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Refletor (olho de gato) de moto

Qual refletor (olho de gato) serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a página da peça na sua moto.

Qual é a sua moto? BRASIL

Lojas que vendem refletor (olho de gato) de moto

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Refletor (olho de gato) por moto

Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.

Refletor (olho de gato) de reposição por modelo

Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.

Refletor (olho de gato) da sua moto: o que ele faz

Imagine uma estrada escura, a moto parada no acostamento e a bateria arriada. A lanterna está apagada, mas o farol do carro que vem atrás bate no refletor e ele acende em vermelho. É para isso que serve o olho de gato: deixar a moto visível sem gastar energia, só devolvendo a luz que chega nele.

Na maioria das motos, o refletor traseiro fica no suporte da placa, no paralama traseiro ou logo abaixo da lanterna. Em vários modelos ele vem dentro da própria lente da lanterna ou do pisca, e aí não é vendido separado. Os laterais, cor de âmbar, aparecem em algumas motos perto do garfo ou nas laterais da traseira; os dianteiros, incolores, na frente.

Como saber se o refletor ainda funciona

Como não tem parte elétrica, o refletor só mostra defeito para quem olha. Estes são os sinais mais comuns de que ele precisa ser substituído.

  • Lente trincada ou quebrada. Trinca deixa entrar água e poeira por trás das facetas, e o refletor perde o brilho na parte afetada. Pedaço faltando é pior: a área que devolve a luz fica menor e a peça pode se soltar de vez com a vibração.
  • Refletor faltando. É comum a moto perder o olho de gato sem o dono perceber: a porca afrouxa, a fita adesiva descola e a peça cai rodando. Um furo vazio no suporte da placa ou no paralama é sinal claro.
  • Cor desbotada. Lente com cor apagada, opaca ou amarelada pelo tempo indica plástico ressecado. Polir por fora não devolve a cor, porque o pigmento está no material inteiro.
  • Água ou embaçamento por dentro. Refletor com gotas ou névoa por dentro perdeu a vedação. A água fica entre a lente e o fundo, apaga parte do reflexo e, com o tempo, deixa manchas. Em geral não tem conserto: a troca resolve.
  • Peça solta ou balançando. Quando o refletor balança, ele deixa de ficar virado para quem vem atrás. Às vezes basta reapertar a porca; se a base de plástico quebrou em volta do furo, só a peça nova resolve.
  • Reflexo fraco à noite. Refletor velho pode estar inteiro e mesmo assim refletir pouco. Compare com um novo ou com o de outra moto: se a diferença no brilho é grande, chegou a hora de trocar.
  • Refletor torto ou virado. O refletor precisa ficar com a face voltada para trás, na vertical. Se o suporte dobrou numa queda, a peça até está lá, mas não cumpre a função. Endireite o suporte ou troque o que estiver danificado.
  • Lente da lanterna ou do pisca quebrada na faixa refletiva. Em muitas motos o refletor faz parte da lente da lanterna traseira ou da lente do pisca. Se essa lente trincou justamente na parte refletiva, a troca é da lente ou da lanterna, não de um refletor avulso.

O que conferir antes de comprar o olho de gato

O primeiro passo é saber onde fica o refletor que você quer trocar: atrás, na lateral ou na frente. Daí saem a cor, o formato e o jeito de fixar.

