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MT Stinger 2

Capacete integral esportivo da MT Helmets, linha Stinger 2.

Capacete

MT Helmets

Fabricante
MT Helmets
Linha
Stinger 2
Casco
HIRP (combinação de polímeros)
Peso
Aproximadamente 1400 g ± 50 g
Certificação
ECE 22.06, DOT, INMETRO; SHARP 5 estrelas

Dados do fabricante (mthelmets.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o MT Stinger 2

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o MT Stinger 2. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Sobre o MT Stinger 2

MT Stinger 2 é um capacete integral esportivo da MT Helmets. Capacete integral esportivo que atende e supera a norma ECE 22.06 e tem nota máxima de 5 estrelas no teste SHARP. Tem casco HIRP, EPS canalizado de densidades variadas, spoiler, interior preparado para intercomunicador e forros removíveis e laváveis.

Na ficha técnica que a MT Helmets publica, aparecem casco: HIRP (combinação de polímeros); peso: Aproximadamente 1400 g ± 50 g; certificação: ECE 22.06, DOT, INMETRO; SHARP 5 estrelas; viseira: Policarbonato óptico 2,2 mm, anti-risco e UV, 5 posições, troca rápida MT-QVSS; preparada para Pinlock; fecho: Micrométrico de engate duplo.

Como ler a ficha técnica deste capacete

A ficha técnica conta muito, mas não tudo. Ela informa o material do casco, o peso de referência, os tamanhos, os itens que acompanham (viseira, lente antiembaçante, solar interno, forro removível), o tipo de fecho e, às vezes, a preparação para intercomunicador. Leia cada linha procurando o que você vai usar: quem roda de dia e volta à noite quer o solar interno; quem usa óculos de grau procura canal para as hastes; quem pega chuva quer o preparo para lente antiembaçante.

O que a ficha não mostra é como o capacete assenta na sua cabeça. Dois modelos com o mesmo número podem apertar em pontos diferentes, porque cada fabricante desenha o interior do casco com um formato próprio. Use a ficha para separar os candidatos e a prova para decidir. A certificação do Inmetro, essa sim, tem que aparecer na ficha e no capacete.

CascoHIRP (combinação de polímeros)
PesoAproximadamente 1400 g ± 50 g
CertificaçãoECE 22.06, DOT, INMETRO; SHARP 5 estrelas
ViseiraPolicarbonato óptico 2,2 mm, anti-risco e UV, 5 posições, troca rápida MT-QVSS; preparada para Pinlock
FechoMicrométrico de engate duplo
TamanhosTabela de tamanhos em imagem no site oficial

Em quais motos serve

Segundo o fabricante, este produto serve nas motos abaixo. A versão e o ano fazem diferença: na dúvida, compare com a peça que está na moto ou peça o código à loja.

  • uso esportivo e urbano

Este capacete é o certo para você?

A escolha final depende de três coisas: tamanho, formato e uso. Os itens abaixo ajudam a conferir cada uma delas neste modelo e mostram o que olhar na etiqueta, na caixa e no catálogo do fabricante antes de pagar.

  • Ventilação que regula. Conte as entradas de ar na frente, no queixo e na testa, e as saídas atrás. Mais do que a quantidade, veja se elas abrem e fecham com facilidade, de luva. No calor e no trânsito parado, ventilação boa faz diferença. Na chuva e no frio, você vai querer fechar tudo, e aí a vedação das aberturas também conta.
  • Forro removível e bochecheiras. Capacete com forro fixo fica difícil de manter limpo e, com o tempo, cheira mal. Na prova, pergunte como o forro sai, solte uma bochecheira e recoloque para ver se as presilhas são firmes. Se a marca tiver forro e bochecheiras de reposição para este modelo, você ganha anos de uso sem precisar trocar o capacete.
  • Quando a medida cai entre dois tamanhos. Ficar entre dois números é comum. O tamanho menor tende a ser o certo se o capacete encosta firme em toda a volta sem pontos de dor, já que as espumas de conforto acomodam nas primeiras semanas de uso. O maior só vale se o menor machuca. Um capacete que gira na cabeça ou sobe quando você puxa por trás está grande.
  • Formato do casco e formato da cabeça. Depois do número, vem o formato. O interior de cada modelo segue um desenho de cabeça, mais oval ou mais redondo, e isso muda de marca para marca e às vezes de linha para linha. Por isso, um 58 de um fabricante pode servir perfeitamente e o 58 de outro apertar nos lados. Se a pressão fica concentrada num ponto, troque de modelo, não de tamanho.
  • A prova na loja. Na prova, vista o capacete puxando pelas cintas para abrir as bochechas e feche o fecho. Ele deve ficar firme, com as bochechas encostando no rosto. Segure o capacete com as duas mãos e tente girar para os lados e para cima: a pele da testa deve acompanhar o movimento. Fique com ele alguns minutos antes de decidir, porque o desconforto às vezes só aparece depois.
  • Estilo certo para o seu uso. Confira se o estilo do capacete combina com o que você faz com a moto. Para cidade e estrada, os fechados e os escamoteáveis cobrem o rosto. Para terra, o off-road trabalha com óculos de proteção. O adventure fica no meio do caminho, e o aberto atende trajetos curtos e lentos. Comprar o estilo errado é o arrependimento mais comum depois do tamanho.

