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Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017

Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 250 Ténéré usada.

  • Trail
  • 249 cc
  • Flex
Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017
Imagem ilustrativa.

FIPE 2017

R$ 19.640

Moto
Yamaha XTZ 250 Ténéré
Ano-modelo
2017
Geração
2011–2019

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827080-5. Preço médio de anúncio no país.

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A Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017 em resumo

A Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017 é uma trail de 249 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2011–2019, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, a potência é de 21 cv a 8.000 rpm (versão a gasolina, antes do motor flex adotado em 2015); o torque, 2,10 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 137 kg (seco); 155 kg em ordem de marcha (ficha de lançamento, linha 2011); o tanque leva 16 litros (reserva de 4,5 L); o banco fica a 865 mm do chão.

Quanto vale a XTZ 250 Ténéré 2017

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017 vale R$ 19.640. A XTZ 250 Ténéré 2016 fica em R$ 18.251 (+7,6% de diferença); a XTZ 250 Ténéré 2018 está em R$ 20.799. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2019, R$ 22.041), a 2017 vale 11% menos, uma média de 5,6% por ano.

Na comparação com as 15 motos trail 2017 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 8 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto trail

Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.

Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XTZ 250 Ténéré 2017

Para a manutenção da XTZ 250 Ténéré 2017, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017 usada: o que olhar

Uma moto 2017 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.

Cuidados que acompanham uma moto 2017

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 9 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da XTZ 250 Ténéré ainda for a original, numa moto de 9 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

A XTZ 250 Ténéré 2017 é flex

A XTZ 250 Ténéré 2017 é flex: aceita gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois no mesmo tanque, sem ajuste nenhum. A injeção reconhece o combustível e corrige a mistura sozinha depois de alguns quilômetros rodados. Com etanol o consumo sobe, então a conta na bomba é preço por quilômetro, não por litro. A referência dos 70% é a mais conhecida, mas o mais preciso é medir o consumo da sua moto com cada combustível. Em dias frios, a partida com etanol pode pedir um pouco mais de paciência.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.

Outras motos trail 2017 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos trail 2017 com valor FIPE perto do da XTZ 250 Ténéré.

Outros anos da XTZ 250 Ténéré

Anos-modelo da XTZ 250 Ténéré no catálogo, de 2019 a 2011, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da XTZ 250 Ténéré 2017

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelFlex
Potência21 cv a 8.000 rpm (versão a gasolina, antes do motor flex adotado em 2015)
Torque2,10 kgf.m a 6.500 rpm
Peso137 kg (seco); 155 kg em ordem de marcha (ficha de lançamento, linha 2011)
Tanque16 litros (reserva de 4,5 L)
Altura do banco865 mm
Bateria12V 6Ah (YTX7L-BS)
Vela de igniçãoNGK DR8EA
Pneu dianteiro80/90-21 M/C 48S
Pneu traseiro120/80-18 M/C 62S
Relação (kit)passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro
Filtro de arpapel viscoso
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 250 Ténéré 2017

As peças desta moto são as da geração 2011–2019. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XTZ 250 Ténéré 2017 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 250 Ténéré 2017 vale R$ 19.640 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quanto pesa a XTZ 250 Ténéré 2017?

O peso informado pelo fabricante é 137 kg (seco); 155 kg em ordem de marcha (ficha de lançamento, linha 2011).

Quantos litros cabem no tanque da XTZ 250 Ténéré 2017?

O tanque da XTZ 250 Ténéré 2017 leva 16 litros (reserva de 4,5 L).

Qual a medida do pneu da XTZ 250 Ténéré 2017?

Dianteiro 80/90-21 M/C 48S e traseiro 120/80-18 M/C 62S.

Qual a cilindrada da XTZ 250 Ténéré 2017?

A XTZ 250 Ténéré 2017 tem 249 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quantos cavalos tem a XTZ 250 Ténéré 2017?

Pela ficha do fabricante, 21 cv a 8.000 rpm (versão a gasolina, antes do motor flex adotado em 2015), com torque de 2,10 kgf.m a 6.500 rpm.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para observar vazamentos, ruídos e falhas.