MT KRE+S FIM
Capacete integral de competição em fibra de carbono da MT Helmets, linha KRE+S.
Capacete
MT Helmets
- Fabricante
- MT Helmets
- Linha
- KRE+S
- Casco
- 5 camadas de fibra de carbono entrelaçadas, 3 tamanhos de casco
- Peso
- Aproximadamente 1650 g ± 50 g
- Certificação
- ECE 22.06, DOT, INMETRO; homologado FIM
Dados do fabricante (mthelmets.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o MT KRE+S FIM
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Anunciar nesta páginaSobre o MT KRE+S FIM
MT KRE+S FIM é um capacete integral de competição em fibra de carbono da MT Helmets. Capacete integral topo de linha da MT, com casco em 5 camadas de fibra de carbono e homologação da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Tem fecho duplo D, viseira MT-V-29 preparada para Tear Off e Pinlock e spoiler traseiro sobre os extratores de ar.
Na ficha técnica que a MT Helmets publica, aparecem casco: 5 camadas de fibra de carbono entrelaçadas, 3 tamanhos de casco; peso: Aproximadamente 1650 g ± 50 g; certificação: ECE 22.06, DOT, INMETRO; homologado FIM; viseira: MT-V-29, predisposta a Tear Off e Pinlock; fecho: Duplo D.
Entendendo os dados técnicos do capacete
Uma forma prática de ler a ficha de MT KRE+S FIM é dividir em três blocos. O primeiro é o encaixe: tamanhos disponíveis em centímetros, tabela de medidas da marca, formato do casco e peso. É aqui que se decide se o capacete serve, e nenhuma qualidade compensa um tamanho errado.
O segundo bloco é a visão: viseira que vem de fábrica, mecanismo de troca, preparo para lente antiembaçante, óculos solar interno e área de visão. O terceiro é o conforto de uso: quantas entradas de ar abrem e fecham, forro removível e lavável, bochecheiras, canal para hastes de óculos, nichos para alto-falante e tipo de fecho. Em todos os blocos, desconfie de termos vagos como “ventilação total” ou “forro premium” e prefira o que a ficha descreve de forma concreta. E, separado de tudo, confira o selo e a etiqueta do Inmetro.
| Casco | 5 camadas de fibra de carbono entrelaçadas, 3 tamanhos de casco |
|---|---|
| Peso | Aproximadamente 1650 g ± 50 g |
| Certificação | ECE 22.06, DOT, INMETRO; homologado FIM |
| Viseira | MT-V-29, predisposta a Tear Off e Pinlock |
| Fecho | Duplo D |
| Tamanhos | Tabela de tamanhos em imagem no site oficial |
Em quais motos serve
Segundo o fabricante, este produto serve nas motos abaixo. A versão e o ano fazem diferença: na dúvida, compare com a peça que está na moto ou peça o código à loja.
- pista e uso esportivo
Este capacete é o certo para você?
A escolha final depende de três coisas: tamanho, formato e uso. Os itens abaixo ajudam a conferir cada uma delas neste modelo e mostram o que olhar na etiqueta, na caixa e no catálogo do fabricante antes de pagar.
- Viseira de fábrica e reposição. Veja qual viseira vem montada: cristal, fumê ou espelhada. Como só a cristal pode ser usada à noite, quem roda depois que escurece precisa dela. Antes de comprar, procure se existe viseira de reposição deste modelo à venda, de preferência original. Viseira risca, quebra e se perde, e uma de outro capacete raramente encaixa.
- Certificação do Inmetro no próprio capacete. Antes de pagar, vire o capacete e procure o selo do Inmetro e, por dentro, a etiqueta com a identificação do fabricante e a data de fabricação. Compare com a caixa: modelo e tamanho precisam ser os mesmos. Se tiver dúvida, a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro, buscando pela marca.
- Uso com óculos de grau. Óculos de grau e capacete fechado nem sempre se dão bem. O que ajuda: forro com canal para as hastes, abertura de visão alta o suficiente para a armação e viseira que não encosta nas lentes. Se você usa óculos todo dia, inclua esse teste na prova e, se possível, use a armação que você realmente vai levar na moto.
- Estilo certo para o seu uso. Cada estilo resolve um problema e cria outro. O fechado protege e isola, mas esquenta parado. O escamoteável abre sem tirar, mas pesa mais. O off-road ventila e aceita óculos, mas faz barulho na estrada. O aberto é fresco, mas deixa o queixo de fora. Escolha o estilo pelo uso real e só depois compare modelos dentro dele.
- Forro removível e bochecheiras. Confira se o forro sai inteiro ou só em parte. O ideal é remover topo e bochecheiras para lavar e secar. Algumas marcas vendem forro de reposição e bochecheiras mais finas ou mais grossas, o que permite corrigir um capacete que ficou justo ou folgado no rosto. Pergunte isso no balcão ou procure no catálogo do fabricante.
