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Honda CG 160 Start 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 160 Start usada.

  • Street
  • 163 cc
  • Gasolina
  • 14,9 cv
Honda CG 160 Start 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 11.813

Moto
Honda CG 160 Start
Ano-modelo
2016
Geração
2016–2024

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811139-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda CG 160 Start

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CG 160 Start 2016: o essencial

A CG 160 Start 2016, da Honda, é uma street de 163 cc. Ela pertence à geração 2016–2024, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.

Em números, a potência é de 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina; só gasolina); o torque, 1,40 kgf.m a 6.000 rpm (ficha de lançamento 2016) / a 7.000 rpm (ficha 2022); o peso, 115 kg (seco, ficha 2022); o tanque leva 14,6 litros (o marcador pisca com cerca de 3,2 L restantes); o banco fica a 790 mm (ficha 2022) do chão.

Quanto vale a CG 160 Start 2016

Pela FIPE de outubro de 2026, a CG 160 Start ano 2016 está cotada em R$ 11.813. A CG 160 Start 2017 está em R$ 12.139. Comparada com a 2026 (R$ 18.331), a moto de 2016 custa 36% a menos: em média, perdeu 4,3% de valor a cada ano.

Na comparação com as 34 motos street 2016 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 27 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma street

Street é a moto de uso diário: posição de pilotagem neutra, guidão alto, motor simples e manutenção em conta. Na faixa de baixa cilindrada, é a moto que mais roda no Brasil, levando gente para o trabalho, fazendo entregas e substituindo o ônibus em muitas cidades. Por isso há peça em qualquer loja e mecânico em qualquer bairro.

Para quem compra usada, a street tem uma vantagem e um cuidado. A vantagem é a reposição fácil. O cuidado é que muitas trabalharam pesado, então o estado real pesa mais do que o ano no documento.

Outras versões da CG 160 em 2016

Em 2016, a família CG 160 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • CG 160 Cargo 2016 (R$ 11.681): freio dianteiro disco (nesta: tambor); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
  • CG 160 Fan ESDi 2016 (R$ 12.637): freio dianteiro disco (nesta: tambor); freio combinado (cbs) não (nesta: sim); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
  • CG 160 Titan 2016 (R$ 13.145): freio dianteiro disco (nesta: tambor); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da CG 160 Start 2016

Estas são as medidas que mais se procura para a CG 160 Start 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Honda CG 160 Start 2016 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma CG 160 Start, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.

O que a idade pede na Honda CG 160 Start 2016

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da CG 160 Start ainda for a original, numa moto de 10 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.

Motos parecidas com a CG 160 Start 2016

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos street são as alternativas mais diretas à CG 160 Start:

A CG 160 Start em outros anos

Anos-modelo da CG 160 Start no catálogo, de 2026 a 2016, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da CG 160 Start 2016

Medidas e especificações
Cilindrada163 cc
CombustívelGasolina
Potência14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina; só gasolina)
Torque1,40 kgf.m a 6.000 rpm (ficha de lançamento 2016) / a 7.000 rpm (ficha 2022)
Peso115 kg (seco, ficha 2022)
Tanque14,6 litros (o marcador pisca com cerca de 3,2 L restantes)
Altura do banco790 mm (ficha 2022)
Bateria12V 4Ah (DTZ5, Honda 31500-GFP-906)
Vela de igniçãoNGK CPR8EA-9
Pneu dianteiro80/100-18 M/C 47P
Pneu traseiro90/90-18 M/C 57P
Relação (kit)passo 428
Óleo do motorSAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem)
Filtro de arpapel viscoso
Lâmpada do farol35/35W (12V)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Sim
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da CG 160 Start 2016

As peças desta moto são as da geração 2016–2024. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a CG 160 Start 2016 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 160 Start 2016 vale R$ 11.813 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos cavalos tem a CG 160 Start 2016?

Pela ficha do fabricante, 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina; só gasolina), com torque de 1,40 kgf.m a 6.000 rpm (ficha de lançamento 2016) / a 7.000 rpm (ficha 2022).

Quantos litros cabem no tanque da CG 160 Start 2016?

O tanque da CG 160 Start 2016 leva 14,6 litros (o marcador pisca com cerca de 3,2 L restantes).

Quantas cilindradas tem a CG 160 Start 2016?

A CG 160 Start 2016 tem 163 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual o óleo da CG 160 Start 2016?

A referência para o motor é SAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem). Confira no manual o prazo de troca.

Quanto pesa a CG 160 Start 2016?

O peso informado pelo fabricante é 115 kg (seco, ficha 2022).

Moto que trabalhou com entrega é má compra?

Não é motivo automático para desistir. A moto de trabalho roda muito, e isso aparece no desgaste, mas o dono que depende dela costuma manter a manutenção em dia. Avalie as peças de desgaste, o histórico de revisões e a coerência da quilometragem. O preço tem de refletir o uso.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.