  • A posição define a cor. A cor não é questão de gosto: ela indica para quem vem de que lado está a moto. Vermelho vai atrás, âmbar nas laterais e incolor na frente, em geral. Escolha pela posição, não pela pintura.
  • Avulso, na lanterna ou no pisca. Em algumas motos o refletor é uma peça separada, presa por porca ou adesivo. Em outras, ele está moldado na lente da lanterna traseira ou na lente do pisca, e aí o que se compra é a lente ou a lanterna.
  • Modelo, versão e ano. Um refletor retangular de uma geração pode não ter o mesmo furo do refletor de outra. Leve o documento da moto ou a peça antiga para o balconista cruzar a aplicação.
  • Formato e tamanho. Compare o tamanho com o antigo. Refletor menor deixa marca e furo à mostra; maior não assenta no suporte, fica torto e reflete para o lado errado.
  • Tipo de fixação. Repare como o seu refletor prende: haste rosqueada com porca por trás, parafuso pela frente, encaixe de pressão ou fita dupla face. O novo deve usar o mesmo sistema, ou você vai precisar adaptar.
  • Unidade ou par. Se a sua moto usa dois refletores iguais, pode compensar trocar o par: cor e brilho ficam iguais dos dois lados, e a traseira não fica com uma peça nova ao lado de uma desbotada.
  • Cor da lente da lanterna. Lanternas e lentes de pisca podem vir em cores diferentes, como vermelho, fumê ou cristal. Se o refletor faz parte da lente, a cor muda o visual e também o reflexo. Na dúvida, fique com a cor de fábrica.
  • Qualidade da lente. Lente boa tem facetas bem definidas no fundo, cor uniforme e borda lisa, sem rebarba. Peça com o desenho interno borrado ou cor fraca reflete pouco. Olhe contra a luz ainda na loja.

Como trocar o refletor da sua moto

Quando o refletor vem embutido na lanterna ou no pisca, o serviço é um pouco maior, mas ainda dá para fazer em casa com calma. Os passos abaixo valem para os dois casos.

  1. Veja onde e como ele prende. Olhe a peça de frente e por trás: porca atrás do suporte da placa, parafuso pela frente, encaixe de pressão ou fita adesiva. Se ele está dentro da lente da lanterna ou do pisca, desligue a chave: o que sai é a lente.
  2. Solte a peça antiga. Segure o refletor pela frente e solte a porca por trás, sem forçar o suporte. Se a rosca estiver oxidada, um pouco de desengripante ajuda. Peça colada sai com calor moderado e paciência, sem estilete na pintura.
  3. Limpe a base. Remova barro, cola velha e oxidação da base. Superfície suja faz o refletor novo ficar torto ou descolar nas primeiras chuvas.
  4. Verifique o suporte. Aproveite para olhar o ângulo do suporte. Ele deve deixar o refletor na vertical, de frente para trás. Se entortou num tombo, endireite com cuidado ou troque.
  5. Monte o refletor novo. Encaixe a peça com a face refletiva para trás e na vertical. Aperto firme, sem esmagar a base. Na fixação com fita, espere a cola assentar antes de lavar a moto.
  6. Feche a lente ou a lanterna, se for o caso. Lente de lanterna ou pisca volta com a borracha no lugar e parafusos apertados por igual. Depois, teste luz de freio, lanterna e pisca com a chave ligada.
  7. Teste com luz. Faça o teste do farol: aponte a lanterna do celular para a moto e olhe na mesma direção da luz. O olho de gato bom acende inteiro, na cor certa para a posição.

Se o suporte da placa ou o paralama trincaram em volta do furo, se a rosca da haste espanou dentro da base ou se a lanterna passou a falhar depois da troca da lente, procure uma oficina. São reparos simples, mas mexem na fixação da placa e na iluminação traseira.

Refletor limpo e firme no dia a dia

Por ficar baixo e perto da roda, o refletor recebe barro, água e pedra o tempo todo. Estes cuidados ajudam a mantê-lo funcionando.

  • Limpe com pano macio e sabão neutro. Na lavagem, passe a esponja também no olho de gato. Uma camada de sujeira seca já basta para ele refletir bem menos à noite. Evite thinner e gasolina.
  • Cuidado com o jato de alta pressão. Lavadora de alta pressão encostada no olho de gato tira a fita, abre a vedação e enche a peça de água. Mantenha distância.
  • Proteja do sol. O sol é o que mais desbota o refletor. Garagem, sombra ou capa ajudam a manter a cor viva por mais tempo, junto com a lanterna e os plásticos da traseira.
  • Reaperte de vez em quando. A vibração afrouxa porca e parafuso aos poucos. Uma olhada a cada lavagem ou revisão evita que o refletor caia na rua sem você ver.
  • Não cubra o refletor. Moldura de placa grande, adesivo, bagageiro ou bolsa podem tapar o olho de gato. O refletor precisa ficar à vista de quem vem atrás.
  • Olhe depois de tombo ou terra. Depois de queda, batida de estacionamento ou estrada de terra, olhe os refletores. Eles costumam ser os primeiros a trincar ou a ficar tortos.
  • Troque os dois lados quando fizer sentido. Se um refletor quebrou e o outro está desbotado, trocar o par deixa cor e brilho iguais dos dois lados e a traseira com aspecto uniforme.

