Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1999
Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Electra Glide Standard FLHT usada.
- Touring
- 1.450 cc
- Gasolina
FIPE 1999
Sem preço na tabela
- Moto
- Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT
- Ano-modelo
- 1999
- Geração
- 1999–2001
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810007-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT
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Anunciar nesta páginaA Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1999 em resumo
Do ano-modelo 1999, a Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT é uma touring de 1.450 cc. Ela pertence à geração 1999–2001, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. Em vez de corrente, a Electra Glide Standard FLHT usa correia dentada até a roda traseira. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
O que esperar de uma touring
Touring é sinônimo de estrada. São motos grandes, com carenagem que protege o corpo, assento largo e equipamentos que deixam a viagem mais confortável. Atendem a quem roda muitos quilômetros por ano, muitas vezes em dupla e com bagagem, e quer chegar descansado ao destino.
Na hora de comprar usada, não se assuste com o hodômetro: esse tipo de moto foi feito para acumular quilômetros. Assuste-se, sim, com revisões atrasadas, acessórios mal instalados, parte elétrica cheia de emendas e peças de acabamento quebradas, que costumam custar caro e demorar a chegar.
Outras versões da Touring em 1999
A Electra Glide Standard FLHT não era a única Touring de 1999: havia mais 6 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- Electra Glide Classic FLHTC 1999: 1.584 cc (nesta: 1.450 cc).
- Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1999 (R$ 41.757): alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador); 1.690 cc (nesta: 1.450 cc).
- Road King Classic FLHRC / Custom FLHRSI 1999 (R$ 45.710): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador); 1.746 cc (nesta: 1.450 cc).
- Road King FLHR 1999 (R$ 52.106): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- Ultra Classic Electra Glide FLHTCUI (1999-2000) 1999 (R$ 41.773): alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador).
- Ultra Glide FLHTCU (1995-1999) 1999 (R$ 43.614): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Electra Glide Standard FLHT 1999
Medidas de manutenção da Electra Glide Standard FLHT 1999, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (conferida)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) (conferida)
- Pneu dianteiro: MT90B16 72H (conferida)
- Pneu traseiro: MU85B16 77H (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro (conferida)
- Filtro de ar: papel seco (conferida)
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno) (conferida)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone) (conferida)
Comprando uma Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1999 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas acompanham a moto.
Cuidados que acompanham uma moto 1999
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1999 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 27 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
A Electra Glide Standard FLHT em outros anos
Anos-modelo da Electra Glide Standard FLHT no catálogo, de 2001 a 1995, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Electra Glide Standard FLHT 1999
| Cilindrada | 1.450 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) conferido |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) conferido |
| Pneu dianteiro | MT90B16 72H conferido |
| Pneu traseiro | MU85B16 77H conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro conferido |
| Filtro de ar | papel seco conferido |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) conferido |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Electra Glide Standard FLHT 1999
As peças desta moto são as da geração 1999–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Que óleo usar na Electra Glide Standard FLHT 1999?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Qual pneu usa a Electra Glide Standard FLHT 1999?
Dianteiro MT90B16 72H e traseiro MU85B16 77H.
Quantas cilindradas tem a Electra Glide Standard FLHT 1999?
A Electra Glide Standard FLHT 1999 tem 1.450 cc, com motor quatro tempos e carburador.
A Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1999 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1999 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Como saber se a Electra Glide Standard FLHT 1999 tem recall pendente?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.
Moto com 27 anos é isenta de IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.