Suzuki DR 650 RE 1998
Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma DR 650 RE usada.
- Trail
- 644 cc
- Gasolina
FIPE 1998
R$ 14.997
- Moto
- Suzuki DR 650 RE
- Ano-modelo
- 1998
- Geração
- 1996–2001
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825007-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Suzuki DR 650 RE
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Anunciar nesta páginaComo é a DR 650 RE 1998
A Suzuki DR 650 RE 1998 é uma trail de 644 cc. O ano-modelo 1998 faz parte da geração vendida de 1996 a 2001. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O motor usa ar e óleo para controlar a temperatura, por isso o nível e a qualidade do óleo pesam ainda mais. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, o tanque leva 13 litros (reserva de 3,0 L); o banco fica a 885 mm do chão.
Preço FIPE da DR 650 RE 1998
O preço médio da DR 650 RE 1998 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 14.997. A DR 650 RE 1997 fica em R$ 14.631 (+2,5% de diferença); a de 1999 custa R$ 15.541. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2001, R$ 16.329), a 1998 vale 8% menos, uma média de 2,8% por ano.
Na comparação com as 11 motos trail 1998 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 9 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A DR 650 RE e o jeito trail de andar
Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.
Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da DR 650 RE 1998
Para a manutenção da DR 650 RE 1998, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54S
- Pneu traseiro: 120/90-17 M/C 64S
- Relação (kit): passo 525 | 110 elos
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²)
O que conferir antes de comprar uma DR 650 RE 1998 usada
Uma moto 1998 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
Cuidados que acompanham uma moto 1998
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1998 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 28 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Chicote e conectores. Uma moto de 28 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 28 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a DR 650 RE 1998 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
A DR 650 RE em outros anos
A DR 650 RE foi vendida em 7 anos-modelo, de 1995 a 2001. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da DR 650 RE 1998
| Cilindrada | 644 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 13 litros (reserva de 3,0 L) conferido |
| Altura do banco | 885 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²) conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-21 M/C 54S |
| Pneu traseiro | 120/90-17 M/C 64S |
| Relação (kit) | passo 525 | 110 elos |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar e óleo |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da DR 650 RE 1998
As peças desta moto são as da geração 1996–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a DR 650 RE 1998 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki DR 650 RE 1998 vale R$ 14.997 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da DR 650 RE 1998?
A DR 650 RE 1998 tem 644 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Que óleo usar na DR 650 RE 1998?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a medida do pneu da DR 650 RE 1998?
Dianteiro 90/90-21 M/C 54S e traseiro 120/90-17 M/C 64S.
Qual a capacidade do tanque da DR 650 RE 1998?
O tanque da DR 650 RE 1998 leva 13 litros (reserva de 3,0 L).
Qual a calibragem do pneu da DR 650 RE 1998?
Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.