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Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001

Preço FIPE do ano-modelo 2001, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU usada.

  • Touring
  • 1.690 cc
  • Gasolina
Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001
Imagem ilustrativa.

FIPE 2001

R$ 44.226

Moto
Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
Ano-modelo
2001
Geração
1999–2006

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810031-4. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001

Do ano-modelo 2001, a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU é uma touring de 1.690 cc. Ela pertence à geração 1999–2006, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Em vez de corrente, a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.

A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 vale R$ 44.226. A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2000 fica em R$ 43.081 (+2,7% de diferença); a de 2002 custa R$ 45.671. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2011, R$ 60.081), a 2001 vale 26% menos, uma média de 3,0% por ano.

Na comparação com as 15 motos touring 2001 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 11 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU e o jeito touring de andar

Touring é sinônimo de estrada. São motos grandes, com carenagem que protege o corpo, assento largo e equipamentos que deixam a viagem mais confortável. Atendem a quem roda muitos quilômetros por ano, muitas vezes em dupla e com bagagem, e quer chegar descansado ao destino.

Na hora de comprar usada, não se assuste com o hodômetro: esse tipo de moto foi feito para acumular quilômetros. Assuste-se, sim, com revisões atrasadas, acessórios mal instalados, parte elétrica cheia de emendas e peças de acabamento quebradas, que costumam custar caro e demorar a chegar.

As versões da Touring em 2001

A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU não era a única Touring de 2001: havia mais 4 versões. Compare o que muda antes de escolher.

Medidas de manutenção da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001

Para a manutenção da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Uma moto 2001 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.

A manutenção que uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 pede

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2001 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU ainda for a original, numa moto de 25 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 25 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 25 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.

Outras motos touring 2001 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos touring 2001 com valor FIPE perto do da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU.

Todos os anos da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU

Anos-modelo da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU no catálogo, de 2011 a 1995, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001

Medidas e especificações
Cilindrada1.690 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) conferido
Vela de igniçãoHarley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) conferido
Pneu dianteiroMT90B16 72H conferido
Pneu traseiroMU85B16 77H conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Lâmpada do farolH4 60/55W (halógeno) conferido
Fluido de freioDOT 5 (silicone) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001

As peças desta moto são as da geração 1999–2006. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001?

Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 vale R$ 44.226 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001?

Dianteiro MT90B16 72H e traseiro MU85B16 77H.

Quantas cilindradas tem a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001?

A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001 tem 1.690 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual o óleo da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001?

A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Como fica o seguro de uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2001?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.