Erros comuns com o refletor

Por ser peça simples, o refletor costuma ser tratado no improviso. Estes são os erros que mais se vê no balcão e na rua.

  • Confundir pisca "olho de gato" com refletor. O nome engana: há pisca de LED chamado de olho de gato no catálogo. Se o que caiu foi a peça que só reflete, sem fio, peça "refletor" e diga a posição.
  • Usar a cor errada. Refletor de cor trocada parece detalhe, mas passa a informação errada para o motorista. Escolha pela posição, não pelo que combina com a pintura.
  • Trocar por adesivo refletivo. Adesivo refletivo é bem-vindo em capacete, baú e jaqueta. No lugar do olho de gato, porém, ele não faz o mesmo papel e não resolve a falta da peça.
  • Comprar lanterna sem refletor. Na hora de trocar a lanterna, pergunte se a peça tem refletor. Se a moto depende dele e a lanterna nova não tem, você vai precisar instalar um refletor avulso.
  • Tirar o refletor por estética. Muita gente remove o olho de gato para deixar a traseira mais limpa, principalmente junto com eliminador de rabeta. Ele faz parte da sinalização da moto, e tirar pode dar problema na fiscalização e na vistoria.
  • Montar torto ou escondido. Depois de montar, olhe a moto de trás, na altura de um farol de carro. Se o refletor não aparece inteiro, ele está no lugar ou no ângulo errados.

Perguntas frequentes

Refletor é obrigatório na moto?

Não é recomendado. Mesmo com a lanterna funcionando, o refletor é o que garante que a moto seja vista quando a parte elétrica falha ou a moto está desligada. Tirar a peça pode trazer problema na vistoria e na fiscalização.

Qual a cor certa do refletor?

Depende da posição. De forma geral, o refletor traseiro é vermelho, os laterais são âmbar (amarelo ou laranja) e o dianteiro é incolor. A cor ajuda o motorista a saber se está vendo a frente, a traseira ou o lado da moto.

O que é catadióptrico?

Catadióptrico é o nome técnico do refletor. Olho de gato é o apelido, porque a peça brilha no escuro quando a luz bate, como o olho de um gato. Os três nomes se referem à mesma coisa: a lente que devolve a luz dos faróis.

Preciso trocar a lanterna para trocar o refletor?

Depende da moto. Em muitas, o refletor é peça avulsa, presa no suporte da placa ou no paralama. Em outras, ele faz parte da lente da lanterna, e há lanternas vendidas com e sem refletor. Leve a peça antiga à loja.

Posso colocar adesivo refletivo no lugar do refletor?

Não. Fita refletiva é um bom complemento em baú, capacete e roupa, mas não substitui o refletor da moto. A peça tem formato, cor e capacidade de reflexo próprios para a posição. Use o adesivo como extra, não no lugar.

Posso usar olho de gato universal?

Às vezes serve, desde que tenha a cor certa para a posição, tamanho parecido e a mesma forma de fixação. Refletores com haste e porca resolvem muitos casos, mas o encaixe pode ficar diferente. Compare com a peça antiga.

Posso usar lente fumê com refletor?

Lente escurecida reduz a luz que passa, tanto da lâmpada quanto do reflexo. Se o refletor da sua moto está embutido na lanterna, uma lente muito escura pode deixá-lo fraco. Prefira lente que mantenha luz e reflexo bem visíveis.

Dá para colar o refletor que soltou?

Depende do tipo de fixação. Refletor adesivo volta com fita dupla face para uso externo, aplicada em base limpa. Refletor de haste com a base quebrada precisa ser trocado; cola comum solta com chuva e vibração.