes de sair de vez. Puxe pelo corpo do conector, liberando a trava, para não arrancar os fios.
  7. Transfira acessórios e confira as borrachas. Passe para a peça nova os itens que não vêm com ela: buchas, grampos, porcas de pressão, emblemas e piscas. Borracha ressecada ou rasgada deve ser trocada, porque é ela que absorve a vibração.
  8. Monte na ordem inversa, sem apertar demais. Posicione o conjunto, rosqueie todos os parafusos à mão e só então faça o aperto final, firme mas sem esmagar o plástico. Assim as peças se alinham entre si sem ficar tensionadas.
  9. Teste luzes e roda, depois rode devagar. Ligue a chave e confira piscas, farol e lanterna. Gire o guidão de batente a batente para ver se nada encosta, e gire a roda para conferir o paralama. Depois, uma volta curta para ouvir ruídos.

Depois da primeira semana de uso, confira o aperto dos parafusos: as borrachas assentam e algum parafuso pode afrouxar. Se a peça nova começou a bater, quase sempre é falta de bucha ou encaixe que não entrou até o fim.

Como conservar a carenagem da Neo AT 115

Sol, produto errado e parafuso frouxo acabam com qualquer carenagem. Os cuidados são simples e fazem a peça durar anos.

  • Proteja contra quedas. Protetores de motor e de carenagem, quando existem para o modelo e são bem instalados, reduzem o estrago em tombos, principalmente com a moto parada. Escolha os feitos para a sua moto, presos em pontos firmes do quadro.
  • Repare trincas cedo. Trinca pequena tratada logo, com solda plástica ou reparo feito por quem entende, pode salvar a peça. Deixada para depois, ela cresce com a vibração até não ter mais conserto.
  • Cuidado com o jato de alta pressão. Jato forte de perto arranca adesivos, força a água para dentro de conectores e pode soltar grampos. Use a lavadora de longe e evite mirar nas junções entre as peças.
  • Confira os parafusos. A vibração afrouxa os parafusos com o tempo. Uma conferência a cada revisão, ou sempre que surgir barulho, evita que a peça trabalhe solta e trinque nos furos.

Erros que estragam carenagem nova

Antes de comprar ou desmontar, evite estes erros. A maioria deles tem solução simples se você souber de antemão.

  • Apertar demais os parafusos. Plástico não é metal. Aperto exagerado esmaga a peça em volta do furo e cria a trinca que vai aparecer semanas depois. O aperto certo é firme, sem deformar.
  • Prender fios entre as peças. Fio esmagado na montagem pode funcionar no começo e falhar meses depois. Siga as fotos da desmontagem e respeite a passagem original da fiação.
  • Forçar peça que não sai. Força bruta na desmontagem é a causa número um de travinha quebrada. Pare, procure o parafuso esquecido e tente de novo.
  • Comprar só pela foto. Duas carenagens podem parecer idênticas na foto e ter encaixe diferente. Sem conferir modelo, ano e código, o risco de errar a aplicação é alto, principalmente em motos que mudaram pouco por fora.

A carenagem nos outros anos da Neo 115

No catálogo, a Neo 115 aparece em 2 gerações, somando 2 versões entre 2005 e 2012. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas a carenagem pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão Neo Automatic 115 2008–2012.

Quanto vale a Neo AT 115 2005–2007

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha Neo AT 115 dos anos 2005–2007 vai de R$ 4.760 (2005) a R$ 5.032 (2007). Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento da carenagem chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2007R$ 5.032
2006R$ 4.896
2005R$ 4.760

Carenagens (kit) nos outros anos e versões da Neo 115

VersãoAnos
Neo AT 115 (esta página) 2005–2007
Neo Automatic 115 2008–2012

Outras peças da Neo AT 115 2005–2007

Ficha técnica completa da Yamaha Neo AT 115 2005–2007

Perguntas frequentes

A carenagem de outra moto serve na Neo AT 115?

Em geral, não sem conferir. A carenagem é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Risco na carenagem sai com polimento?

Passe a unha: se ela não engancha, o polimento provavelmente resolve. Se engancha, o risco é fundo, chegou à tinta ou ao plástico e precisa de retoque ou de pintura feita por profissional.

A cor da peça nova vai ficar igual à da moto?

Nem sempre. Mesmo na cor certa, a peça nova tende a ficar diferente das antigas, que desbotaram com o sol. Por isso, muita gente troca o conjunto visível de uma vez ou repinta tudo junto.

Peça de carenagem usada é uma boa opção?

Pode ser, principalmente para achar a cor original de anos anteriores. Compre só de desmanche legalizado, com nota, e examine trincas internas, encaixes quebrados e furos rasgados antes de levar a peça.

Dá para consertar carenagem trincada?

Dá, quando o dano é localizado. Solda plástica e repintura recuperam muitas peças. Quando a trinca atravessa pontos de fixação ou falta pedaço, o reparo tende a não durar e a troca é o caminho.

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