Suzuki GSX-S1000F 2016–2020
Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a GSX-S1000F fabricada de 2016 a 2020. 1ª geração (lançamento).
- Touring
- 999 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Vela de ignição | NGK CR9EIA-9 | referência |
| Pneu dianteiro | 120/70 ZR17 58W | referência |
| Pneu traseiro | 190/50 ZR17 73W | referência |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Suzuki GSX-S1000F
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Suzuki GSX-S1000F 2016–2020. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças da GSX-S1000F 2016–2020
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a GSX-S1000F 2016–2020
A Suzuki GSX-S1000F nos anos-modelo de 2016 a 2020 é uma touring de 999 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. 1ª geração (lançamento).
Pela FIPE (outubro de 2026), uma GSX-S1000F desta geração custa entre R$ 41.710 e R$ 53.872, conforme o ano.
Como ler a ficha técnica da GSX-S1000F
- Potência: 150 cv a 10.000 rpm (dado do modelo 2021)
- Torque: 11,0 kgf.m (108 N.m) a 9.500 rpm (dado do modelo 2021)
- Peso: 215 kg (em ordem de marcha, com ABS)
- Tanque: 17 litros
- Altura do banco: 810 mm
- Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 1,4 kg/cv
Entender a ficha da Suzuki GSX-S1000F ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força disponível.
- Refrigeração líquida. Com refrigeração líquida, um radiador, uma bomba e um líquido próprio mantêm o motor sempre na temperatura ideal, faça calor ou frio, esteja a moto parada ou na estrada. Isso permite motores mais potentes e mais estáveis no uso. Em troca, há mais peças: mangueiras, ventoinha e líquido de arrefecimento, que tem prazo de troca no manual.
- Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
A GSX-S1000F no dia a dia
No uso real, a touring é feita para dias inteiros de estrada. Você chega ao destino menos cansado, o garupa viaja quase como num sofá e a bagagem cabe nas malas sem improviso. Equipamentos de conforto e proteção aerodinâmica deixam até a chuva e o frio mais toleráveis.
O contrapeso está nas manobras lentas e no estacionamento: empurrar a moto em rampa ou em chão de cascalho exige técnica e força. No trânsito urbano, o porte da GSX-S1000F é exagerado para o anda e para. E em estrada de chão, o peso e a distância do solo limitam. Na rodovia, porém, poucas motos fazem tão bem o que ela faz.
Bateria, pneus, vela e óleo da GSX-S1000F 2016–2020
Referências de manutenção da GSX-S1000F 2016–2020, peça por peça:
- Vela de ignição: NGK CR9EIA-9
- Pneu dianteiro: 120/70 ZR17 58W
- Pneu traseiro: 190/50 ZR17 73W
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da GSX-S1000F: o que cada sistema pede
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a GSX-S1000F 2016–2020, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
- Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
- Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner entram nas revisões.
- Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
- Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
Os anos da GSX-S1000F 2016–2020
Valor de cada ano da GSX-S1000F 2016–2020 na FIPE. O link leva à página do ano:
- GSX-S1000F 2020: R$ 53.872
- GSX-S1000F 2019: R$ 52.558
- GSX-S1000F 2018: R$ 49.774
- GSX-S1000F 2017: R$ 46.429
- GSX-S1000F 2016: R$ 41.710
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 23%.
Checagem rápida e avisos da GSX-S1000F: o que observar
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a GSX-S1000F 2016–2020 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Luz do ABS. Luz do ABS acesa depois de começar a rodar significa que o sistema detectou falha e saiu de cena. Você continua tendo freio, mas sem a proteção contra travamento. Confira se o sensor e o anel dentado das rodas estão limpos e sem danos e leve a moto para diagnóstico. Pneu de medida diferente da original também pode confundir o sistema.
- Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
- Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam kit no limite.
- Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar mistura com água.
Acessórios para a GSX-S1000F 2016–2020: o que ajuda de verdade
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a GSX-S1000F 2016–2020, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para muita coisa.
- Alforjes e sacolas laterais. Alforjes de couro ou sintético e sacolas laterais aumentam muito a capacidade de bagagem em viagem, mantendo o peso baixo e equilibrado. Use afastadores, para que as sacolas não encostem no escapamento nem na roda. Distribua o peso igual dos dois lados e confira as fixações nas paradas, porque o movimento da estrada solta as alças.
- Equipamento do piloto. Jaqueta com proteções, luvas, calça resistente e calçado que cubra o tornozelo fazem enorme diferença numa queda, até em velocidade baixa. Escolha peças próprias para moto, com proteção nos cotovelos, ombros e joelhos. No calor, há jaquetas ventiladas; na chuva, uma capa impermeável por cima faz o serviço. Equipamento bom é o que você usa todo dia.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.
Perguntas frequentes
Qual o tamanho do tanque da GSX-S1000F 2016–2020?
O tanque da GSX-S1000F desses anos comporta 17 litros.
Qual a altura do banco da GSX-S1000F 2016–2020?
A altura do banco é de 810 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.
Quantos quilos tem a GSX-S1000F 2016–2020?
A ficha do fabricante informa 215 kg (em ordem de marcha, com ABS).
Qual óleo vai na GSX-S1000F 2016–2020?
A referência é SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA. O intervalo de troca está no manual.
A GSX-S1000F aguenta levar garupa?
A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.
Qual a autonomia da GSX-S1000F?
Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.
Pessoa baixa consegue pilotar a GSX-S1000F?
Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.
Ficha técnica
| Cilindrada | 999 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 150 cv a 10.000 rpm (dado do modelo 2021) |
| Torque | 11,0 kgf.m (108 N.m) a 9.500 rpm (dado do modelo 2021) |
| Peso | 215 kg (em ordem de marcha, com ABS) |
| Tanque | 17 litros |
| Altura do banco | 810 mm |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da GSX-S1000F por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| GSX-S1000F 2020 | R$ 53.872 |
| GSX-S1000F 2019 | R$ 52.558 |
| GSX-S1000F 2018 | R$ 49.774 |
| GSX-S1000F 2017 | R$ 46.429 |
| GSX-S1000F 2016 | R$ 41.710 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825072-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.