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Suzuki GSX-S1000F 2019

Preço FIPE do ano-modelo 2019, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma GSX-S1000F usada.

  • Touring
  • 999 cc
  • Gasolina
  • 150,0 cv
  • ABS
Suzuki GSX-S1000F 2019
Imagem ilustrativa.

FIPE 2019

R$ 52.558

Moto
Suzuki GSX-S1000F
Ano-modelo
2019
Geração
2016–2020
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825072-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki GSX-S1000F

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GSX-S1000F 2019: o essencial

Do ano-modelo 2019, a Suzuki GSX-S1000F é uma touring de 999 cc. O ano-modelo 2019 faz parte da geração vendida de 2016 a 2020. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 150 cv a 10.000 rpm (dado do modelo 2021); o torque, 11,0 kgf.m (108 N.m) a 9.500 rpm (dado do modelo 2021); o peso, 215 kg (em ordem de marcha, com ABS); o tanque leva 17 litros; o banco fica a 810 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 1,4 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da GSX-S1000F 2019

O preço médio da GSX-S1000F 2019 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 52.558. A GSX-S1000F 2018 fica em R$ 49.774 (+5,6% de diferença); a GSX-S1000F 2020 está em R$ 53.872. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2020, R$ 53.872), a 2019 vale 2% menos, uma média de 2,4% por ano.

Entre as 16 motos touring ano 2019 com preço na FIPE, 0 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto touring

Para quem pensa em viagens longas, a touring é a resposta mais completa. Ela protege do vento, carrega bagagem de verdade, leva o garupa com conforto e costuma ter transmissão de pouca manutenção, como cardã ou correia. A cidade, porém, não é seu ambiente preferido: peso e largura cobram nas manobras e no estacionamento.

Uma touring usada pode ter rodado muito sem problema algum, desde que as revisões tenham sido feitas no prazo do manual. Teste malas, travas, para-brisa e comandos elétricos e procure sinais de tombo parado nos protetores e nas malas.

O que muda entre as GSX-S1000 2019

A GSX-S1000F não era a única GSX-S1000 de 2019: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.

  • GSX-S1000 2019 (R$ 52.718): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Peças e medidas da GSX-S1000F 2019

Medidas de manutenção da GSX-S1000F 2019, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Suzuki GSX-S1000F 2019 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma GSX-S1000F, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.

Cuidados que acompanham uma moto 2019

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a GSX-S1000F 2019.

  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a GSX-S1000F 2019.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.

Outros anos da GSX-S1000F

A GSX-S1000F foi vendida em 5 anos-modelo, de 2016 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2020 · R$ 53.872
  • 2019 · R$ 52.558
  • 2018 · R$ 49.774
  • 2017 · R$ 46.429
  • 2016 · R$ 41.710

Ficha técnica da GSX-S1000F 2019

Medidas e especificações
Cilindrada999 cc
CombustívelGasolina
Potência150 cv a 10.000 rpm (dado do modelo 2021)
Torque11,0 kgf.m (108 N.m) a 9.500 rpm (dado do modelo 2021)
Peso215 kg (em ordem de marcha, com ABS)
Tanque17 litros
Altura do banco810 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual) conferido
Vela de igniçãoNGK CR9EIA-9
Pneu dianteiro120/70 ZR17 58W
Pneu traseiro190/50 ZR17 73W
Óleo do motorSAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da GSX-S1000F 2019

As peças desta moto são as da geração 2016–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a GSX-S1000F 2019 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki GSX-S1000F 2019 vale R$ 52.558 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da GSX-S1000F 2019?

O tanque da GSX-S1000F 2019 leva 17 litros.

Qual pneu usa a GSX-S1000F 2019?

Dianteiro 120/70 ZR17 58W e traseiro 190/50 ZR17 73W.

Quantas libras vai no pneu da GSX-S1000F 2019?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a cilindrada da GSX-S1000F 2019?

A GSX-S1000F 2019 tem 999 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Que óleo usar na GSX-S1000F 2019?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.