tudo de moto

Sensor de posição da borboleta (TPS) da BMW R 1200 RT 2005–2013

O que define a sensor de posição da borboleta (tps) certa para a R 1200 RT desses anos, e onde encontrar.

Sensor de posição da borboleta (TPS) que serve

R 1200 RT 2005–2013

Moto
BMW R 1200 RT
Anos
2005 a 2013
Cilindrada
1.170 cc
Alimentação
Injeção eletrônica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com sensor de posição da borboleta (tps) para a BMW R 1200 RT

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura sensor de posição da borboleta (tps) para a BMW R 1200 RT 2005–2013. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

O sensor TPS certo para a R 1200 RT 2005–2013

Não há uma "medida" que resolva o sensor TPS: ele é desenhado para a R 1200 RT. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a R 1200 RT e os anos 2005–2013), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

O que o sensor TPS faz na R 1200 RT

Quando você gira a manopla, o que muda primeiro é a abertura da borboleta, e a central da injeção precisa saber disso na hora. O sensor TPS faz essa ponte: transforma a posição da borboleta num sinal elétrico que sobe conforme ela abre. Na maioria das motos ele recebe uma tensão de referência da central e devolve um sinal proporcional à abertura.

Se esse sinal falha, a central passa a calcular a mistura com uma informação errada. O resultado aparece como marcha lenta instável, engasgos, consumo maior e trancos no acelerador, às vezes com a luz da injeção acesa no painel.

O sensor TPS na R 1200 RT: o que a ficha diz

Na ficha, a R 1200 RT 2005–2013 aparece como uma touring de 1.170 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida.

Em motos grandes, é comum haver mais de um corpo de borboleta, sincronizados entre si, e em alguns modelos acelerador eletrônico. Se a R 1200 RT for assim, qualquer serviço no TPS exige o manual de serviço e o equipamento de diagnóstico da marca.

Como saber se o sensor TPS precisa de troca

Antes de comprar o sensor, repare em quando a falha aparece. TPS ruim costuma dar sinais ligados a uma posição do acelerador ou à transição entre fechado e aberto.

  • Dificuldade para pegar. Em alguns sistemas de injeção, a central corta o combustível na partida quando entende que o acelerador está todo aberto, para limpar um motor afogado. Se o TPS informa abertura errada, a moto pode ter dificuldade para pegar.
  • Luz da injeção acesa. Quando o sinal do TPS sai da faixa esperada ou some, muitas centrais registram um código de defeito e acendem a luz de anomalia. Em várias motos, a central entra num modo de emergência e a moto anda, mas sem força.
  • Morre ao fechar o acelerador. Se a moto morre na desaceleração ou ao chegar na marcha lenta, a central pode estar recebendo um sinal errado de posição da borboleta. Corpo de borboleta muito sujo provoca o mesmo sintoma e deve ser descartado antes.
  • Consumo maior que o normal. Um aumento de consumo sem explicação, acompanhado de marcha lenta estranha ou trancos, pode estar ligado a um sinal errado de posição da borboleta. Isoladamente, consumo alto tem muitas causas.

Como escolher o sensor TPS certo para a R 1200 RT

Antes de levar o sensor, tenha em mãos os dados da moto e, se possível, a peça antiga. Isso evita a troca errada e a volta à loja.

  • Código da peça original. O código gravado no sensor ou listado no catálogo de peças da marca é a referência mais segura. As boas peças de reposição informam a qual código original correspondem.
  • Encaixe no eixo e fixação. O TPS encaixa na ponta do eixo da borboleta por um formato próprio e é preso por parafusos em furos que podem ser fixos ou oblongos, para ajuste. Compare com o antigo: encaixe diferente não funciona, mesmo que o corpo do sensor pareça igual.
  • Conector e número de fios. Olhe o plugue com atenção. Sensor certo encaixa no chicote da moto sem adaptação. Se for preciso cortar fio, a peça não é a da aplicação.
  • Sensor avulso ou conjunto. Em algumas motos o TPS é vendido separado. Em outras, ele faz parte de um conjunto de sensores montado no corpo de borboleta, e a fabricante só fornece o conjunto ou o corpo completo. Saiba qual é o caso da sua antes de procurar.

O serviço de troca do TPS, do diagnóstico à calibração

A troca do sensor de posição da borboleta exige mais cuidado do que força. Veja como o trabalho deve ser feito na oficina, do teste inicial ao teste rodando.

