Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor
Kit relação (coroa, pinhão e corrente) da Scud, linha Kit transmissão UO.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão)
428 43/14
- Fabricante
- Scud
- Linha
- Kit transmissão UO
- Descrição no catálogo
- KIT TRANSM, YES125/INTRUDER125 - 43D/14D/428UOX116L CHH-UO C
- Coroa
- 43 dentes
- Pinhão
- 14 dentes
Dados do fabricante (scudparts.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaSobre o Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor
Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor é um kit relação (coroa, pinhão e corrente) da Scud, da linha Kit transmissão UO. Kit de transmissão Scud (coroa, pinhão e corrente) de reposição, listado no catálogo oficial como "KIT TRANSM, YES125/INTRUDER125 - 43D/14D/428UOX116L CHH-UO C": coroa de 43 dentes, pinhão de 14 dentes e corrente 428 com 116 elos, com retentor.
Os dados declarados pela Scud são descrição no catálogo: KIT TRANSM, YES125/INTRUDER125 - 43D/14D/428UOX116L CHH-UO C; coroa: 43 dentes; pinhão: 14 dentes; corrente: 428UO com 116 elos; retentor: com retentor (O-ring).
A medida dele bate com a ficha de 16 versões de moto do catálogo, de 5 modelos, como Honda CG 125, Yamaha Factor 125, Suzuki Intruder 125 e Suzuki Katana 125. A lista completa está mais abaixo.
O que cada dado da ficha quer dizer
A ficha de um produto de transmissão é curta, mas cada número decide se a peça monta e como a moto vai andar. No kit relação, os dados principais são o passo da corrente, os dentes da coroa e do pinhão e o número de elos. Na corrente avulsa, entram ainda o tipo de vedação (comum, O-ring ou X-ring), a versão reforçada e o tipo de emenda. Na coroa e no pinhão, além dos dentes, a ficha costuma citar o material e o tratamento térmico.
Na embreagem, procure a quantidade de discos de fricção e de separadores, a espessura e se as molas acompanham. Na correia CVT, o código vem com largura e comprimento. Nos roletes, diâmetro, largura e peso em gramas. Quando a ficha traz a lista de motos, ela vale mais que qualquer medida isolada. Quando não traz, as medidas são o único caminho, e cada uma precisa bater com o manual ou com a peça que está na moto.
| Descrição no catálogo | KIT TRANSM, YES125/INTRUDER125 - 43D/14D/428UOX116L CHH-UO C |
|---|---|
| Coroa | 43 dentes |
| Pinhão | 14 dentes |
| Corrente | 428UO com 116 elos |
| Retentor | com retentor (O-ring) |
| Corrente (marca no catálogo) | CHH |
Em quais motos serve
Pela medida, este produto corresponde ao que a ficha destas motos pede. A conferência final é sempre na sua moto: veja a medida da peça instalada ou o manual.
- Honda CG 125 Fan 2016–2018
- Honda CG 125 Fan 2014–2015
- Honda CG 125 Fan ES 2014–2015
- Honda CG 125 Fan ESD 2014–2015
- Honda CG 125 Cargo 2009–2013
- Honda CG 125 Cargo ES 2009–2013
- Honda CG 125 Fan 2009–2013
- Honda CG 125 Fan ES 2009–2013
- Honda CG 125 Cargo 1994–1999
- Honda CG 125 Titan 1994–1999
- Yamaha Factor 125i ED 2017–2025
- Suzuki Intruder 125 2002–2016
- Suzuki Katana 125 1996–2002
- Suzuki Yes 125 SE 2011–2016
- Suzuki Yes 125 2005–2012
- Suzuki Yes 125 Cargo 2012
Como saber se Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor é o certo para a sua moto
Um produto de transmissão pode ser muito bem feito e ainda assim não ser o da sua moto. A conferência é simples: o manual diz o que a moto usa, a ficha mostra o que o produto entrega e a peça montada confirma o que está nela hoje.
