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Yamaha XT 225 2001

Preço FIPE do ano-modelo 2001, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XT 225 usada.

  • Trail
  • 223 cc
  • Gasolina
Yamaha XT 225 2001
Imagem ilustrativa.

FIPE 2001

R$ 6.451

Moto
Yamaha XT 225
Ano-modelo
2001
Geração
1996–2006
Calibragem
dianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827027-9. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XT 225

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A Yamaha XT 225 2001 em resumo

A Yamaha XT 225 2001 é uma trail de 223 cc. O ano-modelo 2001 faz parte da geração vendida de 1996 a 2006. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, o peso, 121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004); o tanque leva 8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004); o banco fica a 810 mm do chão.

A XT 225 2001 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XT 225 2001 vale R$ 6.451. A do ano 2000 sai por R$ 5.453 (+18,3% de diferença); a XT 225 2002 está em R$ 6.613. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2006, R$ 8.407), a 2001 vale 23% menos, uma média de 5,2% por ano.

Entre as 13 motos trail ano 2001 com preço na FIPE, 2 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto trail

Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.

Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.

Peças e medidas da XT 225 2001

Estas são as medidas que mais se procura para a XT 225 2001. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

XT 225 2001 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XT 225, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.

Cuidados que acompanham uma moto 2001

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da XT 225 ainda for a original, numa moto de 25 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 25 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a XT 225 2001 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.

Alternativas à XT 225 2001

Quem procura uma XT 225 2001 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

A XT 225 em outros anos

A XT 225 foi vendida em 11 anos-modelo, de 1996 a 2006. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XT 225 2001

Medidas e especificações
Cilindrada223 cc
CombustívelGasolina
Peso121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004) conferido
Tanque8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004) conferido
Altura do banco810 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa) conferido
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XT 225 2001

As peças desta moto são as da geração 1996–2006. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XT 225 2001 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XT 225 2001 vale R$ 6.451 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da XT 225 2001?

A XT 225 2001 tem 223 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quanto pesa a XT 225 2001?

O peso informado pelo fabricante é 121,0 kg (com óleo e combustível) — manual americano XT225S (2004).

Qual a calibragem do pneu da XT 225 2001?

Com os pneus frios: dianteiro 18 psi (125 kPa) até 90 kg de carga / 22 psi (150 kPa) de 90 a 183 kg; traseiro 22 psi (150 kPa) até 90 kg / 25 psi (175 kPa) de 90 a 183 kg (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantos litros cabem no tanque da XT 225 2001?

O tanque da XT 225 2001 leva 8,8 litros (reserva de 2,0 L) — manual americano XT225S (2004).

Como saber se a XT 225 2001 tem recall pendente?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.