  1. Confirmar o defeito. Com o scanner, o mecânico lê os códigos e acompanha o valor do TPS enquanto abre a borboleta devagar, de fechada a totalmente aberta. O sinal deve subir de forma suave, sem saltos nem quedas.
  2. Desligar a chave e a bateria. Tudo desligado: chave fora do contato e cabo negativo da bateria solto. Isso evita registrar falhas na central durante o serviço.
  3. Acessar o corpo de borboleta. O acesso varia muito: em algumas motos o sensor fica à vista; em outras, é preciso remover tanque ou carenagem. Nada de alavancar peças plásticas: elas quebram e viram barulho depois.
  4. Marcar e retirar o sensor antigo. Se o sensor tiver furos oblongos de ajuste, a posição é marcada antes de soltar. O conector é desconectado pela trava, os parafusos saem e o sensor é retirado sem girar o eixo da borboleta à força.
  5. Instalar o sensor novo. O sensor novo é encaixado no eixo na posição certa, sem forçar, com o anel de vedação no lugar quando houver. Os parafusos recebem aperto leve, conforme o manual. Aperto demais trinca a carcaça plástica.
  6. Ajustar ou fazer o reset. É a etapa que separa a troca bem feita da troca que deixa a moto pior. Conforme o modelo, o ajuste é feito com scanner, com um procedimento na própria moto ou girando o sensor nos furos de regulagem até o valor do manual.
  7. Conferir o acelerador. Antes de ligar a moto, gire a manopla e solte em várias posições do guidão: ela tem de voltar sozinha até o fim. Qualquer prisão no retorno precisa ser resolvida antes de rodar.
  8. Apagar códigos e testar rodando. Os códigos antigos são apagados, o motor é ligado até a temperatura de trabalho e a marcha lenta é conferida. Depois vem o teste rodando, passando pelas aberturas de acelerador em que a falha aparecia.

Se a falha continuar com o sensor novo, o problema pode estar na fiação, no corpo de borboleta, numa entrada falsa de ar ou em outro sensor. Volte à oficina com a nota da peça e do serviço.

Erros que fazem a troca do TPS dar errado

O sensor é pequeno e barato perto de outras peças da injeção, o que faz muita gente trocá-lo no chute. Veja os erros mais comuns.

  • Apagar a luz e esquecer. Luz da injeção apagada não quer dizer moto consertada. Se o código volta, o defeito persiste, e a central está avisando de novo.
  • Pular o ajuste ou o reset. Nas motos que exigem calibração, instalar o sensor e sair rodando deixa a central trabalhando com a referência errada. A marcha lenta e a resposta do acelerador podem ficar piores do que com o sensor velho.
  • Trocar sem diagnóstico. O TPS costuma levar a culpa de falhas que vêm de outro lugar. Medir o sinal leva poucos minutos e evita gastar com a peça errada.

O que ajuda o sensor TPS no dia a dia

Não dá para impedir o desgaste natural, mas dá para evitar os danos que encurtam a vida do sensor. Veja o que fazer.

  • Proteja a fiação. O chicote do sensor deve ficar preso nas presilhas originais, sem esticar quando o guidão vira e sem encostar em peças quentes. Fio esticado se rompe por dentro da capa e dá falha intermitente.
  • Peça leitura da central na revisão. Mesmo sem luz acesa, a central pode ter códigos guardados. Pedir a leitura na revisão ajuda a pegar problemas no começo.
  • Regule a folga do cabo do acelerador. Folga errada no cabo muda a leitura do TPS na posição fechada. Na revisão, peça para conferir a folga e o retorno do acelerador.

O sensor TPS nos outros anos da R 1200 RT

A família R 1200 RT reúne 1 versão e 2 gerações no catálogo, de 2005 a 2014. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas o sensor TPS pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão R 1200 RT 2014.

A R 1200 RT na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da R 1200 RT nesta geração ficam entre R$ 40.740 e R$ 60.458. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do sensor TPS chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2013R$ 60.458
2012R$ 58.983
2011R$ 53.175
2010R$ 51.878
2009R$ 47.522
2008R$ 44.610
2007R$ 43.218
2006R$ 42.163

Sensor de posição da borboleta (TPS) nos outros anos e versões da R 1200 RT

VersãoAnos
R 1200 RT 2014
R 1200 RT (esta página) 2005–2013

Outras peças da R 1200 RT 2005–2013

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da BMW R 1200 RT 2005–2013

Perguntas frequentes

O sensor TPS de outra moto serve na R 1200 RT?

Em geral, não sem conferir. O sensor TPS é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Para que serve o TPS?

TPS é o sensor de posição da borboleta. Ele fica no corpo de borboleta e informa à central da injeção quanto o acelerador está aberto. Com essa informação, a central ajusta a quantidade de combustível e a ignição, principalmente na aceleração, na desaceleração e na marcha lenta.

Tem que fazer reset do TPS?

Em muitas motos, sim. O sensor precisa ser ajustado até o valor especificado com a borboleta fechada, ou a central precisa reaprender essa posição por um procedimento de reset. O método varia por fabricante e está no manual de serviço.

Como testar o sensor de posição da borboleta?

Dá, com cuidado e com o valor do manual em mãos. Com a chave ligada, mede-se o sinal enquanto a borboleta é aberta devagar: ele deve variar de forma contínua, sem saltos. Pontos mortos rápidos às vezes escapam do multímetro, e por isso o scanner ou o osciloscópio são mais confiáveis.

Ajustar o TPS deixa a moto mais forte?

Não. O ajuste do TPS serve para a central receber a posição correta da borboleta, como o fabricante previu. Deslocar o sensor fora do valor especificado não dá potência: deixa a mistura errada e a moto pior.

Sensor de posição da borboleta (TPS) de moto: guia geral e lista de motos