- Código do fabricante e peça original. Peça pelo código, não pela foto. O código do fabricante liga o produto a uma aplicação conferida e permite comparar com a peça original da moto. Se o vendedor não souber informar o código, ou se a embalagem não trouxer nenhum, a chance de levar algo que “quase serve” aumenta bastante.
- Linha comum, reforçada ou de competição. Muitas marcas têm mais de uma linha para a mesma moto: a de reposição comum, uma reforçada e, às vezes, uma voltada a competição. A reforçada aguenta mais carga, mas pode custar mais ou ser mais larga; a de competição nem sempre é pensada para durar no dia a dia. Veja em qual linha o produto está antes de comparar preço.
- O que vem dentro da embalagem. Dois produtos com nome parecido podem ter conteúdo diferente. Um traz o conjunto completo, outro só a peça principal. Confira item por item o que está na embalagem e compare com o que a oficina vai precisar trocar. O que não vier na caixa precisa ser comprado à parte, de preferência na mesma aplicação.
- O uso que você faz da moto. O produto certo depende também de como a moto trabalha: muitas horas no trânsito, viagem carregada, piso de terra, garupa todo dia. A aplicação diz se a peça encaixa; o uso diz qual versão faz mais sentido. Conte isso no balcão antes de escolher entre as opções da mesma marca.
- Compare com a peça que está na moto. A peça que sai da moto é a melhor referência que você tem. Ela mostra medidas, gravações e detalhes de encaixe que nem sempre aparecem na ficha. Compare lado a lado com o produto novo antes de montar. Se algo for diferente, entenda o motivo: pode ser outra versão da moto ou uma peça trocada por um dono anterior.
- Corrente com retentor: espaço e manutenção. Por ter O-ring ou X-ring, esta corrente traz lubrificação interna de fábrica e tende a esticar menos quando bem cuidada. Em troca, ocupa mais espaço lateral e não aceita solvente agressivo. Antes de comprar, veja se a moto já usava corrente com retentor ou se há folga até o protetor, a balança e a tampa do pinhão.
Instalação e ajuste: o que muda com este produto
Instalar um produto de transmissão é mais do que encaixar a peça: tem ajuste, assentamento e conferência depois de rodar. Estes pontos ajudam a tirar dele o desempenho e a durabilidade que o fabricante projetou.
- Montagem com a ferramenta certa. Peça de transmissão mexe com roda, motor ou caixa CVT e precisa de ferramenta certa: torquímetro, rebitador de corrente, extrator de pinhão, prendedor de polia. Se você não tem esses itens, a oficina é o caminho. Peça para a nota do serviço citar o produto montado; isso ajuda se for preciso acionar a garantia.
- Anote a data e a quilometragem. Escreva na nota ou no caderno da moto quando e com quantos quilômetros o produto foi montado. Esse registro mostra, na próxima troca, se a duração foi normal para o seu uso, e ajuda a comparar linhas e marcas pela experiência na sua moto, e não pela propaganda.
- Leia a instrução do fabricante. Antes de montar, leia o que a marca escreveu. A instrução pode pedir um cuidado específico, como deixar discos no óleo, respeitar uma seta de sentido ou usar uma ferramenta própria na emenda. Seguir essas orientações também protege a garantia, que costuma exigir montagem conforme o fabricante.
- Primeiros dias de uso. Nos primeiros dias, rode com calma e preste atenção a ruídos, trancos e mudanças de comportamento. Peças novas assentam, e algumas pedem nova regulagem logo no começo. Se algo parecer errado, volte à oficina antes de rodar muito: um problema de montagem descoberto cedo não chega a estragar o produto.
- Lubrificante de fábrica na corrente nova. A graxa que a corrente traz da caixa faz parte do produto. Lavar a corrente nova antes de montar tira essa proteção e, nas correntes com retentor, pode atacar os anéis. Monte como veio, salvo instrução contrária do fabricante, e passe a cuidar da lubrificação depois de rodar.
Guardar, conservar e saber quando trocar
Conservar a transmissão é rotina, não serviço grande. Os pontos abaixo valem para a peça guardada esperando a montagem e para a peça que já está trabalhando na moto todos os dias.