- Campo de visão e posição de pilotagem. Fechado bom é o que deixa você enxergar sem levantar ou baixar a cabeça. Sente na posição em que pilota e olhe para a frente: a borda superior da viseira não deve cortar a visão da via, e a queixeira não deve esconder o painel. Olhe para os lados também, porque a visão periférica muda com o desenho da abertura.
Ajustes e uso certo do capacete
O manual de MT Helmets explica os mecanismos deste modelo, e a leitura vale a pena. Os pontos abaixo resumem o que mais pergunta quem acabou de comprar um capacete: como vestir, fechar, regular e instalar acessórios sem comprometer a proteção.
- Vestir e tirar sem forçar. Muita viseira quebra no gesto de vestir e tirar. Use as cintas como alça: puxe-as para fora para abrir espaço nas bochechas, encaixe a cabeça e só então feche. Para tirar, abra o fecho primeiro e afaste as cintas. Se o capacete for escamoteável, levante a queixeira antes, como o manual indicar.
- Instalar a lente antiembaçante. Instalar a lente é simples, mas pede limpeza. Retire a viseira, limpe por dentro, segure a lente pelas bordas e encaixe nos dois pinos. Ajuste os pinos, quando houver regulagem, até a borda vedar por igual. Use apenas a lente feita para a sua viseira: uma lente de tamanho diferente fica frouxa ou entorta, e o embaçamento volta.
- Fecho duplo D. O duplo D parece complicado, mas é simples depois de algumas vezes: a ponta entra pelos anéis, retorna e é puxada até o aperto desejado. Depois, prenda a sobra na presilha para ela não bater no pescoço com o vento. Para soltar, afrouxe a ponta e separe os anéis. O manual do modelo tem o desenho do passo a passo.
- Contra o embaçamento no trânsito. Muitos capacetes têm uma posição em que a viseira fica levemente aberta, só uma fresta, para desembaçar em baixa velocidade. Use no trânsito parado e no semáforo e feche ao acelerar. Rodar com a viseira toda aberta em velocidade deixa vento, inseto e pedra entrarem e pode até forçar o mecanismo.
- Os primeiros dias de uso. Nos primeiros dias, o capacete pode parecer mais justo do que na loja, principalmente nas bochechas. É normal: as espumas de conforto acomodam ao seu rosto com algumas horas de uso e o aperto diminui. O que não é normal é dor forte e localizada que não melhora; nesse caso, procure a loja enquanto ainda dá para trocar.
Para o capacete durar e continuar protegendo
Capacete é equipamento de proteção, e cuidar dele faz parte da segurança. Os pontos abaixo tratam de limpeza, armazenamento, garantia e do momento de trocar. Quando o manual do fabricante disser algo diferente, siga o manual.
- Nada de furar, cortar ou reformar. Não fure, não corte, não pinte e não reforme o capacete. Furo para câmera ou intercomunicador enfraquece o casco; cortar a espuma para acomodar alto-falante reduz a absorção; tinta e solvente podem atacar o material. Um capacete alterado deixa de ter a conformidade garantida pelo fabricante, e a proteção fica por conta de quem usa.
- Limpeza do casco. Por fora, trate o capacete como a pintura da moto: água, sabão neutro e pano limpo. Nada de esponja abrasiva, solvente ou produto para painel. Mantenha no lugar os adesivos refletivos que vêm de fábrica. Pintura personalizada e adesivagem completa podem reagir com o material do casco; consulte o fabricante antes de qualquer alteração.
- Retrovisor não é cabide. Pendurar o capacete no retrovisor ou na manopla é um hábito comum e ruim. O espelho pressiona a espuma interna sempre no mesmo ponto, e o capacete acaba caindo no chão com o vento ou com um esbarrão. Apoie no banco só se ele não puder escorregar; melhor ainda, use uma trava de capacete ou leve com você.
- Peças de reposição originais. Muitos capacetes têm peças de reposição: viseira, lente antiembaçante, forro, bochecheiras, controles de ventilação, kit de mecanismo e pala, nos modelos que têm. Use as originais do mesmo modelo, procurando pelo código no catálogo do fabricante. Peça de outro capacete pode até encaixar, mas não garante vedação, travamento nem desempenho.
- Validade e data de fabricação. Quanto tempo dura um capacete depende do uso e dos cuidados, e por isso não existe um prazo único. Alguns fabricantes indicam no manual quando trocar; outros deixam a avaliação para o dono. Confira a data de fabricação na etiqueta interna na hora da compra, para saber há quanto tempo o capacete saiu da fábrica.
Como não levar um MT KRE+S FIM falsificado
Três perguntas ajudam a não cair em capacete falso. Quem está vendendo? Revenda autorizada, loja oficial ou distribuidor indicado pela marca dão nota fiscal e garantia; vendedor sem nome, não. O preço faz sentido? Desconto pequeno é comum, mas valor muito abaixo do praticado nas lojas autorizadas costuma esconder produto falsificado, usado ou sem certificação. O capacete mostra a certificação?
