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Mesa superior do garfo da Pegassi BR III 150 2009

O que define a mesa superior do garfo certa para a BR III 150 desses anos, e onde encontrar.

Mesa superior do garfo que serve

BR III 150 2009

Moto
Pegassi BR III 150
Anos
2009

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com mesa superior do garfo para a Pegassi BR III 150

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A mesa superior certa para a BR III 150 2009

Não há uma "medida" que resolva a mesa superior: ela é desenhada para a BR III 150. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a BR III 150 2009; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Para que serve a mesa superior da BR III 150

A mesa superior é a peça que une o topo das duas bengalas e prende a coluna de direção por cima. Junto com a mesa inferior, ela forma o conjunto que mantém as bengalas paralelas, na distância e no ângulo certos. É pela porca central da mesa superior que a caixa de direção fica travada depois de ajustada.

Em muitas motos, a mesa superior também carrega o guidão, por meio de pedestais, e serve de apoio para o contato da chave e, em alguns modelos, para o painel. Por esse motivo, quando ela entorta ou trinca, o problema aparece no guidão, na direção e até no funcionamento do garfo.

Como a mesa superior trabalha na BR III 150

Para entender a mesa superior desta moto, vale olhar a ficha: a BR III 150 é uma street de 150 cc.

Em moto de uso diário como a BR III 150, tombos parados e quedas em baixa velocidade são as causas mais comuns de mesa danificada. O guidão torto depois disso merece avaliação, não só realinhamento.

Quando desconfiar da mesa superior

Alguns sintomas de mesa torta se confundem com bengala empenada ou guidão torto. Por isso, depois de qualquer tombo, vale olhar a frente inteira com calma.

  • Suporte da chave quebrado. Em muitas motos o contato da ignição fica preso na mesa superior. Uma queda ou uma tentativa de furto pode quebrar as orelhas de fixação, e o contato fica solto ou torto.
  • Garfo duro ou com atrito. Suspensão dianteira que ficou áspera depois de uma queda nem sempre é problema do garfo. A mesa empenada pode estar forçando as bengalas e travando o curso.
  • Guidão com folga nos pedestais. Se o guidão mexe dentro das abraçadeiras ou os pedestais têm jogo na mesa, a fixação não está segura. Confira primeiro os pedestais e os parafusos; se a folga estiver no furo da mesa, é caso de troca.
  • Bengalas desalinhadas. Se as bengalas não ficam paralelas mesmo depois de soltar e reapertar as abraçadeiras, alguma das mesas está fora de esquadro. É sinal típico de queda forte de frente.
  • Rosca espanada. Parafuso que não firma é sinal de rosca danificada. Em alguns casos, a oficina recupera a rosca com reparo próprio; em outros, sobretudo se houver trinca junto, a mesa precisa ser trocada.

O que conferir antes de comprar a mesa superior

Na mesa superior, quase tudo é medida. Leve as informações da moto e, se puder, a mesa antiga para comparar lado a lado.

  • Parafusos e componentes inclusos. Veja se a mesa vem com parafusos novos. Parafuso esticado ou com rosca danificada não deve voltar para a peça nova.
  • Material e acabamento. Olhe com atenção a peça na mão: superfície lisa, furos limpos, roscas bem feitas. Em peça fundida, falhas de acabamento podem esconder fragilidade.
  • Distância e diâmetro das bengalas. Os furos precisam ter o diâmetro exato das bengalas e a mesma distância entre centros da mesa inferior. Se não baterem, o garfo trabalha forçado ou nem monta.
  • Furo da coluna e avanço. O furo central precisa casar com a coluna de direção, e a posição dele em relação às bengalas, o chamado avanço, faz parte da geometria. Mesa com avanço diferente muda o comportamento da direção.
  • Peça usada: só com inspeção. Mesa usada de desmanche pode ter passado por queda. Se optar por ela, confira trincas, empeno e roscas, compare com a original e, de preferência, peça que a oficina avalie antes de montar.

O que a oficina faz para trocar a mesa superior

Por ser parte da direção, a mesa superior precisa ser montada com torques e alinhamento corretos. A sequência abaixo mostra o caminho.

