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Suzuki DR 650 RE 1997

Preço FIPE do ano-modelo 1997, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma DR 650 RE usada.

  • Trail
  • 644 cc
  • Gasolina
Suzuki DR 650 RE 1997
Imagem ilustrativa.

FIPE 1997

R$ 14.631

Moto
Suzuki DR 650 RE
Ano-modelo
1997
Geração
1996–2001
Calibragem
só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825007-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki DR 650 RE

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Como é a DR 650 RE 1997

Do ano-modelo 1997, a Suzuki DR 650 RE é uma trail de 644 cc. O ano-modelo 1997 faz parte da geração vendida de 1996 a 2001. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O motor usa ar e óleo para controlar a temperatura, por isso o nível e a qualidade do óleo pesam ainda mais. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, o tanque leva 13 litros (reserva de 3,0 L); o banco fica a 885 mm do chão.

Preço FIPE da DR 650 RE 1997

O preço médio da DR 650 RE 1997 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 14.631. A DR 650 RE 1996 fica em R$ 14.274 (+2,5% de diferença); a DR 650 RE 1998 está em R$ 14.997. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2001, R$ 16.329), a 1997 vale 10% menos, uma média de 2,7% por ano.

Entre as 15 motos trail ano 1997 com preço na FIPE, 12 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma trail

Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.

Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.

O que muda entre as DR 650 1997

Em 1997, a família DR 650 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • DR 650 RSE 1997 (R$ 15.307): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Medidas de manutenção da DR 650 RE 1997

Medidas de manutenção da DR 650 RE 1997, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Suzuki DR 650 RE 1997 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma DR 650 RE, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.

A manutenção que uma DR 650 RE 1997 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 29 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a DR 650 RE 1997 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 29 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 29 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.

Outras motos trail 1997 na mesma faixa de preço

Quem procura uma DR 650 RE 1997 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da DR 650 RE

A DR 650 RE foi vendida em 7 anos-modelo, de 1995 a 2001. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da DR 650 RE 1997

Medidas e especificações
Cilindrada644 cc
CombustívelGasolina
Tanque13 litros (reserva de 3,0 L) conferido
Altura do banco885 mm conferido
Calibragem dos pneussó piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²) conferido
Pneu dianteiro90/90-21 M/C 54S
Pneu traseiro120/90-17 M/C 64S
Relação (kit)passo 525 | 110 elos
Óleo do motorSAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar e óleo
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da DR 650 RE 1997

As peças desta moto são as da geração 1996–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da DR 650 RE 1997?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki DR 650 RE 1997 vale R$ 14.631 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da DR 650 RE 1997?

Dianteiro 90/90-21 M/C 54S e traseiro 120/90-17 M/C 64S.

Qual a cilindrada da DR 650 RE 1997?

A DR 650 RE 1997 tem 644 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantas libras vai no pneu da DR 650 RE 1997?

Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a capacidade do tanque da DR 650 RE 1997?

O tanque da DR 650 RE 1997 leva 13 litros (reserva de 3,0 L).

Qual o óleo da DR 650 RE 1997?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

A Suzuki DR 650 RE 1997 ainda vale a pena?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1997 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Moto com 29 anos é isenta de IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.