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Honda XLR 125 1996

Preço FIPE do ano-modelo 1996, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XLR 125 usada.

  • Trail
  • 124 cc
  • Gasolina
  • 12,5 cv
Honda XLR 125 1996
Imagem ilustrativa.

FIPE 1996

R$ 4.104

Moto
Honda XLR 125
Ano-modelo
1996
Geração
1996–2003
Calibragem
dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811043-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda XLR 125

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XLR 125 1996: o essencial

Do ano-modelo 1996, a Honda XLR 125 é uma trail de 124 cc. O ano-modelo 1996 faz parte da geração vendida de 1996 a 2003. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.

Pelos números do fabricante, a potência é de 12,5 cv a 8.250 rpm; o torque, 1,02 kgf.m a 7.500 rpm; o peso, 114 kg (seco); o tanque leva 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L). A relação peso/potência fica em torno de 9,1 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Quanto vale a XLR 125 1996

Pela FIPE de outubro de 2026, a XLR 125 ano 1996 está cotada em R$ 4.104. A de 1997 custa R$ 4.803. Comparada com a 2003 (R$ 7.608), a moto de 1996 custa 46% a menos: em média, perdeu 8,4% de valor a cada ano.

Na comparação com as 17 motos trail 1996 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 4 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A XLR 125 e o jeito trail de andar

Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.

Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XLR 125 1996

Medidas de manutenção da XLR 125 1996, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma XLR 125 1996 usada

Uma moto 1996 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.

O que a idade pede na Honda XLR 125 1996

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XLR 125 1996.

  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.

Alternativas à XLR 125 1996

Quem procura uma XLR 125 1996 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da XLR 125

A XLR 125 foi vendida em 8 anos-modelo, de 1996 a 2003. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XLR 125 1996

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Potência12,5 cv a 8.250 rpm conferido
Torque1,02 kgf.m a 7.500 rpm conferido
Peso114 kg (seco) conferido
Tanque8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XLR 125 1996

As peças desta moto são as da geração 1996–2003. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XLR 125 1996 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda XLR 125 1996 vale R$ 4.104 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a XLR 125 1996?

A XLR 125 1996 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quanto pesa a XLR 125 1996?

O peso informado pelo fabricante é 114 kg (seco).

Qual a capacidade do tanque da XLR 125 1996?

O tanque da XLR 125 1996 leva 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L).

Qual a potência da XLR 125 1996?

Pela ficha do fabricante, 12,5 cv a 8.250 rpm, com torque de 1,02 kgf.m a 7.500 rpm.

Qual a calibragem do pneu da XLR 125 1996?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Manter uma moto 1996 custa caro?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.

É seguro comprar moto anunciada na internet?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.