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Pneu traseiro da Iros One 125 ESD 2009–2013

O que define a pneu traseiro certa para a One 125 ESD desses anos, e onde encontrar.

Pneu traseiro que serve

Medida em conferência

Moto
Iros One 125 ESD
Anos
2009 a 2013

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com pneu traseiro para a Iros One 125 ESD

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pneu traseiro para a Iros One 125 ESD 2009–2013. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual pneu traseiro comprar para a One 125 ESD 2009–2013

Ainda estamos conferindo a medida do pneu traseiro da Iros One 125 ESD 2009–2013 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.

Enquanto a medida não entra na ficha, a fonte mais segura é a lateral do pneu traseiro atual, conferida com o manual do proprietário. Fotografe a sequência de números e letras e leve à loja.

O que o pneu traseiro faz na One 125 ESD

Pense no pneu de trás como a ligação entre o motor e o chão. A corrente, a correia ou o cardã levam a força até a roda, mas quem transforma essa força em movimento é o pneu, pela aderência da banda de rodagem. Se a aderência cai, a roda patina na saída, a moto escorrega na chuva e a frenagem fica mais longa.

Além da tração, o traseiro sustenta a maior parte da carga e absorve parte das irregularidades do piso junto com a suspensão. É uma peça de desgaste e de segurança ao mesmo tempo: não existe "dar mais um tempo" quando ele chega ao limite.

O que muda no pneu traseiro da One 125 ESD

A One 125 ESD 2009–2013 é uma street de 125 cc. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a tambor.

Com freio a tambor atrás, tirar a roda é a hora ideal para ver o estado das lonas. Na volta, regule a folga do pedal ou do manete e verifique se a roda gira livre com o freio solto.

Quando desconfiar do pneu de trás

Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.

  • Perde pressão com frequência. Se você calibra e em poucos dias o pneu de trás está baixo de novo, há vazamento em algum ponto: furo pequeno, válvula, talão mal assentado ou aro com problema. Rodar com pressão baixa aquece o pneu e acelera o desgaste das laterais.
  • Vibração ou traseira rebolando. Vibração que aumenta com a velocidade ou a traseira "rebolando" em reta podem vir de pneu deformado, mal assentado no aro ou sem balanceamento. Também podem vir da roda ou da suspensão, por isso vale avaliar o conjunto.
  • Trincas e ressecamento. Rachaduras finas na lateral ou no fundo dos sulcos mostram que a borracha envelheceu. Isso acontece com o tempo, com sol e com a moto parada, mesmo que o pneu tenha sulco de sobra. Borracha ressecada segura menos e pode trincar mais fundo.
  • Bolha ou calombo na lateral. Calombo no pneu é sinal de lona interna rompida. O ar empurra a borracha para fora no ponto fraco. Pare de usar a moto até trocar o pneu e peça para verificar se o aro também não amassou na mesma pancada.
  • Fios ou lona aparecendo. Se aparecem fios, telas ou uma camada de cor diferente na banda, a borracha acabou e você está rodando sobre a estrutura do pneu. É risco de estouro. Não rode mais com a moto até trocar.

Como escolher o pneu traseiro certo para a One 125 ESD

Na loja, o vendedor pergunta a medida, mas é você quem sabe como usa a moto. Junte as duas coisas e a escolha fica simples.

  • Desenho para o seu uso. O desenho da banda define onde o pneu funciona melhor. Quem roda quase só na cidade ganha com pneu de asfalto; quem pega estrada de terra com frequência pode preferir um misto. Pneu de cravo grande no asfalto molhado é escolha ruim.
  • Índice de carga e de velocidade. Logo depois da medida vêm um número e uma letra, como 57P. O número é o índice de carga e a letra é o símbolo de velocidade. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.
  • Construção radial ou diagonal. Na medida, um R antes do aro indica pneu radial; um traço ou um B indicam construção diagonal. Fique na construção original ou na que o fabricante da moto aceita, porque ela muda o comportamento e a combinação com o pneu dianteiro.
  • Leia a lateral do pneu atual. Sem a medida na ficha, a lateral do pneu que está na moto resolve: anote a sequência de largura, perfil e aro, além do índice de carga e da letra de velocidade. Confirme no manual, porque o pneu atual pode não ser o original.
  • Largura, perfil e aro. Os três primeiros números da medida precisam ser os mesmos do original. O aro não tem margem nenhuma; largura e perfil diferentes mudam o diâmetro do pneu, o espaço na balança e o jeito da moto fazer curva.

Troca do pneu traseiro passo a passo

A troca do pneu traseiro mexe em freio, eixo e transmissão, e a montagem do pneu no aro pede ferramenta própria. O normal é deixar o serviço com a borracharia ou a oficina, mas vale saber o que precisa ser feito para cobrar cada etapa.

