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Yamaha XT 225 1999

Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XT 225 usada.

  • Trail
  • 223 cc
  • Gasolina
Yamaha XT 225 1999
Imagem ilustrativa.

FIPE 1999

R$ 4.820

Moto
Yamaha XT 225
Ano-modelo
1999
Geração
1996–2006
Calibragem
dianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827027-9. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XT 225

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A Yamaha XT 225 1999 em resumo

Do ano-modelo 1999, a Yamaha XT 225 é uma trail de 223 cc. Ela pertence à geração 1996–2006, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, o peso, 121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004); o tanque leva 8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004); o banco fica a 810 mm do chão.

Preço FIPE da XT 225 1999

Pela FIPE de outubro de 2026, a XT 225 ano 1999 está cotada em R$ 4.820. A do ano 1998 sai por R$ 4.589 (+5,0% de diferença); a de 2000 custa R$ 5.453. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2006, R$ 8.407), a 1999 vale 43% menos, uma média de 7,6% por ano.

Entre as 12 motos trail ano 1999 com preço na FIPE, 1 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A XT 225 e o jeito trail de andar

Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.

Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.

Peças e medidas da XT 225 1999

Para a manutenção da XT 225 1999, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Yamaha XT 225 1999 usada: o que olhar

Uma moto 1999 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.

O que a idade pede na Yamaha XT 225 1999

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1999 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 27 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a XT 225 1999.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.

Motos parecidas com a XT 225 1999

Para comparar: motos trail 1999 com valor FIPE perto do da XT 225.

A XT 225 em outros anos

Anos-modelo da XT 225 no catálogo, de 2006 a 1996, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da XT 225 1999

Medidas e especificações
Cilindrada223 cc
CombustívelGasolina
Peso121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004) conferido
Tanque8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004) conferido
Altura do banco810 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa) conferido
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XT 225 1999

As peças desta moto são as da geração 1996–2006. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XT 225 1999 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XT 225 1999 vale R$ 4.820 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas libras vai no pneu da XT 225 1999?

Com os pneus frios: dianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a XT 225 1999?

O peso informado pelo fabricante é 121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004).

Quantos litros cabem no tanque da XT 225 1999?

O tanque da XT 225 1999 leva 8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004).

Qual a cilindrada da XT 225 1999?

A XT 225 1999 tem 223 cc, com motor quatro tempos e carburador.

A Yamaha XT 225 1999 ainda vale a pena?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.

Moto antiga é barata de manter?

Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e sistema de combustível.

Onde consultar recall da moto?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.