Honda XLR 125 1997
Preço FIPE do ano-modelo 1997, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XLR 125 usada.
- Trail
- 124 cc
- Gasolina
- 12,5 cv
FIPE 1997
R$ 4.803
- Moto
- Honda XLR 125
- Ano-modelo
- 1997
- Geração
- 1996–2003
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811043-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda XLR 125
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Anunciar nesta páginaComo é a XLR 125 1997
Do ano-modelo 1997, a Honda XLR 125 é uma trail de 124 cc. O ano-modelo 1997 faz parte da geração vendida de 1996 a 2003. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A XLR 125 pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.
Na ficha do fabricante, a potência é de 12,5 cv a 8.250 rpm; o torque, 1,02 kgf.m a 7.500 rpm; o peso, 114 kg (seco); o tanque leva 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L). Isso dá cerca de 9,1 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a XLR 125 1997
O preço médio da XLR 125 1997 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 4.803. A XLR 125 1996 fica em R$ 4.104 (+17,0% de diferença); a de 1998 custa R$ 4.924. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2003, R$ 7.608), a 1997 vale 37% menos, uma média de 7,4% por ano.
Na comparação com as 15 motos trail 1997 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 4 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto trail
A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.
Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XLR 125 1997
Estas são as medidas que mais se procura para a XLR 125 1997. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa)
XLR 125 1997 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 1997 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
A manutenção que uma XLR 125 1997 pede
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XLR 125 1997.
- Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
Documentos e negociação da XLR 125 1997
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
Alternativas à XLR 125 1997
Para comparar: motos trail 1997 com valor FIPE perto do da XLR 125.
- Suzuki DR 350 1997 · R$ 5.405 · 349 cc
- Yamaha TDM 225 1997 · R$ 5.524 · 223 cc
- Agrale SXT 27.5 EX 1997 · R$ 3.780 · 190 cc
- Yamaha XT 225 1997 · R$ 3.766 · 223 cc
- Agrale Elefantré 30.0 ES 1997 · R$ 3.612 · 190 cc
Todos os anos da XLR 125
A XLR 125 foi vendida em 8 anos-modelo, de 1996 a 2003. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da XLR 125 1997
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 12,5 cv a 8.250 rpm conferido |
| Torque | 1,02 kgf.m a 7.500 rpm conferido |
| Peso | 114 kg (seco) conferido |
| Tanque | 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XLR 125 1997
As peças desta moto são as da geração 1996–2003. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a XLR 125 1997 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda XLR 125 1997 vale R$ 4.803 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a XLR 125 1997?
O peso informado pelo fabricante é 114 kg (seco).
Qual a cilindrada da XLR 125 1997?
A XLR 125 1997 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a potência da XLR 125 1997?
Pela ficha do fabricante, 12,5 cv a 8.250 rpm, com torque de 1,02 kgf.m a 7.500 rpm.
Qual a calibragem do pneu da XLR 125 1997?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto e com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantos litros cabem no tanque da XLR 125 1997?
O tanque da XLR 125 1997 leva 8,5 litros (reserva de 0,6 a 0,8 L).
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
Moto antiga é barata de manter?
Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e alimentação.