tudo de moto

Yamaha XT 225 2000

Preço FIPE do ano-modelo 2000, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XT 225 usada.

  • Trail
  • 223 cc
  • Gasolina
Yamaha XT 225 2000
Imagem ilustrativa.

FIPE 2000

R$ 5.453

Moto
Yamaha XT 225
Ano-modelo
2000
Geração
1996–2006
Calibragem
dianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827027-9. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XT 225

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha XT 225 2000. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

A Yamaha XT 225 2000 em resumo

Do ano-modelo 2000, a Yamaha XT 225 é uma trail de 223 cc. O ano-modelo 2000 faz parte da geração vendida de 1996 a 2006. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Em números, o peso, 121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004); o tanque leva 8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004); o banco fica a 810 mm do chão.

A XT 225 2000 na tabela FIPE

Pela FIPE de outubro de 2026, a XT 225 ano 2000 está cotada em R$ 5.453. A XT 225 1999 fica em R$ 4.820 (+13,1% de diferença); a de 2001 custa R$ 6.451. Comparada com a 2006 (R$ 8.407), a moto de 2000 custa 35% a menos: em média, perdeu 7,0% de valor a cada ano.

Na comparação com as 12 motos trail 2000 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 1 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A XT 225 e o jeito trail de andar

Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.

Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.

Medidas de manutenção da XT 225 2000

Estas são as medidas que mais se procura para a XT 225 2000. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Yamaha XT 225 2000 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.

Cuidados que acompanham uma moto 2000

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 26 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.

Documentos e negociação da XT 225 2000

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.

Alternativas à XT 225 2000

Quem procura uma XT 225 2000 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da XT 225

A XT 225 foi vendida em 11 anos-modelo, de 1996 a 2006. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XT 225 2000

Medidas e especificações
Cilindrada223 cc
CombustívelGasolina
Peso121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004) conferido
Tanque8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004) conferido
Altura do banco810 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa) conferido
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XT 225 2000

As peças desta moto são as da geração 1996–2006. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XT 225 2000?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XT 225 2000 vale R$ 5.453 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas libras vai no pneu da XT 225 2000?

Com os pneus frios: dianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a XT 225 2000?

O peso informado pelo fabricante é 121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004).

Quantas cilindradas tem a XT 225 2000?

A XT 225 2000 tem 223 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantos litros cabem no tanque da XT 225 2000?

O tanque da XT 225 2000 leva 8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004).

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Como saber se a XT 225 2000 tem recall pendente?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.

A Yamaha XT 225 2000 ainda vale a pena?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.