Como usar e ajustar este capacete

Comprou o capacete certo? Agora é usar do jeito certo. Ajuste da cinta, viseira, ventilação e acessórios fazem diferença no conforto, na visão e na segurança. Antes de tudo, leia o manual que vem na caixa: ele traz detalhes que só valem para este modelo.

  • Fecho de engate rápido. O engate rápido é prático, mas pede um cuidado: encaixar a lingueta até o fim. Fecho meio encaixado parece preso e solta com um puxão. Regule o comprimento da cinta para que, no dente do meio, ela já fique firme; assim sobra margem para apertar ou afrouxar. Se a fivela começar a falhar, pare de usar e procure a peça de reposição.
  • Os primeiros dias de uso. Capacete novo precisa de um tempo de acomodação. Use em trajetos curtos nos primeiros dias e repare se o aperto vai aliviando. As bochechas cedem mais que o topo. Se depois de algumas saídas ainda aparecer marca vermelha na testa ou dor de cabeça, o problema é de formato, e o melhor é conversar com o vendedor sobre a troca.
  • Capacete e óculos de grau no dia a dia. Óculos e capacete convivem bem quando a ordem é seguida: capacete na cabeça, depois os óculos, entrando pelas laterais. Se as hastes apertam, veja se o forro tem rebaixo próprio e se elas estão passando nele. Armação com hastes retas ajuda. Em capacete escamoteável, levantar a queixeira dá mais espaço para a manobra.
  • Contra o embaçamento no trânsito. Contra embaçamento no dia a dia, a sequência que funciona é: entrada do queixo aberta, viseira na posição de fresta parada e fechada em movimento. Se o embaçamento for constante, o caso pede lente antiembaçante. Respiração forte direto na viseira também embaça; alguns modelos trazem um defletor de respiração que ajuda quando instalado.
  • Vestir e tirar sem forçar. Muita viseira quebra no gesto de vestir e tirar. Use as cintas como alça: puxe-as para fora para abrir espaço nas bochechas, encaixe a cabeça e só então feche. Para tirar, abra o fecho primeiro e afaste as cintas. Se o capacete for escamoteável, levante a queixeira antes, como o manual indicar.

Cuidados, validade e troca do MT Stinger 2

Um capacete bem cuidado rende anos de uso, mas não é eterno, e uma batida pode encerrar a vida dele de uma vez. Aqui estão os cuidados do dia a dia e os sinais de que chegou a hora da troca.

  • Retrovisor não é cabide. O retrovisor não foi feito para segurar capacete. Ele amassa a espuma de absorção e, quando o capacete cai, a queda pode danificar a estrutura sem deixar marca visível. Se não tiver onde guardar, leve o capacete na mão ou use a trava de capacete da moto, quando houver, passando pela cinta e não pelo casco.
  • Depois de uma batida ou queda. Batida de capacete não tem conserto. A espuma de absorção que fica por baixo do casco funciona amassando, e depois de amassada já não protege igual. Se o capacete foi usado num acidente, troque. Se ele caiu da moto ou da mão em piso duro, examine com cuidado e, havendo qualquer dúvida, consulte o fabricante antes de voltar a usar.
  • Garantia. Guarde a nota fiscal, o manual e, se possível, a caixa. A garantia do fabricante costuma cobrir defeitos de fabricação, como costura que solta ou mecanismo que falha no uso normal, e não danos de queda, mau uso ou alteração. As condições e o prazo estão no manual e no certificado de garantia do modelo; leia antes de precisar.
  • Validade e data de fabricação. A lei não fixa um prazo de validade para o capacete, mas o material envelhece com sol, suor e calor. Siga o que o manual do modelo recomenda sobre a troca, contando a partir da data que o fabricante indicar. A data de fabricação está na etiqueta interna; guarde a nota fiscal para ter também a data da compra.
  • Nada de furar, cortar ou reformar. Toda alteração tira do capacete parte da garantia de proteção. Isso vale para pintura personalizada, troca da espuma interna, furos para suportes e recortes no forro. Acessórios devem ser instalados com as fixações indicadas pelos fabricantes do capacete e do aparelho. Na dúvida, pergunte à assistência da marca antes de mexer.

