Yamaha XTZ 250 Ténéré 2013
Preço FIPE do ano-modelo 2013, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 250 Ténéré usada.
- Trail
- 249 cc
- Flex
FIPE 2013
R$ 15.987
- Moto
- Yamaha XTZ 250 Ténéré
- Ano-modelo
- 2013
- Geração
- 2011–2019
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827080-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 250 Ténéré
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha XTZ 250 Ténéré 2013. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaComo é a XTZ 250 Ténéré 2013
Do ano-modelo 2013, a Yamaha XTZ 250 Ténéré é uma trail de 249 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2011–2019, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, a potência é de 21 cv a 8.000 rpm (versão a gasolina, antes do motor flex adotado em 2015); o torque, 2,10 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 137 kg (seco); 155 kg em ordem de marcha (ficha de lançamento, linha 2011); o tanque leva 16 litros (reserva de 4,5 L); o banco fica a 865 mm do chão.
A XTZ 250 Ténéré 2013 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a XTZ 250 Ténéré ano 2013 está cotada em R$ 15.987. A XTZ 250 Ténéré 2012 fica em R$ 15.394 (+3,9% de diferença); a de 2014 custa R$ 17.025. Comparada com a 2019 (R$ 22.041), a moto de 2013 custa 27% a menos: em média, perdeu 5,2% de valor a cada ano.
Entre as 14 motos trail ano 2013 com preço na FIPE, 9 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma trail
A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.
Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XTZ 250 Ténéré 2013
Estas são as medidas que mais se procura para a XTZ 250 Ténéré 2013. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 6Ah (YTX7L-BS)
- Vela de ignição: NGK DR8EA
- Pneu dianteiro: 80/90-21 M/C 48S
- Pneu traseiro: 120/80-18 M/C 62S
- Relação (kit): passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro
- Filtro de ar: papel viscoso
- Fluido de freio: DOT 4
XTZ 250 Ténéré 2013 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XTZ 250 Ténéré, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
A manutenção que uma XTZ 250 Ténéré 2013 pede
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XTZ 250 Ténéré 2013.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 13 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
A XTZ 250 Ténéré 2013 é flex
Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
Alternativas à XTZ 250 Ténéré 2013
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos trail são as alternativas mais diretas à XTZ 250 Ténéré:
- Honda XRE 300 2013 · R$ 16.780 · 292 cc
- Yamaha XTZ 250 Lander 2013 · R$ 13.989 · 249 cc
- Honda NX 400i Falcon 2013 · R$ 19.534 · 397 cc
- Honda NXR 150 Bros Mix ESD 2013 · R$ 12.175 · 149 cc
Outros anos da XTZ 250 Ténéré
Anos-modelo da XTZ 250 Ténéré no catálogo, de 2019 a 2011, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XTZ 250 Ténéré 2013
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Potência | 21 cv a 8.000 rpm (versão a gasolina, antes do motor flex adotado em 2015) |
| Torque | 2,10 kgf.m a 6.500 rpm |
| Peso | 137 kg (seco); 155 kg em ordem de marcha (ficha de lançamento, linha 2011) |
| Tanque | 16 litros (reserva de 4,5 L) |
| Altura do banco | 865 mm |
| Bateria | 12V 6Ah (YTX7L-BS) |
| Vela de ignição | NGK DR8EA |
| Pneu dianteiro | 80/90-21 M/C 48S |
| Pneu traseiro | 120/80-18 M/C 62S |
| Relação (kit) | passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro |
| Filtro de ar | papel viscoso |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XTZ 250 Ténéré 2013
As peças desta moto são as da geração 2011–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XTZ 250 Ténéré 2013?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 250 Ténéré 2013 vale R$ 15.987 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na XTZ 250 Ténéré 2013?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a cilindrada da XTZ 250 Ténéré 2013?
A XTZ 250 Ténéré 2013 tem 249 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos litros cabem no tanque da XTZ 250 Ténéré 2013?
O tanque da XTZ 250 Ténéré 2013 leva 16 litros (reserva de 4,5 L).
Quanto pesa a XTZ 250 Ténéré 2013?
O peso informado pelo fabricante é 137 kg (seco); 155 kg em ordem de marcha (ficha de lançamento, linha 2011).
Qual a potência da XTZ 250 Ténéré 2013?
Pela ficha do fabricante, 21 cv a 8.000 rpm (versão a gasolina, antes do motor flex adotado em 2015), com torque de 2,10 kgf.m a 6.500 rpm.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.