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LS2 Classic Pro FF358 Pro

Capacete integral (fechado) da LS2, linha Classic.

Capacete

LS2

Fabricante
LS2
Linha
Classic
Tipo
Integral (fechado)
Modelo
FF358 Pro
Casco
ABS

Dados do fabricante (ls2.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o LS2 Classic Pro FF358 Pro

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Sobre o LS2 Classic Pro FF358 Pro

LS2 Classic Pro FF358 Pro é um capacete integral (fechado) da LS2. Versão atualizada do clássico FF358, com casco em ABS e spoiler traseiro integrado. Tem ventilação superior com dois níveis, entrada de ar inferior e saída de exaustão, EPS multidensidade canaletado e espumas cortadas a laser.

Pelo que o fabricante informa, os pontos principais da ficha são tipo: Integral (fechado); modelo: FF358 Pro; casco: ABS; peso: 1.400 ± 50 g; homologação: ECE 22.06; certificação Inmetro nas unidades vendidas oficialmente no Brasil.

Entendendo os dados técnicos do capacete

Antes de comparar qualquer número, confira na ficha, e depois no próprio capacete, a certificação do Inmetro. Sem ela, o resto não importa. Depois, olhe o que define se o modelo cabe em você: a faixa de tamanhos, o formato interno do casco quando o fabricante informa (mais oval ou mais redondo) e se a marca usa mais de um tamanho de casco na mesma linha.

Só então entram os itens de conforto e de uso. Peso informado sem dizer o tamanho serve apenas como referência. Na viseira, veja se a troca é rápida, se há preparo para lente antiembaçante e se existe reposição à venda. Óculos solar interno, forro removível, fecho de engate rápido ou duplo D e espaço para intercomunicador são diferenças que você sente no uso diário. A ventilação, contada em entradas e saídas, pesa mais para quem roda no calor ou fica muito tempo parado no trânsito.

TipoIntegral (fechado)
ModeloFF358 Pro
CascoABS
Peso1.400 ± 50 g
HomologaçãoECE 22.06; certificação Inmetro nas unidades vendidas oficialmente no Brasil
Tamanhos54/XS, 56/S, 58/M, 60/L, 62/XL
ViseiraPolicarbonato cristal 2,2 mm, proteção UV, antirrisco, troca rápida
FechoMicrométrico
ForraçãoRemovível, lavável, respirável e antibacteriana

Em quais motos serve

Segundo o fabricante, este produto serve nas motos abaixo. A versão e o ano fazem diferença: na dúvida, compare com a peça que está na moto ou peça o código à loja.

  • uso urbano

Este capacete é o certo para você?

Capacete bom é o que serve na sua cabeça e no seu uso. Antes de fechar a compra, passe por estes pontos com o modelo em mãos ou com a ficha aberta: eles separam o capacete que vai acompanhar você por anos daquele que vai ficar encostado no armário.

  • Peso no tamanho certo. O peso informado na ficha costuma ser de um tamanho específico e pode ter variação para mais ou para menos. Para comparar, use o mesmo tamanho e o mesmo estilo de capacete. Diferença de peso aparece mais no pescoço em viagem longa e no trânsito parado. Na loja, segure dois modelos com o braço esticado e sinta a diferença.
  • Engate rápido ou duplo D. Fecho não é detalhe. Verifique qual tipo vem no modelo: engate rápido, de catraca com dentes, ou duplo D, com dois anéis e uma presilha para a sobra da cinta. O primeiro ganha em praticidade; o segundo, em ajuste fino. Teste a abertura de luva e veja se a cinta tem acabamento macio, porque ela fica em contato direto com a pele.
  • Ventilação que regula. No clima brasileiro, um capacete abafado vira motivo para rodar com a viseira aberta, o que não é bom. Verifique se o modelo tem entrada no queixo, entrada no topo e saída na traseira, e se há canais na espuma interna levando o ar até a cabeça. Mexa nos controles na loja: aberturas duras ou frágeis são as primeiras a quebrar.
  • Estilo certo para o seu uso. Confira se o estilo do capacete combina com o que você faz com a moto. Para cidade e estrada, os fechados e os escamoteáveis cobrem o rosto. Para terra, o off-road trabalha com óculos de proteção. O adventure fica no meio do caminho, e o aberto atende trajetos curtos e lentos. Comprar o estilo errado é o arrependimento mais comum depois do tamanho.
  • Preparação para intercomunicador. Se você usa ou pretende usar intercomunicador, procure nichos na espuma interna, na altura das orelhas, para os alto-falantes ficarem embutidos. Veja também se há espaço na lateral do casco para a base do aparelho e um caminho no forro para o fio e o microfone. Alguns fabricantes vendem intercomunicador próprio para o modelo; confira a compatibilidade no catálogo.
  • Viseira de fábrica e reposição. Veja qual viseira vem montada: cristal, fumê ou espelhada. Como só a cristal pode ser usada à noite, quem roda depois que escurece precisa dela. Antes de comprar, procure se existe viseira de reposição deste modelo à venda, de preferência original. Viseira risca, quebra e se perde, e uma de outro capacete raramente encaixa.