  1. Apoiar a moto com segurança. O primeiro passo é deixar a moto firme e, de preferência, com a roda dianteira levemente aliviada. Isso facilita o alinhamento das bengalas depois.
  2. Soltar o guidão e os componentes. Saem guidão, painel e o que estiver fixado na mesa. Tudo é apoiado com cuidado, sem pendurar pelo chicote nem pelo flexível do freio.
  3. Soltar abraçadeiras e porca da coluna. As abraçadeiras da mesa superior nas bengalas são afrouxadas e a porca central da coluna é retirada. A mesa sai puxada para cima, sem forçar.
  4. Conferir a caixa e as bengalas. Com a mesa fora, aproveita-se para conferir a caixa de direção, o topo das bengalas e a coluna. Em caso de queda, a bengala também pode estar empenada.
  5. Transferir contato e acessórios. O contato da ignição e outros suportes passam para a mesa nova. Alguns contatos usam parafusos especiais, que precisam ser trocados por novos. O chicote volta pelo mesmo caminho.
  6. Montar e alinhar o garfo. A mesa nova desce sobre a coluna e as bengalas, com as bengalas na mesma altura acima da mesa, conforme o manual. Com as fixações levemente apertadas, o garfo é alinhado antes do aperto final.
  7. Apertar no torque correto. Porca da coluna e abraçadeiras são apertadas com torquímetro, nos valores e na ordem do manual. Aperto de mais em abraçadeira de alumínio pode deformar a bengala e espanar a rosca.
  8. Remontar o guidão e testar. O teste final confere giro da direção, folga, funcionamento da chave e do painel, freio dianteiro e alinhamento do guidão com a roda. Só depois a moto sai para rodar.

Mesa superior não é peça para adaptação nem para desempeno caseiro. Prefira oficina com torquímetro e manual de serviço, e verifique na entrega se o guidão está alinhado com a roda.

O que não fazer com a mesa superior da moto

Estes são os tropeços mais vistos com a mesa superior, na compra e na montagem. Evitá-los poupa dinheiro e deixa a moto segura.

  • Ignorar trinca pequena. Trinca fina na mesa não fica estável: com vibração e frenagens, ela cresce. Achou trinca, troque a peça antes de seguir rodando.
  • Reaproveitar parafusos danificados. Parafuso com rosca amassada ou esticado por aperto excessivo não deve voltar para a mesa nova. Ele pode espanar a rosca nova ou não segurar o aperto.
  • Usar mesa de outro modelo. Adaptar mesa de outra moto, mesmo que encaixe, pode mudar o avanço e a distância entre bengalas. A direção fica diferente e o garfo pode trabalhar forçado.

Como cuidar da mesa superior da BR III 150

A mesa superior dura a vida da moto quando é montada direito e não sofre impacto. Os cuidados giram em torno de aperto correto e atenção depois de quedas.

  • Não use a mesa como alça. Evite levantar ou empurrar a moto puxando pela mesa ou pelo guidão de forma brusca. A força concentrada nos pedestais pode forçar os furos com o tempo.
  • Inspecione depois de qualquer tombo. Até tombo parado pode torcer o guidão e forçar a mesa. Depois de qualquer queda, olhe o alinhamento do guidão com a roda e procure trincas perto dos furos.
  • Use o torque do manual. Aperto "no braço" é a principal causa de rosca espanada na mesa. Peça para a oficina usar torquímetro nos parafusos das bengalas, da coluna e dos pedestais.

A BR III 150 na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), a BR III 150 vale R$ 7.107. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.

Outras peças da BR III 150 2009

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Pegassi BR III 150 2009

Perguntas frequentes

Posso usar a mesa superior de outro modelo na BR III 150?

Em geral, não sem conferir. A mesa superior é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Guidão torto e mesa torta se trocam juntos?

Nem sempre. Guidão torto se troca por ele mesmo; mesa empenada, também. O que não dá é montar guidão novo em mesa torta, ou o contrário, e esperar que a frente fique alinhada. Verifique as duas peças depois de qualquer tombo.

Vale trocar por mesa usinada?

Pode valer pelo acabamento, desde que a geometria seja a original. Desconfie de promessa de "direção mais rápida" sem dados técnicos, e confira se a peça recebe o contato da chave e o guidão que você já tem.

Mesa superior torta deixa a moto puxando?

Pode deixar. Mesa empenada desalinha as bengalas e o guidão. Mas guidão girado nos pedestais, bengala torta e roda fora do lugar causam sintomas parecidos. A oficina precisa examinar a frente toda.

Dá para desempenar a mesa superior?

Não é recomendado. A mesa, principalmente de alumínio, pode trincar por dentro ao ser forçada, e a falha aparece depois. Mesa empenada deve ser trocada por uma nova ou usada em bom estado e conferida.

A troca da mesa é difícil?

Não é recomendado sem experiência. A troca envolve o ajuste da caixa de direção, o alinhamento das bengalas e torques específicos. Como é peça de direção, a oficina é o caminho seguro.

Mesa superior do garfo de moto: guia geral e lista de motos