Bobina de pulso (sensor) da Agrale SST 13.5 1990–1998
O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a SST 13.5 desses anos, e onde encontrar.
Bobina de pulso (sensor) que serve
SST 13.5 1990–1998
- Moto
- Agrale SST 13.5
- Anos
- 1990 a 1998
- Cilindrada
- 125 cc
- Alimentação
- Carburador
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Agrale SST 13.5
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bobina de pulso (sensor) para a Agrale SST 13.5 1990–1998. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaA bobina de pulso certa para a SST 13.5 1990–1998
A bobina de pulso da Agrale SST 13.5 1990–1998 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a SST 13.5 1990–1998; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
Bobina de pulso: o sensor que marca o tempo da ignição
A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.
Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.
Como a bobina de pulso trabalha na SST 13.5
A SST 13.5 1990–1998 é uma street de 125 cc. A alimentação é por carburador. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação.
Motor dois tempos é sensível ao ponto de ignição. Se a SST 13.5 perdeu força ou esquenta demais depois de mexer na base do estator, a posição da bobina de pulso pode ter mudado.
Na SST 13.5, que é carburada, o pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Quando a moto fica sem faísca, a bobina de pulso e o CDI são medidos juntos, porque os sintomas de defeito em um e em outro são muito parecidos.
Como saber se a bobina de pulso está falhando
Quando a bobina de pulso começa a falhar, a moto costuma dar avisos bem característicos, principalmente com o motor quente. Veja os mais comuns.
- Fio ressecado ou rompido. O fio da bobina de pulso passa perto do motor e pode ressecar com o calor, rachar ou ser cortado por raspagem. Fio danificado deixa o sinal falhar ou entrar em curto com a massa.
- Conta-giros instável. Quando o conta-giros pula ou zera no mesmo instante em que o motor falha, a origem pode estar no sinal de rotação. A bobina de pulso e a fiação dela entram na lista.
- Limalha grudada no sensor. Na abertura da tampa, é comum encontrar resíduo metálico grudado na bobina de pulso e no rotor. Limpe, mas investigue a origem se a quantidade for grande.
- Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
- Motor gira e não pega. O motor gira normalmente, tem combustível, mas não há faísca na vela. Sem o pulso, o módulo não dispara a ignição. Antes de culpar a bobina de pulso, confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor e conectores.
O que conferir antes de comprar a bobina de pulso
A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.
- Avulsa ou junto com o estator. Em muitas motos, a bobina de pulso fica na mesma base do estator. Algumas peças de reposição vêm com as duas coisas juntas; outras vendem separado. Veja se faz sentido trocar as duas.
- Diagnóstico confirmado. A bobina de pulso se mede com multímetro e, de forma mais precisa, com adaptador de tensão de pico. Os valores de referência estão no manual de serviço da moto.
- Aplicação da moto. Compre pelo modelo e pelo ano. A bobina de pulso de outra moto pode até encaixar e não gerar o sinal que o seu módulo reconhece.
- Formato e fixação. Compare o corpo do sensor, a posição dos furos e a altura da ponta com a peça velha. A distância entre o sensor e o ressalto do rotor depende disso.
- Garantia e nota. Guarde nota e embalagem. Muitas lojas só aceitam devolução de peça elétrica em condições específicas, então confirme a aplicação antes de abrir o motor.
Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz
Antes de abrir a tampa, o diagnóstico precisa estar fechado. Depois, a troca segue esta ordem, com atenção à posição e à folga do sensor.
- Confirme a medição. Meça a bobina de pulso no conector, de preferência com o motor quente, e compare com o manual. Confira também a fiação até o módulo. Só abra o motor se a medição apontar para o sensor.
- Desligue a bateria. Bateria desligada e conector solto antes de mexer no motor. Isso evita curto e protege o módulo de ignição ou a central.
- Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
- Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
- Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
- Instale na posição e na folga certas. Posicione a bobina de pulso como a original e, quando houver especificação, ajuste a folga até o rotor. Folga grande demais enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar.
- Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
- Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.
Quando o acesso exige tirar o rotor ou quando a posição do sensor define o ponto de ignição, o serviço deve ser feito na oficina, com o manual de serviço e as ferramentas certas.
O que não fazer com a bobina de pulso
Alguns erros com a bobina de pulso custam uma tampa aberta à toa, ou um motor fora do ponto. Vale conhecer.
- Reaproveitar a junta. Junta usada não veda direito. Reaproveitar é vazamento de óleo na tampa logo depois do serviço, sujeira no motor e retrabalho garantido.
- Ignorar a folga. Instalar a bobina de pulso sem conferir a folga indicada pode deixar a moto falhando ou danificar o sensor novo.
- Montar fora da posição. Não marcar a posição antes de tirar o sensor é pedir para errar o ponto. Faça a referência sempre, com tinta ou risco fino.
- Medir só com o motor frio. Teste frio pode dar resultado bom e esconder o defeito. Meça logo depois que a falha acontecer, com o motor ainda quente.
O que protege a bobina de pulso
Não há manutenção direta na bobina de pulso, mas o jeito como a moto é cuidada pesa na vida dela. Veja o que ajuda.
- Investigue falhas cedo. Moto que começa a apagar quente de vez em quando tende a piorar. Medir a bobina de pulso logo no começo evita ficar parado no trânsito.
- Conector limpo e seco. O sinal da bobina de pulso é fraco, e qualquer oxidação no conector atrapalha. Mantenha o plugue limpo, seco e bem encaixado.
- Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.
- Cuidado na lavagem. Lavadora de alta pressão perto do chicote leva água para os conectores. Lave com cuidado e deixe secar antes de rodar.
A SST 13.5 na tabela FIPE
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da SST 13.5 nesta geração ficam entre R$ 911 e R$ 1.429. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 1998 | R$ 1.429 |
| 1997 | R$ 1.351 |
| 1996 | R$ 1.175 |
| 1995 | R$ 1.126 |
| 1994 | R$ 1.067 |
| 1993 | R$ 1.010 |
| 1992 | R$ 984 |
| 1991 | R$ 960 |
Outras peças da SST 13.5 1990–1998
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na SST 13.5?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a SST 13.5 1990–1998. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Posso continuar rodando com a bobina de pulso falhando?
Não é recomendável. Moto que apaga sem aviso deixa você sem força do motor numa hora que pode ser crítica, como uma ultrapassagem ou um cruzamento. Resolva o defeito antes de usar a moto no dia a dia.
Moto desliga quando esquenta: qual a causa?
Muitas vezes, sim. A bobina de pulso com isolamento cansado deixa de gerar sinal quando esquenta. Mas confirme com medição quente antes de abrir a tampa, porque CDI e bobina de ignição fazem o mesmo.
Precisa abrir o motor para trocar a bobina de pulso?
Depende da moto, mas em geral é preciso abrir a tampa do rotor. Para quem não tem experiência, é serviço de oficina, porque exige junta nova, posição correta e, às vezes, ajuste de folga.
Dá para medir a bobina de pulso com multímetro?
Com multímetro, mede-se a resistência da bobina no conector e compara-se com o valor do manual de serviço. O teste mais preciso é a tensão de pico gerada durante a partida, feita com adaptador próprio. De preferência, faça também com o motor quente.
Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos