Refletor (olho de gato) de moto
Qual refletor (olho de gato) serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a página da peça na sua moto.
Lojas que vendem refletor (olho de gato) de moto
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Anunciar nesta páginaRefletor (olho de gato) por moto
Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.
Refletor (olho de gato) de reposição por modelo
- Refletor (olho de gato) da Honda Biz 125 1 código
- Refletor (olho de gato) da Honda Bros 150 1 código
- Refletor (olho de gato) da Honda CB 300R 1 código
- Refletor (olho de gato) da Honda CG 125 4 códigos
- Refletor (olho de gato) da Honda CG 150 2 códigos
- Refletor (olho de gato) da Honda CG 160 1 código
- Refletor (olho de gato) da Honda XRE 300 2 códigos
- Refletor (olho de gato) da Sundown Hunter 100 1 código
- Refletor (olho de gato) da Sundown STX 200 1 código
- Refletor (olho de gato) da Sundown Web 100 1 código
- Refletor (olho de gato) da Yamaha Factor 125 4 códigos
Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.
Refletor (olho de gato) da sua moto: o que ele faz
Imagine uma estrada escura, a moto parada no acostamento e a bateria arriada. A lanterna está apagada, mas o farol do carro que vem atrás bate no refletor e ele acende em vermelho. É para isso que serve o olho de gato: deixar a moto visível sem gastar energia, só devolvendo a luz que chega nele.
Na maioria das motos, o refletor traseiro fica no suporte da placa, no paralama traseiro ou logo abaixo da lanterna. Em vários modelos ele vem dentro da própria lente da lanterna ou do pisca, e aí não é vendido separado. Os laterais, cor de âmbar, aparecem em algumas motos perto do garfo ou nas laterais da traseira; os dianteiros, incolores, na frente.
Como saber se o refletor ainda funciona
Como não tem parte elétrica, o refletor só mostra defeito para quem olha. Estes são os sinais mais comuns de que ele precisa ser substituído.
- Lente trincada ou quebrada. Trinca deixa entrar água e poeira por trás das facetas, e o refletor perde o brilho na parte afetada. Pedaço faltando é pior: a área que devolve a luz fica menor e a peça pode se soltar de vez com a vibração.
- Refletor faltando. É comum a moto perder o olho de gato sem o dono perceber: a porca afrouxa, a fita adesiva descola e a peça cai rodando. Um furo vazio no suporte da placa ou no paralama é sinal claro.
- Cor desbotada. Lente com cor apagada, opaca ou amarelada pelo tempo indica plástico ressecado. Polir por fora não devolve a cor, porque o pigmento está no material inteiro.
- Água ou embaçamento por dentro. Refletor com gotas ou névoa por dentro perdeu a vedação. A água fica entre a lente e o fundo, apaga parte do reflexo e, com o tempo, deixa manchas. Em geral não tem conserto: a troca resolve.
- Peça solta ou balançando. Quando o refletor balança, ele deixa de ficar virado para quem vem atrás. Às vezes basta reapertar a porca; se a base de plástico quebrou em volta do furo, só a peça nova resolve.
- Reflexo fraco à noite. Refletor velho pode estar inteiro e mesmo assim refletir pouco. Compare com um novo ou com o de outra moto: se a diferença no brilho é grande, chegou a hora de trocar.
- Refletor torto ou virado. O refletor precisa ficar com a face voltada para trás, na vertical. Se o suporte dobrou numa queda, a peça até está lá, mas não cumpre a função. Endireite o suporte ou troque o que estiver danificado.
- Lente da lanterna ou do pisca quebrada na faixa refletiva. Em muitas motos o refletor faz parte da lente da lanterna traseira ou da lente do pisca. Se essa lente trincou justamente na parte refletiva, a troca é da lente ou da lanterna, não de um refletor avulso.
O que conferir antes de comprar o olho de gato
O primeiro passo é saber onde fica o refletor que você quer trocar: atrás, na lateral ou na frente. Daí saem a cor, o formato e o jeito de fixar.
- A posição define a cor. A cor não é questão de gosto: ela indica para quem vem de que lado está a moto. Vermelho vai atrás, âmbar nas laterais e incolor na frente, em geral. Escolha pela posição, não pela pintura.
- Avulso, na lanterna ou no pisca. Em algumas motos o refletor é uma peça separada, presa por porca ou adesivo. Em outras, ele está moldado na lente da lanterna traseira ou na lente do pisca, e aí o que se compra é a lente ou a lanterna.
- Modelo, versão e ano. Um refletor retangular de uma geração pode não ter o mesmo furo do refletor de outra. Leve o documento da moto ou a peça antiga para o balconista cruzar a aplicação.
- Formato e tamanho. Compare o tamanho com o antigo. Refletor menor deixa marca e furo à mostra; maior não assenta no suporte, fica torto e reflete para o lado errado.
- Tipo de fixação. Repare como o seu refletor prende: haste rosqueada com porca por trás, parafuso pela frente, encaixe de pressão ou fita dupla face. O novo deve usar o mesmo sistema, ou você vai precisar adaptar.
- Unidade ou par. Se a sua moto usa dois refletores iguais, pode compensar trocar o par: cor e brilho ficam iguais dos dois lados, e a traseira não fica com uma peça nova ao lado de uma desbotada.
- Cor da lente da lanterna. Lanternas e lentes de pisca podem vir em cores diferentes, como vermelho, fumê ou cristal. Se o refletor faz parte da lente, a cor muda o visual e também o reflexo. Na dúvida, fique com a cor de fábrica.
- Qualidade da lente. Lente boa tem facetas bem definidas no fundo, cor uniforme e borda lisa, sem rebarba. Peça com o desenho interno borrado ou cor fraca reflete pouco. Olhe contra a luz ainda na loja.
Como trocar o refletor da sua moto
Quando o refletor vem embutido na lanterna ou no pisca, o serviço é um pouco maior, mas ainda dá para fazer em casa com calma. Os passos abaixo valem para os dois casos.
- Veja onde e como ele prende. Olhe a peça de frente e por trás: porca atrás do suporte da placa, parafuso pela frente, encaixe de pressão ou fita adesiva. Se ele está dentro da lente da lanterna ou do pisca, desligue a chave: o que sai é a lente.
- Solte a peça antiga. Segure o refletor pela frente e solte a porca por trás, sem forçar o suporte. Se a rosca estiver oxidada, um pouco de desengripante ajuda. Peça colada sai com calor moderado e paciência, sem estilete na pintura.
- Limpe a base. Remova barro, cola velha e oxidação da base. Superfície suja faz o refletor novo ficar torto ou descolar nas primeiras chuvas.
- Verifique o suporte. Aproveite para olhar o ângulo do suporte. Ele deve deixar o refletor na vertical, de frente para trás. Se entortou num tombo, endireite com cuidado ou troque.
- Monte o refletor novo. Encaixe a peça com a face refletiva para trás e na vertical. Aperto firme, sem esmagar a base. Na fixação com fita, espere a cola assentar antes de lavar a moto.
- Feche a lente ou a lanterna, se for o caso. Lente de lanterna ou pisca volta com a borracha no lugar e parafusos apertados por igual. Depois, teste luz de freio, lanterna e pisca com a chave ligada.
- Teste com luz. Faça o teste do farol: aponte a lanterna do celular para a moto e olhe na mesma direção da luz. O olho de gato bom acende inteiro, na cor certa para a posição.
Se o suporte da placa ou o paralama trincaram em volta do furo, se a rosca da haste espanou dentro da base ou se a lanterna passou a falhar depois da troca da lente, procure uma oficina. São reparos simples, mas mexem na fixação da placa e na iluminação traseira.
Refletor limpo e firme no dia a dia
Por ficar baixo e perto da roda, o refletor recebe barro, água e pedra o tempo todo. Estes cuidados ajudam a mantê-lo funcionando.
- Limpe com pano macio e sabão neutro. Na lavagem, passe a esponja também no olho de gato. Uma camada de sujeira seca já basta para ele refletir bem menos à noite. Evite thinner e gasolina.
- Cuidado com o jato de alta pressão. Lavadora de alta pressão encostada no olho de gato tira a fita, abre a vedação e enche a peça de água. Mantenha distância.
- Proteja do sol. O sol é o que mais desbota o refletor. Garagem, sombra ou capa ajudam a manter a cor viva por mais tempo, junto com a lanterna e os plásticos da traseira.
- Reaperte de vez em quando. A vibração afrouxa porca e parafuso aos poucos. Uma olhada a cada lavagem ou revisão evita que o refletor caia na rua sem você ver.
- Não cubra o refletor. Moldura de placa grande, adesivo, bagageiro ou bolsa podem tapar o olho de gato. O refletor precisa ficar à vista de quem vem atrás.
- Olhe depois de tombo ou terra. Depois de queda, batida de estacionamento ou estrada de terra, olhe os refletores. Eles costumam ser os primeiros a trincar ou a ficar tortos.
- Troque os dois lados quando fizer sentido. Se um refletor quebrou e o outro está desbotado, trocar o par deixa cor e brilho iguais dos dois lados e a traseira com aspecto uniforme.
Erros comuns com o refletor
Por ser peça simples, o refletor costuma ser tratado no improviso. Estes são os erros que mais se vê no balcão e na rua.
- Confundir pisca "olho de gato" com refletor. O nome engana: há pisca de LED chamado de olho de gato no catálogo. Se o que caiu foi a peça que só reflete, sem fio, peça "refletor" e diga a posição.
- Usar a cor errada. Refletor de cor trocada parece detalhe, mas passa a informação errada para o motorista. Escolha pela posição, não pelo que combina com a pintura.
- Trocar por adesivo refletivo. Adesivo refletivo é bem-vindo em capacete, baú e jaqueta. No lugar do olho de gato, porém, ele não faz o mesmo papel e não resolve a falta da peça.
- Comprar lanterna sem refletor. Na hora de trocar a lanterna, pergunte se a peça tem refletor. Se a moto depende dele e a lanterna nova não tem, você vai precisar instalar um refletor avulso.
- Tirar o refletor por estética. Muita gente remove o olho de gato para deixar a traseira mais limpa, principalmente junto com eliminador de rabeta. Ele faz parte da sinalização da moto, e tirar pode dar problema na fiscalização e na vistoria.
- Montar torto ou escondido. Depois de montar, olhe a moto de trás, na altura de um farol de carro. Se o refletor não aparece inteiro, ele está no lugar ou no ângulo errados.
Perguntas frequentes
Refletor é obrigatório na moto?
Não é recomendado. Mesmo com a lanterna funcionando, o refletor é o que garante que a moto seja vista quando a parte elétrica falha ou a moto está desligada. Tirar a peça pode trazer problema na vistoria e na fiscalização.
Qual a cor certa do refletor?
Depende da posição. De forma geral, o refletor traseiro é vermelho, os laterais são âmbar (amarelo ou laranja) e o dianteiro é incolor. A cor ajuda o motorista a saber se está vendo a frente, a traseira ou o lado da moto.
O que é catadióptrico?
Catadióptrico é o nome técnico do refletor. Olho de gato é o apelido, porque a peça brilha no escuro quando a luz bate, como o olho de um gato. Os três nomes se referem à mesma coisa: a lente que devolve a luz dos faróis.
Preciso trocar a lanterna para trocar o refletor?
Depende da moto. Em muitas, o refletor é peça avulsa, presa no suporte da placa ou no paralama. Em outras, ele faz parte da lente da lanterna, e há lanternas vendidas com e sem refletor. Leve a peça antiga à loja.
Posso colocar adesivo refletivo no lugar do refletor?
Não. Fita refletiva é um bom complemento em baú, capacete e roupa, mas não substitui o refletor da moto. A peça tem formato, cor e capacidade de reflexo próprios para a posição. Use o adesivo como extra, não no lugar.
Posso usar olho de gato universal?
Às vezes serve, desde que tenha a cor certa para a posição, tamanho parecido e a mesma forma de fixação. Refletores com haste e porca resolvem muitos casos, mas o encaixe pode ficar diferente. Compare com a peça antiga.
Posso usar lente fumê com refletor?
Lente escurecida reduz a luz que passa, tanto da lâmpada quanto do reflexo. Se o refletor da sua moto está embutido na lanterna, uma lente muito escura pode deixá-lo fraco. Prefira lente que mantenha luz e reflexo bem visíveis.
Dá para colar o refletor que soltou?
Depende do tipo de fixação. Refletor adesivo volta com fita dupla face para uso externo, aplicada em base limpa. Refletor de haste com a base quebrada precisa ser trocado; cola comum solta com chuva e vibração.