Como comprar o capacete verdadeiro

Capacete falsificado é risco direto para a cabeça, e não só prejuízo. A primeira defesa é o lugar da compra: prefira revendas autorizadas, a loja oficial do fabricante ou vendedores com nota fiscal e endereço conhecidos. Em marketplace, confira se a loja é a oficial da marca ou um distribuidor indicado pelo fabricante.

Com o capacete na mão, verifique o selo do Inmetro no casco e a etiqueta interna, com fabricante, modelo, tamanho e data de fabricação. Os dados devem bater com a caixa e a nota. Acabamento ruim, costura torta, viseira com folga, peso muito diferente do informado e manual ausente ou mal traduzido são sinais de alerta. Preço muito abaixo do que as lojas autorizadas praticam também é. Na dúvida, consulte a lista de capacetes certificados no site do Inmetro.

Este capacete ou outro do mesmo estilo?

Para comparar este capacete com modelos de outras marcas, mantenha a comparação justa: mesmo estilo, mesmo tamanho e mesma proposta de uso. Fechado esportivo se compara com fechado esportivo; escamoteável, com escamoteável. Todos precisam ter a certificação do Inmetro, que é o mínimo, então a diferença está no resto.

Coloque lado a lado o peso no mesmo tamanho, o material do casco, quantos tamanhos de casco o fabricante usa, a ventilação, o que vem na caixa (lente antiembaçante, solar interno, viseira extra), o tipo de fecho, o forro removível e a preparação para intercomunicador. Depois, pese o que não aparece na ficha: viseira de reposição à venda na sua cidade, assistência e garantia. E prove os dois, porque o formato de cada casco decide mais do que qualquer item da lista.

Outras marcas com produto equivalente:

A marca MT Helmets

MT Helmets (Espanha; a marca se apresenta como 'Desde 1968'). O catálogo brasileiro reúne capacetes integrais esportivos e urbanos, escamoteável, dual sport e um modelo aberto com queixeira removível. A maior parte dos modelos usa casco em polímero HIRP e é anunciada com homologação ECE 22.06, DOT e INMETRO; o topo de linha KRE+S FIM tem casco em fibra de carbono e homologação FIM. A história e as linhas estão na página da MT Helmets.

Mais capacete da MT Helmets:

Para continuar

Outras páginas que ajudam: guia de capacete; todos os produtos da MT Helmets.

Perguntas frequentes

Posso rodar à noite com viseira fumê?

Viseira fumê ou espelhada, só de dia. Depois que escurece, a regra pede viseira cristal, e a visão agradece: lente escura à noite esconde buraco, animal e pedestre. Se você vai voltar tarde, leve a cristal ou use um capacete com solar interno, mantendo a cristal montada.

Uso óculos de grau. Este capacete serve?

Dá, mas prove com os seus óculos. Capacetes com canal no forro para as hastes são mais confortáveis; sem ele, as hastes apertam a cabeça. Coloque o capacete primeiro e depois os óculos. Quem usa óculos todo dia costuma gostar do escamoteável, que abre a frente para ajeitar a armação.

Qual a validade deste capacete?

A lei não define prazo de validade para capacete. Siga o que o manual do fabricante recomenda e troque antes se houver impacto, trinca, espuma danificada, cinta gasta ou folga que não se corrige. A data de fabricação está na etiqueta interna; a da compra, na nota fiscal.

Este capacete aceita intercomunicador?

A maioria dos capacetes recebe intercomunicador, mas o conforto muda de um para outro. Com nichos para alto-falante, o som fica bom e a orelha não aperta. Veja também se a borda do casco aceita presilha ou se será preciso base adesiva. O manual do aparelho indica as opções de fixação.

Na dúvida entre dois números, pego o maior ou o menor?

Prove os dois com a cinta fechada e fique alguns minutos com cada um. O tamanho certo encosta em toda a volta e não gira quando você move o capacete com as mãos. Como as espumas acomodam nas primeiras semanas, o mais justo tende a ser a melhor escolha, desde que não machuque.

Que número de capacete eu uso?

Meça a volta da cabeça com fita métrica, um dedo acima das sobrancelhas e passando pela parte mais saliente de trás, e compare com a tabela do fabricante deste modelo. O número do capacete costuma ser essa medida em centímetros. Se cair entre dois tamanhos, prove os dois e fique com o mais justo que não machuca.

Posso colocar película na viseira?

Película é proibida na viseira, seja escura, espelhada ou colorida. Além de render multa, ela reduz a visão à noite e em dia nublado. Se o sol incomoda, a solução permitida é a viseira fumê original do modelo, usada de dia, ou o óculos solar interno, quando o capacete tem.