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Lâmpada do pisca de moto

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Lojas que vendem lâmpada do pisca de moto

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Lâmpada do pisca por moto

Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.

Lâmpada do pisca de reposição por modelo

Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.

Para que serve a lâmpada do pisca da sua moto

A lâmpada do pisca é a fonte de luz de cada seta da moto. Na maioria das motos são quatro piscas: dois na frente e dois atrás, sempre um do lado esquerdo e um do direito. Quando você aciona o interruptor no punho, o relé do pisca liga e desliga a corrente em ritmo constante, e as setas do lado escolhido acendem e apagam juntas.

Cada pisca tem um soquete, uma lâmpada pequena e uma lente. A luz que sai precisa ser âmbar: ou a lâmpada já é colorida, ou ela é transparente e a lente faz esse papel. Por isso, a lâmpada certa depende do encaixe e também da cor da lente do pisca da sua moto.

Quando desconfiar da lâmpada do pisca

A lâmpada do pisca costuma dar aviso pelo próprio ritmo da seta e pela luz do painel. Mas nem todo sintoma é da lâmpada: relé, conector e aterramento também entram na conta.

  • Pisca piscando rápido de um lado. É o sinal mais clássico. Com relé comum, quando uma lâmpada do lado acionado queima, o pisca passa a piscar rápido ou fica aceso sem piscar. Ande em volta da moto e veja qual seta está apagada.
  • Pisca rápido depois de trocar por LED. Se o pisca começou a piscar acelerado logo depois da troca por lâmpadas de LED, não é defeito da lâmpada. O LED consome bem menos, e o relé comum entende isso como lâmpada queimada. A solução é um relé de pisca próprio para LED.
  • Uma seta apagada. As outras funcionam e uma não acende. Pode ser filamento rompido, mas também lâmpada solta, soquete oxidado ou fio partido dentro da haste. Teste com uma lâmpada boa antes de concluir.
  • Nenhum pisca funciona. Pisca totalmente mudo, sem acender em lado algum, raramente é caso de lâmpada. O problema costuma estar no fusível, no relé ou na chave de seta, e vale contar com quem entende de elétrica.
  • Luz do pisca esbranquiçada. Lâmpada âmbar pintada perde a cor com o calor e o tempo. A tinta descasca, e a seta passa a soltar luz clara em vez de alaranjada, em especial em pisca de lente transparente. É hora de trocar.
  • Pisca que falha com a vibração. A seta apaga e volta em buraco ou com o motor em marcha lenta. Pode ser filamento quase rompido, mas o mais comum é lâmpada folgada no soquete ou contato oxidado. Mexa na seta com o pisca ligado e veja se a luz reage.
  • Luz do pisca no painel diferente. Muita gente percebe a lâmpada da seta queimada pelo painel: a luzinha do pisca muda de ritmo. Fique de olho nela, porque é o único retorno que você tem das setas enquanto pilota.
  • Soquete escuro ou oxidado. Água dentro do pisca oxida o soquete e encurta a vida da lâmpada. Se encontrar zinabre ou plástico deformado, resolva isso antes de instalar a lâmpada nova.

Lâmpada do pisca: o que olhar na hora da compra

Na prateleira há lâmpadas com base metálica e sem base, âmbar e transparentes, de tamanhos e potências diferentes. Estes são os pontos que um bom balconista olha antes de entregar a peça.

  • Leve a lâmpada que sai da moto. Se estiver em dúvida, tire uma lâmpada do pisca dianteiro e uma do traseiro e leve junto. O balconista compara o formato e os números gravados e entrega a peça do seu modelo sem adivinhação.
  • Com base metálica ou sem base. A lâmpada com base metálica tem pinos laterais e trava no soquete com um giro. A sem base, chamada de esmagada, entra reta por pressão. Uma não substitui a outra: quem define é o soquete do pisca.
  • Âmbar ou transparente. Veja a cor da lente antes de comprar. Pisca de lente cristal com lâmpada transparente acende branco, o que não serve como sinalização. Se a lente já é âmbar, a lâmpada transparente resolve.
  • Tamanho do bulbo. Compare o comprimento e a largura do vidro com a lâmpada antiga. Lâmpada apertada dentro da lente pode deformar o plástico com o calor e dificultar a montagem.
  • Tensão e potência iguais. Use a mesma tensão e a mesma potência gravadas na lâmpada antiga. Com relé comum, potência menor acelera o pisca e potência maior deixa o ritmo lento, além de esquentar lente e soquete.
  • Se for trocar por LED. Se quer trocar por LED, compre a lâmpada no mesmo encaixe e com luz âmbar, e inclua um relé de pisca próprio para LED que sirva na sua moto. Sem ele, a seta pisca rápido.
  • Compre em par. Se uma lâmpada queimou, as outras têm o mesmo tempo de uso. Comprar um par, ou as quatro, evita voltar à loja em pouco tempo e deixa as setas com luz parecida.