- Guarde na embalagem até a montagem. Produto guardado em caixa aberta, no chão da garagem, envelhece antes de rodar. Deixe na embalagem, fechada, em local seco e arejado. Além de proteger contra ferrugem, poeira e ressecamento, a caixa guarda as informações de código e aplicação que você vai precisar na montagem e numa eventual troca.
- Meça o alongamento da corrente. Folga se regula; alongamento se mede. Muitos manuais trazem o comprimento máximo de um trecho da corrente, contado em número de pinos e medido com ela esticada. Comparar esse valor com o da corrente montada mostra quanto da vida do produto já foi usada, sem depender só da impressão visual ou do barulho.
- Peça parada muito tempo na prateleira. Nem todo produto novo está em bom estado. Estoque antigo, guardado em lugar quente ou úmido, pode ter correia ressecada, corrente com ferrugem nas placas ou discos de fricção que absorveram umidade. Olhe a peça antes de montar e, se a embalagem tiver data de fabricação, leve isso em conta na compra.
- Quando trocar: o estado manda. A hora da troca vem da medição, não do calendário nem da marca. O manual traz os limites de cada peça, e a oficina compara com o produto montado. Duração muito abaixo da anterior, no mesmo uso, é sinal para investigar a causa antes de pôr outro produto igual na moto.
- Produtos compatíveis com os retentores. Esta corrente tem retentores de borracha que guardam a graxa interna. Para conservá-los, use limpador e lubrificante indicados para corrente com retentor, sem gasolina, querosene, thinner ou escova de aço. Jato de alta pressão direto na corrente também pode empurrar água e sujeira para dentro das vedações.
Como não levar peça de transmissão falsificada
Desconfie primeiro do preço. Quando um kit relação, uma correia ou uma embreagem de marca aparece por bem menos do que custa nas lojas conhecidas, a explicação mais comum é produto falsificado, estoque irregular ou outra linha da marca vendida como se fosse a de cima. Compare em mais de um lugar antes de comprar.
Depois, confira o produto com o que a própria marca mostra. Muitos fabricantes publicam no site fotos das embalagens, o padrão das gravações e, às vezes, selos ou etiquetas de autenticidade. Veja se o código da caixa existe no catálogo e se a aplicação bate. Na peça, gravação nítida e acabamento uniforme são o mínimo. Por fim, exija nota fiscal com a descrição completa: ela é o que garante troca e garantia, e loja que se recusa a emitir não merece a compra.
Mesma aplicação, marcas diferentes: o que comparar
Para comparar produtos de transmissão de marcas diferentes, comece pelo que precisa ser igual: aplicação, medidas e especificação original. Dois kits relação só são comparáveis se tiverem o mesmo passo, os mesmos dentes e o mesmo número de elos; duas correias, a mesma largura e o mesmo comprimento; dois jogos de roletes, o mesmo diâmetro, a mesma largura e o mesmo peso.
Com isso igual, compare o que muda: tipo de corrente, linha comum ou reforçada, material da coroa, conteúdo do kit de embreagem, prazo de garantia e facilidade de achar o produto quando precisar de novo. Dados como carga de ruptura ou durabilidade estimada só servem para comparar se as duas marcas informam do mesmo jeito. Na falta disso, a experiência de oficinas que montam as duas marcas na mesma moto ajuda mais que a propaganda.
Outras marcas com produto equivalente:
- Riffel Kit Titanium CG 125i Fan/Cargo (428H, 43/14, 118 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Titanium CG 125 Cargo/Fan 2009-2013 (428H, 43/14, 116 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Titanium CG 125 Cargo/Today/Titan 1983-1999 (428H, 43/14, 116 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Titanium YBR 125i Factor (428H, 43/14, 126 elos)428, 428 43/14
- Vaz Kit de Transmissão Riva 150 (428H, 43/14, 120 elos)428, 428 43/14
- Vaz Kit de Transmissão Riva 150 (428H O-Ring, 43/14, 120 elos)428, 428 43/14
- Vaz Kit de Transmissão Riva 150 (428 V-Ring Gold, 43/14, 120 elos)428, 428 43/14
A marca Scud
Scud (Brasil). A empresa diz que seus compromissos são qualidade e inovação e que o diferencial está no processo de fabricação e teste, feito para igualar as peças originais em desempenho e encaixe. O site apresenta os itens por família, com fotos e legendas de aplicação, sem fichas técnicas. Veja tudo o que ela vende para moto na página da Scud.
