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Suzuki GSX-S1000F 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma GSX-S1000F usada.

  • Touring
  • 999 cc
  • Gasolina
  • 150,0 cv
  • ABS
Suzuki GSX-S1000F 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 41.710

Moto
Suzuki GSX-S1000F
Ano-modelo
2016
Geração
2016–2020
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825072-3. Preço médio de anúncio no país.

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GSX-S1000F 2016: o essencial

A GSX-S1000F 2016, da Suzuki, é uma touring de 999 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2016 a 2020. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, a potência é de 150 cv a 10.000 rpm (dado do modelo 2021); o torque, 11,0 kgf.m (108 N.m) a 9.500 rpm (dado do modelo 2021); o peso, 215 kg (em ordem de marcha, com ABS); o tanque leva 17 litros; o banco fica a 810 mm do chão. Isso dá cerca de 1,4 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

A GSX-S1000F 2016 na tabela FIPE

Pela FIPE de outubro de 2026, a GSX-S1000F ano 2016 está cotada em R$ 41.710. A GSX-S1000F 2017 está em R$ 46.429. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2020, R$ 53.872), a 2016 vale 23% menos, uma média de 6,2% por ano.

Entre as 13 motos touring ano 2016 com preço na FIPE, 3 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A GSX-S1000F e o jeito touring de andar

Touring é a moto feita para viajar: proteção aerodinâmica grande, banco confortável para piloto e garupa, malas laterais e, em muitos modelos, baú, som e controle de velocidade. O motor trabalha com folga em velocidade de estrada e a posição é ereta, pensada para passar muitas horas seguidas na estrada.

É uma moto pesada e grande, que pede experiência em manobras. Na usada, quilometragem alta é normal do tipo; o que importa é o histórico de revisões e o estado dos itens de conforto, das malas e de toda a parte elétrica.

Outras versões da GSX-S1000 em 2016

Em 2016, a família GSX-S1000 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • GSX-S1000 2016 (R$ 46.496): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Medidas de manutenção da GSX-S1000F 2016

Estas são as medidas que mais se procura para a GSX-S1000F 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

GSX-S1000F 2016 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma GSX-S1000F, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas acompanham a moto.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.

O que a idade pede na Suzuki GSX-S1000F 2016

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 10 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da GSX-S1000F ainda for a original, numa moto de 10 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.

Alternativas à GSX-S1000F 2016

Quem procura uma GSX-S1000F 2016 costuma comparar com outras motos touring do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da GSX-S1000F

A GSX-S1000F foi vendida em 5 anos-modelo, de 2016 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2020 · R$ 53.872
  • 2019 · R$ 52.558
  • 2018 · R$ 49.774
  • 2017 · R$ 46.429
  • 2016 · R$ 41.710

Ficha técnica da GSX-S1000F 2016

Medidas e especificações
Cilindrada999 cc
CombustívelGasolina
Potência150 cv a 10.000 rpm (dado do modelo 2021)
Torque11,0 kgf.m (108 N.m) a 9.500 rpm (dado do modelo 2021)
Peso215 kg (em ordem de marcha, com ABS)
Tanque17 litros
Altura do banco810 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual) conferido
Vela de igniçãoNGK CR9EIA-9
Pneu dianteiro120/70 ZR17 58W
Pneu traseiro190/50 ZR17 73W
Óleo do motorSAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da GSX-S1000F 2016

As peças desta moto são as da geração 2016–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da GSX-S1000F 2016?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki GSX-S1000F 2016 vale R$ 41.710 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a calibragem do pneu da GSX-S1000F 2016?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a cilindrada da GSX-S1000F 2016?

A GSX-S1000F 2016 tem 999 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quanto pesa a GSX-S1000F 2016?

O peso informado pelo fabricante é 215 kg (em ordem de marcha, com ABS).

Que óleo usar na GSX-S1000F 2016?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a medida do pneu da GSX-S1000F 2016?

Dianteiro 120/70 ZR17 58W e traseiro 190/50 ZR17 73W.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.