  1. Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
  2. Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
  3. Tire o eixo e guarde os espaçadores. Retire a trava ou o contrapino, solte a porca e puxe o eixo. Os espaçadores (buchas) de cada lado da roda têm posição certa: deixe-os separados, lado esquerdo e lado direito, para não inverter.
  4. Desmonte o pneu velho e examine a roda. Com o pneu fora, aproveite para examinar o aro: amassados, trincas, ferrugem no canal, raios frouxos ou rolamentos com folga devem ser resolvidos antes de montar o pneu novo.
  5. Monte o pneu novo no sentido certo. O pneu entra com a seta de rotação apontando para o lado em que a roda gira para a frente. O talão recebe lubrificante de montagem próprio, nunca graxa ou óleo, para assentar sem danificar a borracha.
  6. Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
  7. Recoloque a roda e alinhe. A roda volta com os espaçadores nos lugares certos. Na corrente, os esticadores dos dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda ficar alinhada, e a folga da corrente deve ficar como o manual pede. A porca do eixo leva o aperto indicado e trava nova.
  8. Regule e teste o freio. Antes de rodar, acione o freio traseiro várias vezes. No tambor, regule a folga do comando pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo; no disco, bombeie o pedal (ou o manete, nas scooters) até ele ficar firme. Gire a roda e veja se ela não fica raspando.

Se você não tem cavalete, torquímetro e experiência com freio e corrente, deixe a troca completa com a oficina. Peça o pneu velho de volta para ver o desgaste e descarte em ponto de coleta. Nos primeiros dias, pilote com calma até a banda perder o brilho de fábrica.

Cuidados que aumentam a vida do pneu de trás

O pneu traseiro gasta de qualquer jeito, mas o ritmo depende de você. Estes cuidados valem para qualquer moto.

  • Corrente e alinhamento em dia. Ao ajustar a corrente, olhe as marcas dos dois esticadores. Roda traseira fora de alinhamento gasta pneu, coroa e corrente ao mesmo tempo.
  • Calibre com frequência e a frio. Meça a pressão com o pneu frio, antes de rodar ou depois de a moto ficar parada um tempo, usando o valor do manual ou da etiqueta da moto. Pneu quente marca pressão mais alta e engana a leitura.
  • Nada de produto brilhante na banda. Lave o pneu com água e sabão neutro. Silicone e "pretinho" na banda reduzem a aderência e não fazem bem para a borracha a longo prazo.
  • Ajuste a pressão para a carga. Vai levar garupa ou bagagem? Veja no manual se a pressão traseira muda. Pneu com pouca pressão e muito peso deforma mais, esquenta e gasta rápido.

Erros que encurtam a vida do pneu traseiro

Alguns desses erros parecem economia, outros parecem só detalhe. Na prática, todos pesam no bolso e na segurança.

  • Inverter o sentido de rotação. Pneu montado contra a seta escoa pior a água e pode desgastar de forma estranha. Peça para conferir a seta antes de encher o pneu, porque depois dá trabalho desmontar.
  • Comprar pneu velho de estoque ou usado. Pneu usado tem histórico desconhecido: pode ter sido rodado com pressão baixa ou ter levado pancada. Pneu novo muito antigo de prateleira já vem com borracha endurecida. Olhe a data e a procedência.
  • Usar pneu dianteiro atrás. Pneus dianteiros e traseiros têm estrutura, perfil e borracha diferentes. Montar um dianteiro na roda de trás, mesmo que caiba, é usar o pneu para um trabalho que ele não foi feito para fazer.
  • Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.

A One 125 ao longo dos anos

A família One 125 reúne 3 versões e 3 gerações no catálogo, de 2009 a 2013. As medidas do pneu traseiro desta família ainda estão em conferência no catálogo.

A One 125 ESD na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da One 125 ESD nesta geração ficam entre R$ 2.423 e R$ 3.489. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

AnoFIPE
2013R$ 3.489
2012R$ 3.403
2011R$ 3.083
2010R$ 2.830
2009R$ 2.423

Pneu traseiro nos outros anos e versões da One 125

VersãoAnosMedida
One 125 ESD (esta página) 2009–2013 em conferência
One 125 ES 2009–2013 em conferência
One 125 EX 2009–2013 em conferência

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da One 125 ESD 2009–2013

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Iros One 125 ESD 2009–2013

Perguntas frequentes

Pneu mais grosso atrás faz mal?

O ideal é manter a medida original. Pneu mais largo pode até caber, mas costuma piorar a dirigibilidade, pode raspar em peças e altera o diâmetro da roda. Algumas motos aceitam medida alternativa; isso precisa vir do manual.

Por que o pneu traseiro gasta mais que o dianteiro?

Sim, é normal. O traseiro carrega a maior parte do peso, inclusive da garupa, e é ele que transmite a força do motor para o chão em cada arrancada. Por isso, em geral, ele gasta antes que o dianteiro.

O que quer dizer o número e a letra depois da medida?

O número é o índice de carga, que indica quanto peso o pneu aguenta, e a letra é o símbolo de velocidade, que indica a velocidade máxima para a qual ele foi feito. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.

Qual a pressão certa do pneu traseiro?

Quem manda é o manual da sua moto. O valor muda conforme o modelo e conforme a carga, e o traseiro costuma pedir mais pressão que o dianteiro. Calibre a frio e, se for levar garupa, use o valor indicado para isso.

Pneu traseiro de moto: guia geral e lista de motos