Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998
Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU usada.
- Touring
- 1.690 cc
- Gasolina
FIPE 1998
R$ 40.738
- Moto
- Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
- Ano-modelo
- 1998
- Geração
- 1995–1998
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810031-4. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 em resumo
A Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 é uma touring de 1.690 cc. O ano-modelo 1998 faz parte da geração vendida de 1995 a 1998. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco.
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU ano 1998 está cotada em R$ 40.738. A do ano 1997 sai por R$ 37.524 (+8,6% de diferença); a de 1999 custa R$ 41.757. Comparada com a 2011 (R$ 60.081), a moto de 1998 custa 32% a menos: em média, perdeu 2,9% de valor a cada ano.
Entre as 18 motos touring ano 1998 com preço na FIPE, 13 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU e o jeito touring de andar
Touring é sinônimo de estrada. São motos grandes, com carenagem que protege o corpo, assento largo e equipamentos que deixam a viagem mais confortável. Atendem a quem roda muitos quilômetros por ano, muitas vezes em dupla e com bagagem, e quer chegar descansado ao destino.
Na hora de comprar usada, não se assuste com o hodômetro: esse tipo de moto foi feito para acumular quilômetros. Assuste-se, sim, com revisões atrasadas, acessórios mal instalados, parte elétrica cheia de emendas e peças de acabamento quebradas, que costumam custar caro e demorar a chegar.
As versões da Touring em 1998
Em 1998, a família Touring tinha 8 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- Electra Glide Classic FLHTC 1998 (R$ 34.748): 1.584 cc (nesta: 1.690 cc).
- Electra Glide Standard FLHT 1998 (R$ 31.706): 1.450 cc (nesta: 1.690 cc).
- Electra Glide Ultra Classic FLHTCUI (injeção) 1998 (R$ 30.140): alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador); 1.338 cc (nesta: 1.690 cc).
- Road King Classic FLHRC / Custom FLHRSI 1998 (R$ 43.234): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.746 cc (nesta: 1.690 cc).
- Road King FLHR 1998 (R$ 50.835): 1.450 cc (nesta: 1.690 cc).
- Road King FLHR-I (injeção) 1998 (R$ 29.295): alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador); 1.338 cc (nesta: 1.690 cc).
- Ultra Glide FLHTCU (1995-1999) 1998 (R$ 42.550): 1.450 cc (nesta: 1.690 cc).
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998
Estas são as medidas que mais se procura para a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC)
- Pneu dianteiro: MT90B16
- Pneu traseiro: MT90B16
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3)
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone)
Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
O que a idade pede na Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Chicote e conectores. Uma moto de 28 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
Outros anos da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU foi vendida em 17 anos-modelo, de 1995 a 2011. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998
| Cilindrada | 1.690 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS) |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) |
| Pneu dianteiro | MT90B16 |
| Pneu traseiro | MT90B16 |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) |
| Filtro de ar | papel seco |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998
As peças desta moto são as da geração 1995–1998. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 vale R$ 40.738 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). Confira no manual o prazo de troca.
Qual a cilindrada da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998?
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998 tem 1.690 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual pneu usa a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998?
Dianteiro MT90B16 e traseiro MT90B16.
Manter uma moto 1998 custa caro?
A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.
Como fica o seguro de uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 1998?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.