Ajustes e uso certo do capacete

Boa parte do conforto e da proteção de um capacete depende de como ele é colocado, fechado e regulado. Estes cuidados de uso valem para o dia a dia e para a primeira semana, quando o forro ainda está se acomodando à sua cabeça.

  • Trocar a viseira. A maioria dos capacetes atuais troca a viseira sem ferramenta, mas cada modelo tem o seu jeito. Leia o manual antes da primeira troca e faça com calma, sobre uma mesa, com o capacete apoiado. Ao recolocar, confira se a viseira encaixou dos dois lados, abre e fecha em todas as posições e veda sem fresta quando fechada.
  • Tirar e recolocar o forro. Para lavar ou trocar o forro, solte primeiro as bochecheiras, que costumam sair puxando as presilhas, e depois o forro do topo. Repare como cada peça estava presa, ou fotografe antes. Ao montar, encaixe todas as presilhas: forro solto escorrega na cabeça e muda o ajuste. Espere secar totalmente antes de recolocar.
  • Contra o embaçamento no trânsito. Muitos capacetes têm uma posição em que a viseira fica levemente aberta, só uma fresta, para desembaçar em baixa velocidade. Use no trânsito parado e no semáforo e feche ao acelerar. Rodar com a viseira toda aberta em velocidade deixa vento, inseto e pedra entrarem e pode até forçar o mecanismo.
  • Instalar a lente antiembaçante. A lente antiembaçante só funciona se a vedação estiver perfeita. Monte com a viseira fora do capacete e as mãos limpas, sem tocar no centro da lente. Encaixe um lado no pino, curve e encaixe o outro. Pinos com regulagem ajustam a tensão. Se aparecer embaçamento entre a lente e a viseira, entrou sujeira ou umidade: desmonte, seque e monte de novo.
  • Capacete e óculos de grau no dia a dia. Quem usa óculos de grau deve colocar o capacete primeiro e os óculos depois, encaixando as hastes nos canais do forro, quando houver. Ao tirar, o caminho é o contrário: óculos fora, capacete depois. Hastes finas e retas passam mais fácil que as curvas. Se o seu capacete for escamoteável, abra a queixeira para facilitar.

Para o capacete durar e continuar protegendo

Um capacete bem cuidado rende anos de uso, mas não é eterno, e uma batida pode encerrar a vida dele de uma vez. Aqui estão os cuidados do dia a dia e os sinais de que chegou a hora da troca.

  • Validade e data de fabricação. Validade de capacete é um assunto que gera confusão. O ponto de partida é o manual: se o fabricante recomenda um período de uso, siga. Fora isso, o estado do capacete manda. Forro que cedeu, cinta gasta, casco desbotado e ressecado ou espuma esfarelando são sinais de fim de vida, independentemente do tempo.
  • Sinais de que é hora de trocar. Mesmo sem batida, o capacete chega ao fim da vida. Troque quando ele ficar folgado a ponto de girar na cabeça, quando a espuma interna esfarelar ou afundar, quando a cinta desfiar ou o fecho falhar, ou quando o casco apresentar trinca. Viseira riscada, forro gasto e controles quebrados, ao contrário, se resolvem com peças de reposição.
  • Lavar o forro. Suor e oleosidade da pele se acumulam no forro e aceleram o desgaste das espumas. Retire as peças, lave à mão com sabão neutro e aperte suavemente para tirar a água, sem torcer. Deixe secar à sombra até o fim antes de montar. Máquina de lavar só se o manual permitir, em ciclo delicado e dentro de saco próprio.
  • Mecanismos da viseira e da queixeira. Os mecanismos do capacete pedem limpeza leve e regular. Poeira e areia nas bases da viseira e nas travas deixam o movimento áspero. Limpe com pano úmido, seque e teste. Se algo quebrar, procure a peça de reposição do modelo; improvisar com cola ou parafuso de outro capacete compromete o funcionamento e a segurança.
  • Depois de uma batida ou queda. Capacete que sofreu impacto deve ser substituído, mesmo sem trinca aparente. A espuma interna, que absorve a energia, amassa e não volta ao formato, e isso não se vê por fora. Vale para acidente com a cabeça dentro e também para queda forte do capacete sozinho em chão duro. Na dúvida, procure o fabricante ou a assistência da marca.

