Paralama traseiro da Honda XR 200R
A peça certa para cada versão e ano da XR 200R, de 1994 a 2003, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 1994–2003
Paralama traseiro de reposição
5 códigos
- Modelo
- Honda XR 200R
- Anos
- 1994 a 2003
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com paralama traseiro para a Honda XR 200R
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Anunciar nesta páginaParalama traseiro por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| XR 200R | 1994–2003 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O paralama traseiro da Honda XR 200R: versão por versão
Na XR 200R, o paralama traseiro é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Paralama traseiro de reposição para a Honda XR 200R
São 5 códigos de paralama traseiro de reposição para a Honda XR 200R, de Paramotos.
Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| 1205/120 | Paralama traseiro cor XLR-125 NX / XR 200 cor 2 | Preto | Paramotos |
| 1205/920 | Paralama traseiro cor XLR 125 NX XR-200 cor 1 | Vermelho 97/2002 | Paramotos |
| 1235/020 | Paralama traseiro cor XR-200 | Branco azul 95 | Paramotos |
| 1235/029 | Paralama traseiro cor cross XR-200 (comprimento maior) | Preto roxo 98/99 | Paramotos |
| 1235/920 | Paralama traseiro cor XR-200 cor 1 | Paramotos | |
A mesma peça aparece no catálogo para outras motos: Honda XLR 125.
Paralama traseiro: a barreira contra o barro da roda de trás
O paralama traseiro trabalha num lugar ingrato: logo atrás do pneu que traciona, recebendo pedrinhas, barro e respingos o tempo todo, além da vibração da suspensão e do peso da placa pendurada na ponta. Em quase todos os modelos de rua ele é de plástico, preso ao quadro traseiro ou à rabeta por parafusos, buchas e porcas de pressão.
Inteiro, ele deixa a moto mais limpa, protege a fiação da traseira e mantém a placa firme e visível. Trincado, sem um pedaço ou sem as fixações, deixa a sujeira passar, faz a placa vibrar e pode apagar a luz de placa por fio rompido ou conector molhado.
Como o paralama traseiro trabalha na XR 200R
Na ficha, a XR 200R 1994–2003 aparece como uma off-road de 197 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.
Na terra, o barro acumula entre o pneu e o paralama traseiro da XR 200R e, em lama pesada, pode até frear a roda. Tire o excesso quando der e, na lavagem, remova a terra seca da parte interna.
Com monoamortecedor, como na XR 200R, a peça interna que separa a roda do quadro tem um papel extra: manter o amortecedor limpo. Se ela trincou ou saiu, é comum ver barro grudado no corpo do amortecedor e na mola.
Quando o paralama traseiro chega ao limite
Olhe a traseira de perto, por trás e por baixo, com a moto no cavalete. Balance a placa com a mão e gire a roda: muitos defeitos aparecem nessa hora.
- Refletor solto ou faltando. Em muitos modelos, o refletor traseiro fica preso ao paralama. Se ele caiu ou balança, a fixação pode ter trincado. O refletor costuma ser vendido separado e precisa estar no lugar.
- Plástico ressecado e desbotado. Superfície esbranquiçada, com aspecto de giz, indica que o sol já agiu. Revitalizador melhora o visual, mas não devolve a flexibilidade a uma peça que já está quebrando nas bordas.
- Marca de atrito ou pneu raspando. Risco de borracha por dentro do paralama, pó preto acumulado ou barulho de raspagem em buracos indicam pneu tocando a peça. Pode ser paralama torto, fixação solta ou pneu maior. Corrija antes de rodar.
- Costas e garupa sujos depois da chuva. Se você chega com a jaqueta riscada de barro nas costas ou o garupa reclama da água, o paralama pode estar quebrado, curto demais ou fora de posição. O jato da roda traseira está passando por onde não devia.
- Placa balançando ou torta. Se a placa treme muito em piso ruim ou ficou inclinada, o paralama pode ter trincado na região do suporte. O peso da placa somado à vibração faz a trinca crescer rápido, e há risco de perder a placa na rua.
Paralama traseiro: como acertar na peça
Paralamas traseiros de anos vizinhos podem parecer iguais e ter furos e encaixes diferentes. Estes pontos decidem se a peça monta sem ajuste.
