Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005
Preço FIPE do ano-modelo 2005, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU usada.
- Touring
- 1.690 cc
- Gasolina
FIPE 2005
R$ 49.775
- Moto
- Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
- Ano-modelo
- 2005
- Geração
- 1999–2006
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810031-4. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaElectra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005: o essencial
Do ano-modelo 2005, a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU é uma touring de 1.690 cc. Ela pertence à geração 1999–2006, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Com injeção eletrônica, a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Em vez de corrente, a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU ano 2005 está cotada em R$ 49.775. A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2004 fica em R$ 48.171 (+3,3% de diferença); a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2006 está em R$ 51.107. Comparada com a 2011 (R$ 60.081), a moto de 2005 custa 17% a menos: em média, perdeu 3,1% de valor a cada ano.
Entre as 12 motos touring ano 2005 com preço na FIPE, 9 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU e o jeito touring de andar
Touring é sinônimo de estrada. São motos grandes, com carenagem que protege o corpo, assento largo e equipamentos que deixam a viagem mais confortável. Atendem a quem roda muitos quilômetros por ano, muitas vezes em dupla e com bagagem, e quer chegar descansado ao destino.
Na hora de comprar usada, não se assuste com o hodômetro: esse tipo de moto foi feito para acumular quilômetros. Assuste-se, sim, com revisões atrasadas, acessórios mal instalados, parte elétrica cheia de emendas e peças de acabamento quebradas, que costumam custar caro e demorar a chegar.
As versões da Touring em 2005
Em 2005, a família Touring tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- CVO Screamin' Eagle Electra Glide 2005 (R$ 49.185): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- Electra Glide Classic FLHTC 2005 (R$ 49.084): alimentação carburador (nesta: injeção eletrônica); 1.584 cc (nesta: 1.690 cc).
- Road King Classic FLHRC / Custom FLHRSI 2005 (R$ 56.486): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.746 cc (nesta: 1.690 cc).
Medidas de manutenção da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005
Para a manutenção da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (conferida)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) (conferida)
- Pneu dianteiro: MT90B16 72H (conferida)
- Pneu traseiro: MU85B16 77H (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro (conferida)
- Filtro de ar: papel seco (conferida)
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno) (conferida)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone) (conferida)
Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas vêm junto.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
O que a idade pede na Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2005 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
Alternativas à Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005
Para comparar: motos touring 2005 com valor FIPE perto do da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU.
- BMW K 1200 LT 2005 · R$ 49.589 · 1.171 cc
- BMW R 1200 RT 2005 · R$ 40.740 · 1.170 cc
Outros anos da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
Anos-modelo da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU no catálogo, de 2011 a 1995, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005
| Cilindrada | 1.690 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) conferido |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) conferido |
| Pneu dianteiro | MT90B16 72H conferido |
| Pneu traseiro | MU85B16 77H conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro conferido |
| Filtro de ar | papel seco conferido |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) conferido |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005
As peças desta moto são as da geração 1999–2006. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005 vale R$ 49.775 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005?
A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005 tem 1.690 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual pneu usa a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005?
Dianteiro MT90B16 72H e traseiro MU85B16 77H.
Que óleo usar na Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Como fica o seguro de uma Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2005?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.