Honda XLR 125 1998
Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XLR 125 usada.
- Trail
- 124 cc
- Gasolina
- 12,5 cv
FIPE 1998
R$ 4.924
- Moto
- Honda XLR 125
- Ano-modelo
- 1998
- Geração
- 1996–2003
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811043-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda XLR 125
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda XLR 125 1998. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaA Honda XLR 125 1998 em resumo
A Honda XLR 125 1998 é uma trail de 124 cc. O ano-modelo 1998 faz parte da geração vendida de 1996 a 2003. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A XLR 125 pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.
Em números, a potência é de 12,5 cv a 8.250 rpm; o torque, 1,02 kgf.m a 7.500 rpm; o peso, 114 kg (seco); o tanque leva 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L). Isso dá cerca de 9,1 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a XLR 125 1998
O preço médio da XLR 125 1998 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 4.924. A XLR 125 1997 fica em R$ 4.803 (+2,5% de diferença); a XLR 125 1999 está em R$ 5.568. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2003, R$ 7.608), a 1998 vale 35% menos, uma média de 8,3% por ano.
Entre as 11 motos trail ano 1998 com preço na FIPE, 3 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma trail
Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.
Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.
Peças e medidas da XLR 125 1998
Estas são as medidas que mais se procura para a XLR 125 1998. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa)
O que conferir antes de comprar uma XLR 125 1998 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
A manutenção que uma XLR 125 1998 pede
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1998 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 28 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
Documentos e negociação da XLR 125 1998
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
Outras motos trail 1998 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos trail são as alternativas mais diretas à XLR 125:
- Yamaha XT 225 1998 · R$ 4.589 · 223 cc
- Yamaha TDM 225 1998 · R$ 5.747 · 223 cc
- Agrale Elefantré 30.0 ES 1998 · R$ 3.725 · 190 cc
Todos os anos da XLR 125
A XLR 125 foi vendida em 8 anos-modelo, de 1996 a 2003. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da XLR 125 1998
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 12,5 cv a 8.250 rpm conferido |
| Torque | 1,02 kgf.m a 7.500 rpm conferido |
| Peso | 114 kg (seco) conferido |
| Tanque | 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XLR 125 1998
As peças desta moto são as da geração 1996–2003. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XLR 125 1998?
Na referência de outubro de 2026, a Honda XLR 125 1998 vale R$ 4.924 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a XLR 125 1998?
O peso informado pelo fabricante é 114 kg (seco).
Qual a capacidade do tanque da XLR 125 1998?
O tanque da XLR 125 1998 leva 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L).
Quantas libras vai no pneu da XLR 125 1998?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a cilindrada da XLR 125 1998?
A XLR 125 1998 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a potência da XLR 125 1998?
Pela ficha do fabricante, 12,5 cv a 8.250 rpm, com torque de 1,02 kgf.m a 7.500 rpm.
Moto carburada ainda vale a pena?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
Vale a pena comprar uma XLR 125 1998 hoje?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1998 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.