Trocando a lâmpada do pisca em casa

Com a chave desligada e alguns minutos, você troca a lâmpada da seta sem oficina. Em motos com pisca embutido na carenagem, o acesso pode ser por dentro e dar mais trabalho.

  1. Identifique a seta apagada. Antes de abrir qualquer coisa, teste os quatro piscas. Às vezes há mais de uma lâmpada queimada, e é melhor resolver tudo de uma vez só.
  2. Desligue a chave. Com a moto desligada, não há risco de curto na hora de tirar a lâmpada. Se a seta estava piscando há pouco, espere um instante: a lâmpada esquenta.
  3. Abra a lente. Procure o parafuso da lente, às vezes escondido por baixo. Em pisca embutido na carenagem, o acesso pode ser por dentro, girando o soquete inteiro.
  4. Tire a lâmpada queimada. A de base metálica sai empurrando e girando; a esmagada sai puxando reto. Se a lâmpada quebrar no soquete, retire a base com alicate de bico, com calma.
  5. Olhe o soquete. Aproveite que está aberto e verifique o estado dos contatos e da borracha de vedação. Contato oxidado se limpa com produto próprio para contatos elétricos.
  6. Instale a lâmpada nova. Coloque a lâmpada sem forçar e veja se ficou bem presa. Lâmpada frouxa no soquete falha na primeira trepidação, e você volta ao começo.
  7. Teste antes de fechar. Ligue a chave e acione o pisca para os dois lados. Veja se a seta acende, se o ritmo voltou ao normal e se a luz do painel acompanha. Só depois feche a lente.
  8. Feche com a vedação no lugar. Posicione a lente certinha sobre a borracha e aperte com a mão leve. Teste mais uma vez com a lente fechada, para ter certeza de que nada saiu do lugar.

Uma lâmpada reserva de cada tipo usado nos piscas cabe em qualquer bolsa. Se as lâmpadas da seta queimarem com frequência, peça para medir a tensão do sistema de carga e verificar o aterramento.

Cuidados que aumentam a vida da lâmpada da seta

O pisca é item de segurança e de inspeção rápida. Um minuto antes de sair já mostra se as quatro setas estão funcionando.

  • Teste os piscas com frequência. Como você não vê as próprias setas, crie o hábito de testar os dois lados antes de sair, principalmente antes de viagem. Uma vitrine ou a parede da garagem ajudam.
  • Mantenha a lente vedada. A borracha entre a lente e a carcaça impede a entrada de água e poeira. Se ela estiver ressecada ou rasgada, troque. Pisca com água por dentro oxida o soquete e queima lâmpada.
  • Cuidado com o jato na lavagem. Não mire a lavadora de alta pressão nos piscas nem nos conectores perto deles. A água entra pelas juntas e fica parada lá dentro.
  • Hastes e suportes firmes. Pisca frouxo na haste vibra muito mais, e a vibração castiga o filamento. Verifique a fixação de cada seta de tempos em tempos, sem apertar demais o plástico.
  • Contatos limpos. Na troca da lâmpada, limpe os contatos do soquete com produto para contatos elétricos. Contato bom faz a lâmpada acender com força total e evita aquecimento.
  • Revise o sistema de carga. Lâmpadas queimando em série, em várias setas, podem indicar tensão alta vinda do regulador. Na revisão, peça para medir a tensão com o motor ligado e acelerado.
  • Proteja o chicote das setas. Na traseira, o chicote dos piscas fica exposto à lama e à água que a roda joga. Mantenha os fios presos no caminho certo e longe de partes que se movem.