Esta última se responde com o produto na mão: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data, e dados batendo com a caixa. Capacete sem selo, só com selo de outro país ou com a etiqueta arrancada não deve ser comprado. Para tirar dúvidas, o site do fabricante mostra o modelo, e a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro.
Este capacete ou outro do mesmo estilo?
O primeiro critério de comparação não está na ficha: é a sua cabeça. Dois capacetes de marcas diferentes, no mesmo tamanho e na mesma faixa, podem assentar de forma completamente diferente, porque cada fabricante tem seu formato de casco. Se puder, prove os dois no mesmo dia, ficando o mesmo tempo com cada um.
Entre os que serviram bem, compare o que você vai usar. Quem roda de dia e volta à noite vai valorizar o solar interno; quem pega chuva, a lente antiembaçante; quem para muito, o escamoteável ou o engate rápido. Veja também o peso no mesmo tamanho, a ventilação regulável e a facilidade de achar peças. Desconfie de comparações que só olham o material do casco: a certificação garante o mínimo de proteção para todos, e o material muda principalmente peso e conforto.
Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:
- Capacete X11 RevoCapacete fechado
- Capacete X11 Revo ProCapacete fechado
- Capacete Texx Wing 2Capacete
- Capacete Texx StrikeCapacete
- LS2 Storm III FF818Capacete integral (fechado) touring
- LS2 Rapid III FF820Capacete integral (fechado) urbano-touring
- Helt CityCapacete aberto
- Helt CitylightCapacete aberto
A marca MT Helmets
MT Helmets (Espanha; a marca se apresenta como 'Desde 1968'). No Brasil a marca é trazida pela Sportsco, em parceria com a MT e a Axxis. O catálogo brasileiro reúne capacetes integrais esportivos e urbanos, escamoteável, dual sport e um modelo aberto com queixeira removível. Veja tudo o que ela vende para moto na página da MT Helmets.
Na mesma categoria, a MT Helmets também tem:
- MT Atom 2 SVCapacete escamoteável com viseira solar
- MT Braker SVCapacete integral com viseira solar
- MT Jarama SVCapacete integral clássico com viseira solar
- MT Targo SCapacete integral
- MT Cosmo SVCapacete integral com viseira solar
- MT Thunder 4 SVCapacete integral com viseira solar
- MT Viale SVCapacete integral esportivo com viseira solar
- MT Track SVCapacete integral dual sport com pala
Para continuar
No site, veja também: guia de capacete; todos os produtos da MT Helmets.
Perguntas frequentes
Qual fecho é melhor, micrométrico ou duplo D?
Os dois cumprem a função quando estão bem ajustados e fazem parte de um capacete certificado. O engate rápido é mais prático para quem tira e põe muitas vezes; o duplo D permite ajuste fino a cada fechamento e é comum em esportivos. O que torna qualquer fecho inseguro é cinta frouxa ou encaixe incompleto.
Na dúvida entre dois números, pego o maior ou o menor?
Prove os dois com a cinta fechada e fique alguns minutos com cada um. O tamanho certo encosta em toda a volta e não gira quando você move o capacete com as mãos. Como as espumas acomodam nas primeiras semanas, o mais justo tende a ser a melhor escolha, desde que não machuque.
Posso colocar película na viseira?
Não. A regra de trânsito proíbe película na viseira e nos óculos de proteção, em qualquer horário, inclusive a película escura sobre viseira cristal. Para o dia, use viseira fumê de fábrica ou um capacete com óculos solar interno. À noite, só a viseira cristal.
O capacete vai ficar mais folgado com o tempo?
Sim, um pouco. As espumas de conforto do forro e das bochecheiras se acomodam nas primeiras semanas, e o capacete fica mais confortável. Por isso, ele deve sair da loja justo, nunca folgado. Com o passar dos anos, se a folga aumentar demais, bochecheiras de reposição ou um capacete novo resolvem.
Como evitar comprar capacete falsificado?
Comece pelo vendedor: loja autorizada ou oficial, com nota e garantia. Depois, o produto: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna completa, manual e acessórios da caixa. Compare com as fotos e a ficha do site do fabricante. Diferença no acabamento ou preço bom demais pedem cautela.
A lente antiembaçante vem junto?
Veja o que diz a embalagem. “Preparado para lente antiembaçante” significa que a viseira tem os pinos, mas a lente é comprada à parte; “com lente” quer dizer que ela já vem na caixa. Em qualquer caso, a lente precisa ser a indicada para a viseira do modelo, ou não veda.
Viseira escura pode ser usada de noite?
Viseira fumê ou espelhada, só de dia. Depois que escurece, a regra pede viseira cristal, e a visão agradece: lente escura à noite esconde buraco, animal e pedestre. Se você vai voltar tarde, leve a cristal ou use um capacete com solar interno, mantendo a cristal montada.