Presença no Brasil: Marca brasileira de peças de reposição para motos (site scudparts.com.br); o site não informa ano de fundação, sede nem rede de distribuição.
Mais kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Scud:
- Scud Kit Transmissão Titan 160 44/15 428UOx118 com retentor428 44/15
- Scud Kit Transmissão Tornado 38/13 520UOx104 com retentor520 38/13
- Scud Kit Transmissão Fan 125 2009/13 43/14 428Hx116428 43/14
- Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor428 45/15
- Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428Hx132428 45/15
- Scud Kit Transmissão Crypton 115 2014 em diante 201442/15 420Hx108420 201442/15
- Scud Kit Transmissão Titan 150 2004/14 43/16 428UOx118 com retentor428 43/16
- Scud Kit Transmissão XTZ 125 48/14 428UOx122 com retentor428 48/14
Todos os produtos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Scud
Para continuar
Leia também: guia de kit relação (corrente, coroa e pinhão); relação 428 com coroa 43 e pinhão 14: todas as motos; todos os produtos da Scud.
Perguntas frequentes
Em quais motos o Scud Kit Transmissão Yes 125 / Intruder 125 43/14 428UOx116 com retentor serve?
Pela medida, em 16 versões do catálogo, como Honda CG 125 Fan, Honda CG 125 Fan ES e Honda CG 125 Fan ESD. A lista completa está nesta página; confira sempre a medida da sua moto no manual ou na peça instalada.
A ficha de outra marca está diferente. Qual está certa?
Às vezes uma marca vende a especificação original e outra uma versão alterada, ou uma corrente vem mais longa para ser cortada. Também há diferença de versão e de ano da moto. Compare com o manual e com a peça montada: o número que repete o original é o que mantém o comportamento de fábrica.
Posso instalar este produto em casa?
Depende da sua experiência e das ferramentas. Kit relação pede torquímetro e, às vezes, rebitador; embreagem exige abrir a tampa do motor; CVT pede prendedor de polia. Sem isso, a oficina é a escolha segura, e o comprovante do serviço ajuda caso seja preciso acionar a garantia.
Devo lavar a corrente antes de montar?
Em geral, não. O lubrificante de fábrica protege a corrente nos primeiros dias e, nas correntes com retentor, faz parte da proteção dos anéis. Siga a instrução da embalagem e comece a rotina de limpeza e lubrificação depois de rodar.
Comprei e não serviu. Posso trocar?
Em geral, sim, se o produto não foi montado nem danificado e está na embalagem original, com a nota. Nas compras pela internet, o Código de Defesa do Consumidor garante um prazo de arrependimento. Peça já instalada e removida pode perder o direito de troca, por isso confira antes de montar.
Este produto mantém a relação de fábrica?
Este produto traz 428 43/14. Para saber se é o de fábrica, confira o manual ou o catálogo do fabricante da moto pelo modelo e pelo ano. Moto usada pode estar com relação trocada, então as peças montadas nem sempre são a referência original. O passo, pelo menos, precisa ser o mesmo da moto.
Por que este produto está tão mais barato em um site?
Nem sempre, mas merece cuidado. Confira se o código anunciado é o mesmo do produto que você procura, se o vendedor tem histórico e se emite nota. Estoque muito antigo também pode ter borracha ressecada ou ferrugem. Na dúvida, compre de revenda indicada pela marca.
Peça de reposição é tão boa quanto a original?
Pode ser uma boa escolha quando a marca é conhecida, a aplicação é conferida e o produto repete a especificação de fábrica. Não existe resposta única: compare garantia, conteúdo da embalagem e disponibilidade. O que não vale é comprar peça sem marca e sem nota só porque é mais barata.