O que não fazer com a lâmpada da seta

A troca é simples, mas os erros com a lâmpada do pisca são frequentes no balcão. Alguns deixam a moto sem sinalização sem que o piloto perceba.

  • Instalar LED sem trocar o relé. O erro mais comum de quem troca por LED é esquecer o relé. O consumo baixo engana o relé comum, e a seta pisca acelerada como se houvesse lâmpada queimada.
  • Ligar resistor de qualquer jeito. Para manter o relé comum com LED, há quem instale resistores. Eles esquentam bastante e, mal presos, derretem plástico e fios. Se for usar, que seja com instalação bem feita, de preferência na oficina.
  • Lâmpada transparente em lente transparente. A seta passa a acender branca, e a sinalização perde o sentido: quem está atrás não reconhece aquilo como pisca. Lente cristal pede lâmpada âmbar.
  • Mudar a potência. Lâmpada de potência diferente muda o ritmo do pisca com relé comum, e a mais forte esquenta a lente e pode deformá-la. Use a potência gravada na lâmpada que saiu.
  • Forçar a lente. Abrir a lente com chave de fenda na borda, sem achar o parafuso ou a fenda própria, trinca o plástico. Lente trincada deixa entrar água e precisa ser trocada.
  • Trocar a lâmpada e ignorar o resto. Lâmpada que queima toda hora é sintoma. Sem verificar vibração, umidade e tensão do sistema de carga, a nova vai pelo mesmo caminho.
  • Emendar fios sem cuidado. Emenda torcida com fita isolante no chicote do pisca oxida e solta com a vibração. Quando precisar reparar um fio, use conector ou solda com isolamento adequado, ou deixe com a oficina.

Perguntas frequentes

Por que o pisca está piscando rápido?

Na maioria das vezes, sim. Com relé comum, quando uma lâmpada do lado acionado queima, o pisca acelera. Se você acabou de trocar por LED, a causa é outra: o relé não reconhece o consumo baixo e precisa ser trocado por um próprio para LED.

Vale a pena pôr LED na seta da moto?

Pode, desde que a lâmpada de LED tenha o mesmo encaixe, emita luz âmbar e você troque o relé por um próprio para LED que sirva na sua moto. O LED consome menos e acende mais rápido. Sem o relé certo, o pisca dispara.

Posso pôr lâmpada cristal no pisca?

Depende da lente. Se a lente do pisca é transparente, use lâmpada âmbar. Se a lente já é laranja, a transparente serve. O que importa é a luz sair âmbar. Pisca acendendo branco não cumpre a função de sinalizar.

Preciso de lâmpadas diferentes na frente e atrás?

Não dá para garantir sem olhar. O formato da base, a cor e a potência podem mudar entre o pisca dianteiro e o traseiro. Leve as duas lâmpadas à loja ou consulte o manual e o código da peça.

O que é lâmpada de pisca esmagada?

A lâmpada com base tem um cilindro de metal com pinos laterais e trava com um giro. A sem base, chamada de esmagada, tem o vidro achatado na ponta e entra reta, por pressão. Quem manda é o soquete do pisca.

O pisca não funciona de nenhum lado. É a lâmpada?

Quando nada acende, comece pelo fusível. Se estiver bom, o relé e a chave de seta são os próximos suspeitos. A lâmpada só costuma ser a causa quando apenas uma seta fica apagada.

Posso trocar a lâmpada do pisca sozinho?

É um dos serviços mais simples da moto. Desligue a chave, abra a lente sem forçar, troque a lâmpada pelo mesmo tipo, teste e feche com a vedação no lugar.

Por que a lâmpada do pisca queima tanto?

Quase sempre há um motivo fora da lâmpada: haste frouxa, soquete oxidado, umidade ou regulador mandando tensão alta. Resolver a causa sai mais em conta do que trocar lâmpada da seta toda semana.

Posso rodar com uma seta apagada?

O pisca é item de sinalização da moto e precisa funcionar. Seta apagada pode ser motivo de autuação em fiscalização e, pior, deixa quem está atrás sem aviso da sua manobra. Troque a lâmpada assim que perceber.