Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1998
Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Electra Glide Standard FLHT usada.
- Touring
- 1.450 cc
- Gasolina
FIPE 1998
R$ 31.706
- Moto
- Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT
- Ano-modelo
- 1998
- Geração
- 1995–1998
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810007-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT
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Anunciar nesta páginaA Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1998 em resumo
A Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1998 é uma touring de 1.450 cc. Ela pertence à geração 1995–1998, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. Em vez de corrente, a Electra Glide Standard FLHT usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.
A Electra Glide Standard FLHT 1998 na tabela FIPE
O preço médio da Electra Glide Standard FLHT 1998 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 31.706. A do ano 1997 sai por R$ 25.708 (+23,3% de diferença). Comparada com a 2001 (R$ 43.741), a moto de 1998 custa 28% a menos: em média, perdeu 10,2% de valor a cada ano.
Entre as 18 motos touring ano 1998 com preço na FIPE, 11 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto touring
Para quem pensa em viagens longas, a touring é a resposta mais completa. Ela protege do vento, carrega bagagem de verdade, leva o garupa com conforto e costuma ter transmissão de pouca manutenção, como cardã ou correia. A cidade, porém, não é seu ambiente preferido: peso e largura cobram nas manobras e no estacionamento.
Uma touring usada pode ter rodado muito sem problema algum, desde que as revisões tenham sido feitas no prazo do manual. Teste malas, travas, para-brisa e comandos elétricos e procure sinais de tombo parado nos protetores e nas malas.
Outras versões da Touring em 1998
A Electra Glide Standard FLHT não era a única Touring de 1998: havia mais 7 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- Electra Glide Classic FLHTC 1998 (R$ 34.748): 1.584 cc (nesta: 1.450 cc).
- Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 (R$ 40.738): 1.690 cc (nesta: 1.450 cc).
- Electra Glide Ultra Classic FLHTCUI (injeção) 1998 (R$ 30.140): alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador); 1.338 cc (nesta: 1.450 cc).
- Road King Classic FLHRC / Custom FLHRSI 1998 (R$ 43.234): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.746 cc (nesta: 1.450 cc).
- Road King FLHR 1998 (R$ 50.835): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
- Road King FLHR-I (injeção) 1998 (R$ 29.295): alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador); 1.338 cc (nesta: 1.450 cc).
- Ultra Glide FLHTCU (1995-1999) 1998 (R$ 42.550): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Peças e medidas da Electra Glide Standard FLHT 1998
Estas são as medidas que mais se procura para a Electra Glide Standard FLHT 1998. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC)
- Pneu dianteiro: MT90B16
- Pneu traseiro: MT90B16
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3)
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone)
O que conferir antes de comprar uma Electra Glide Standard FLHT 1998 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
O que a idade pede na Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1998
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Electra Glide Standard FLHT 1998.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Electra Glide Standard FLHT ainda for a original, numa moto de 28 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
- Chicote e conectores. Uma moto de 28 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a Electra Glide Standard FLHT 1998 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 28 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
Alternativas à Electra Glide Standard FLHT 1998
Quem procura uma Electra Glide Standard FLHT 1998 costuma comparar com outras motos touring do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- BMW R 1100 RT 1998 · R$ 27.231 · 1.085 cc
- Kawasaki Vulcan 1500 Nomad 1998 · R$ 27.221 · 1.470 cc
- BMW K 1200 RS 1998 · R$ 27.183 · 1.171 cc
Outros anos da Electra Glide Standard FLHT
Anos-modelo da Electra Glide Standard FLHT no catálogo, de 2001 a 1995, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Electra Glide Standard FLHT 1998
| Cilindrada | 1.450 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS) |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) |
| Pneu dianteiro | MT90B16 |
| Pneu traseiro | MT90B16 |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) |
| Filtro de ar | papel seco |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Electra Glide Standard FLHT 1998
As peças desta moto são as da geração 1995–1998. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Electra Glide Standard FLHT 1998?
Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1998 vale R$ 31.706 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a medida do pneu da Electra Glide Standard FLHT 1998?
Dianteiro MT90B16 e traseiro MT90B16.
Qual a cilindrada da Electra Glide Standard FLHT 1998?
A Electra Glide Standard FLHT 1998 tem 1.450 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Que óleo usar na Electra Glide Standard FLHT 1998?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). Confira no manual o prazo de troca.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.
Manter uma moto 1998 custa caro?
Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e alimentação.
A Harley-Davidson Electra Glide Standard FLHT 1998 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.