Como não levar um LS2 Classic Pro FF358 Pro falsificado

Três perguntas ajudam a não cair em capacete falso. Quem está vendendo? Revenda autorizada, loja oficial ou distribuidor indicado pela marca dão nota fiscal e garantia; vendedor sem nome, não. O preço faz sentido? Desconto pequeno é comum, mas valor muito abaixo do praticado nas lojas autorizadas costuma esconder produto falsificado, usado ou sem certificação. O capacete mostra a certificação?

Esta última se responde com o produto na mão: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data, e dados batendo com a caixa. Capacete sem selo, só com selo de outro país ou com a etiqueta arrancada não deve ser comprado. Para tirar dúvidas, o site do fabricante mostra o modelo, e a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro.

Este capacete ou outro do mesmo estilo?

O primeiro critério de comparação não está na ficha: é a sua cabeça. Dois capacetes de marcas diferentes, no mesmo tamanho e na mesma faixa, podem assentar de forma completamente diferente, porque cada fabricante tem seu formato de casco. Se puder, prove os dois no mesmo dia, ficando o mesmo tempo com cada um.

Entre os que serviram bem, compare o que você vai usar. Quem roda de dia e volta à noite vai valorizar o solar interno; quem pega chuva, a lente antiembaçante; quem para muito, o escamoteável ou o engate rápido. Veja também o peso no mesmo tamanho, a ventilação regulável e a facilidade de achar peças. Desconfie de comparações que só olham o material do casco: a certificação garante o mínimo de proteção para todos, e o material muda principalmente peso e conforto.

Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:

A marca LS2

LS2 (China; marca de capacetes do grupo Jiangmen Pengcheng Helmets). Os cascos usam materiais próprios como HPTT (termoplástico injetado em alta pressão), KPA (liga de polímeros), HPFC (tricomposto) e fibra de carbono. Os modelos atuais seguem a homologação ECE 22.06 e as páginas brasileiras indicam certificação Inmetro nas unidades vendidas oficialmente. Veja tudo o que ela vende para moto na página da LS2.

Na mesma categoria, a LS2 também tem:

Todos os produtos de capacete da LS2

Para continuar

Leia também: guia de capacete; todos os produtos da LS2.

Perguntas frequentes

É seguro usar capacete de segunda mão?

O risco é não conhecer a história do capacete. Uma batida anterior pode ter comprometido a espuma sem deixar marca. Além disso, a garantia depende da nota de quem comprou. Se for inevitável, só aceite de alguém de confiança, com nota, e inspecione casco, espuma, cinta e etiqueta.

O capacete aperta na testa. É normal?

Dor localizada que aparece depois de alguns minutos é sinal de formato, não de tamanho. Cabeça mais redonda sofre nas laterais em casco oval, e cabeça mais alongada sofre na testa em casco redondo. Se acabou de comprar, procure a loja logo para trocar, antes de usar o capacete na rua.

Qual a validade deste capacete?

A lei não define prazo de validade para capacete. Siga o que o manual do fabricante recomenda e troque antes se houver impacto, trinca, espuma danificada, cinta gasta ou folga que não se corrige. A data de fabricação está na etiqueta interna; a da compra, na nota fiscal.

Selo estrangeiro substitui o do Inmetro?

Sozinho, não. O Inmetro não aceita certificações estrangeiras no lugar da brasileira. Muitos capacetes vendidos aqui trazem as duas, o que é normal. O que importa para circular no Brasil é ter o selo do Inmetro no casco e a etiqueta interna de identificação.

O capacete caiu no chão. Preciso trocar?

Depende da queda. Se ele bateu num acidente com a sua cabeça dentro, troque, mesmo sem marca visível. Se caiu sozinho, examine o casco, olhe a espuma interna sem o forro e procure ruídos de peça solta. Havendo trinca, amassado na espuma ou qualquer dúvida, consulte o fabricante e prefira a troca.

Onde fica o selo do Inmetro no capacete?

No próprio capacete: procure o selo de conformidade do Inmetro aplicado no casco, em geral na parte de trás, e a etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data de fabricação. Os dados devem bater com a caixa. Para ir além, a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro.

Como evitar comprar capacete falsificado?

Comece pelo vendedor: loja autorizada ou oficial, com nota e garantia. Depois, o produto: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna completa, manual e acessórios da caixa. Compare com as fotos e a ficha do site do fabricante. Diferença no acabamento ou preço bom demais pedem cautela.