Suzuki DR 650 RE 1999
Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma DR 650 RE usada.
- Trail
- 644 cc
- Gasolina
FIPE 1999
R$ 15.541
- Moto
- Suzuki DR 650 RE
- Ano-modelo
- 1999
- Geração
- 1996–2001
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825007-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Suzuki DR 650 RE
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Anunciar nesta páginaComo é a DR 650 RE 1999
A DR 650 RE 1999, da Suzuki, é uma trail de 644 cc. O ano-modelo 1999 faz parte da geração vendida de 1996 a 2001. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar e óleo: além das aletas, o óleo ajuda a tirar calor do motor. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, o tanque leva 13 litros (reserva de 3,0 L); o banco fica a 885 mm do chão.
Preço FIPE da DR 650 RE 1999
O preço médio da DR 650 RE 1999 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 15.541. A do ano 1998 sai por R$ 14.997 (+3,6% de diferença); a DR 650 RE 2000 está em R$ 15.930. Comparada com a 2001 (R$ 16.329), a moto de 1999 custa 5% a menos: em média, perdeu 2,4% de valor a cada ano.
Entre as 12 motos trail ano 1999 com preço na FIPE, 9 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma trail
Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.
Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.
Medidas de manutenção da DR 650 RE 1999
Medidas de manutenção da DR 650 RE 1999, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54S
- Pneu traseiro: 120/90-17 M/C 64S
- Relação (kit): passo 525 | 110 elos
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²)
O que conferir antes de comprar uma DR 650 RE 1999 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
Cuidados que acompanham uma moto 1999
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 27 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 27 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
Outras motos trail 1999 na mesma faixa de preço
Quem procura uma DR 650 RE 1999 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Suzuki XF 650 Freewind 1999 · R$ 16.198 · 644 cc
- Honda NX-4 Falcon 1999 · R$ 13.911 · 397 cc
- Honda NX 350 Sahara 1999 · R$ 13.874 · 339 cc
A DR 650 RE em outros anos
A DR 650 RE foi vendida em 7 anos-modelo, de 1995 a 2001. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da DR 650 RE 1999
| Cilindrada | 644 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 13 litros (reserva de 3,0 L) conferido |
| Altura do banco | 885 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²) conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-21 M/C 54S |
| Pneu traseiro | 120/90-17 M/C 64S |
| Relação (kit) | passo 525 | 110 elos |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar e óleo |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da DR 650 RE 1999
As peças desta moto são as da geração 1996–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da DR 650 RE 1999?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki DR 650 RE 1999 vale R$ 15.541 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a DR 650 RE 1999?
A DR 650 RE 1999 tem 644 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a capacidade do tanque da DR 650 RE 1999?
O tanque da DR 650 RE 1999 leva 13 litros (reserva de 3,0 L).
Que óleo usar na DR 650 RE 1999?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas libras vai no pneu da DR 650 RE 1999?
Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 22 psi (1,50 kgf/cm²), traseiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); com garupa: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²), traseiro 29 psi (2,00 kgf/cm²). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a medida do pneu da DR 650 RE 1999?
Dianteiro 90/90-21 M/C 54S e traseiro 120/90-17 M/C 64S.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Como fica o seguro de uma DR 650 RE 1999?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.