tudo de moto

Honda CG 160 Start 2017

Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 160 Start usada.

  • Street
  • 163 cc
  • Gasolina
  • 14,9 cv
Honda CG 160 Start 2017
Imagem ilustrativa.

FIPE 2017

R$ 12.139

Moto
Honda CG 160 Start
Ano-modelo
2017
Geração
2016–2024

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811139-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda CG 160 Start

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda CG 160 Start 2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

CG 160 Start 2017: o essencial

Do ano-modelo 2017, a Honda CG 160 Start é uma street de 163 cc. Ela pertence à geração 2016–2024, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a tambor.

Em números, a potência é de 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina; só gasolina); o torque, 1,40 kgf.m a 6.000 rpm (ficha de lançamento 2016) / a 7.000 rpm (ficha 2022); o peso, 115 kg (seco, ficha 2022); o tanque leva 14,6 litros (o marcador pisca com cerca de 3,2 L restantes); o banco fica a 790 mm (ficha 2022) do chão.

Quanto vale a CG 160 Start 2017

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 160 Start 2017 vale R$ 12.139. A do ano 2016 sai por R$ 11.813 (+2,8% de diferença); a de 2018 custa R$ 12.443. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2026, R$ 18.331), a 2017 vale 34% menos, uma média de 4,5% por ano.

Na comparação com as 21 motos street 2017 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 13 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto street

Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.

Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.

Outras versões da CG 160 em 2017

Em 2017, a família CG 160 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • CG 160 Cargo 2017 (R$ 12.361): freio dianteiro disco (nesta: tambor); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
  • CG 160 Fan ESDi 2017 (R$ 13.023): freio dianteiro disco (nesta: tambor); freio combinado (cbs) não (nesta: sim); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
  • CG 160 Titan 2017 (R$ 13.551): freio dianteiro disco (nesta: tambor); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).

Peças e medidas da CG 160 Start 2017

Para a manutenção da CG 160 Start 2017, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Honda CG 160 Start 2017 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.

Cuidados que acompanham uma moto 2017

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2017 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 9 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da CG 160 Start ainda for a original, numa moto de 9 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.

Alternativas à CG 160 Start 2017

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos street são as alternativas mais diretas à CG 160 Start:

Outros anos da CG 160 Start

Anos-modelo da CG 160 Start no catálogo, de 2026 a 2016, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da CG 160 Start 2017

Medidas e especificações
Cilindrada163 cc
CombustívelGasolina
Potência14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina; só gasolina)
Torque1,40 kgf.m a 6.000 rpm (ficha de lançamento 2016) / a 7.000 rpm (ficha 2022)
Peso115 kg (seco, ficha 2022)
Tanque14,6 litros (o marcador pisca com cerca de 3,2 L restantes)
Altura do banco790 mm (ficha 2022)
Bateria12V 4Ah (DTZ5, Honda 31500-GFP-906)
Vela de igniçãoNGK CPR8EA-9
Pneu dianteiro80/100-18 M/C 47P
Pneu traseiro90/90-18 M/C 57P
Relação (kit)passo 428
Óleo do motorSAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem)
Filtro de arpapel viscoso
Lâmpada do farol35/35W (12V)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Sim
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da CG 160 Start 2017

As peças desta moto são as da geração 2016–2024. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da CG 160 Start 2017?

Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 160 Start 2017 vale R$ 12.139 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da CG 160 Start 2017?

Dianteiro 80/100-18 M/C 47P e traseiro 90/90-18 M/C 57P.

Quantos cavalos tem a CG 160 Start 2017?

Pela ficha do fabricante, 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina; só gasolina), com torque de 1,40 kgf.m a 6.000 rpm (ficha de lançamento 2016) / a 7.000 rpm (ficha 2022).

Qual o óleo da CG 160 Start 2017?

A referência para o motor é SAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem). Confira no manual o prazo de troca.

Quanto pesa a CG 160 Start 2017?

O peso informado pelo fabricante é 115 kg (seco, ficha 2022).

Qual a cilindrada da CG 160 Start 2017?

A CG 160 Start 2017 tem 163 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Devo evitar moto que foi usada em aplicativo?

Não necessariamente. Muitas motos de trabalho recebem manutenção frequente, porque moto parada significa prejuízo para o dono. O que muda é o desgaste: elas rodam muito e em ritmo pesado. Avalie com mais rigor embreagem, transmissão, freios e suspensão, peça as notas de serviço e ajuste o preço ao estado real.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.