- Furos e encaixes. Os furos precisam bater sem esforço. Se for preciso abrir furo novo ou torcer a peça para encaixar, ela não é da aplicação certa, mesmo que o anúncio diga que serve.
- Interno ou externo. Muitas lojas vendem as duas partes separadas, e algumas identificam a interna por uma letra ou pela palavra "interno" na descrição. Leve a peça quebrada ou uma foto dela montada.
- Cor do paralama. A cor do paralama muda de ano para ano, mesmo com nomes parecidos. Leve o ano exato e a cor do documento. Em algumas motos há uma etiqueta com o código da cor, que ajuda na compra e na pintura.
- Pintado ou para pintar. Existe o paralama pintado, que já sai na cor da moto, e o paralama para pintar, sem pintura ou com primer. Em muitas motos de rua a peça é preta e não leva tinta. Veja como é a sua antes de escolher.
- Buchas, parafusos e porcas. Buchas de borracha, porcas de pressão e parafusos envelhecem junto com o paralama. Veja se a peça vem com eles ou compre um jogo novo da aplicação certa: fixação velha faz até peça nova vibrar.
Troca do paralama traseiro passo a passo
Na maioria das motos, a troca do paralama traseiro sai com ferramentas comuns e não mexe em freio. O cuidado maior é com a fiação da placa e dos piscas e com as peças plásticas em volta.
- Prepare a moto. Deixe a moto firme no cavalete, em piso plano, com a chave desligada. Para o paralama interno, em muitos casos é preciso tirar o banco e, às vezes, as tampas laterais ou a rabeta.
- Fotografe e separe os parafusos. Tire fotos da passagem do chicote, dos conectores e de cada fixação. Guarde parafusos, buchas e porcas em grupos, porque comprimentos diferentes no lugar errado podem furar a peça ou prensar um fio.
- Desconecte a iluminação. Antes de soltar a peça, desligue os plugues da iluminação traseira. Fio puxado com força rompe por dentro da capa e vira defeito intermitente, difícil de achar.
- Retire a placa e os acessórios. Com a placa fora, o paralama fica mais leve e fácil de manusear. Veja o estado dos parafusos da placa, que costumam enferrujar e espanar.
- Solte as fixações do paralama. Retire os parafusos do paralama, seja no quadro, na rabeta ou na balança. Parafuso preso pede desengripante e a ferramenta certa. Se a peça não sai, há algum parafuso escondido; não use alavanca no plástico.
- Revise o quadro e os suportes. Com a peça fora, olhe os suportes, as roscas e o chicote. Suporte torto, rosca espanada ou fio descascado precisam ser resolvidos antes de montar o paralama novo.
- Monte sem apertar demais. Encaixe a peça, veja se nenhum fio ficou prensado e rosqueie tudo à mão antes do aperto final. Firme basta: a bucha deve ficar pressionada, não esmagada.
- Recoloque a placa e teste a iluminação. Com tudo no lugar, ligue a chave e peça para alguém olhar a traseira enquanto você aciona freio e piscas. Depois gire a roda com a mão e observe a folga entre pneu e paralama.
Guarde a nota até conferir encaixe, cor e funcionamento da luz de placa. Se algum furo não bate, não adapte nem fure: volte à loja enquanto a peça ainda está intacta.
Como fazer o paralama traseiro da XR 200R durar
Conservar o paralama traseiro dá pouco trabalho: lavar direito, revisar parafusos e não usar a peça como apoio.
- Não use o paralama como apoio. Puxar a moto pela placa ou pelo para-barro é um jeito rápido de quebrar o suporte. Use a alça e os pontos firmes do quadro para manobrar.
- Cuidado com o jato forte. Jato concentrado nas junções do paralama interno leva água para a bateria e o chicote. Prefira mangueira comum ou mantenha a lavadora longe dessas áreas.
- Mantenha o pneu na medida indicada. A folga entre o pneu e o paralama foi pensada para a medida do manual. Pneu mais alto ou mais largo pode encostar com a suspensão comprimida, principalmente com garupa.
Erros comuns com o paralama traseiro
Boa parte dos problemas com paralama traseiro vem de compra errada ou montagem apressada. Estes são os tropeços mais vistos no balcão.
- Escolher só pela foto do anúncio. Foto não mostra furos, guias de fio nem encaixe da placa. Compre pela aplicação do seu modelo e ano, e examine a peça assim que receber.
- Cortar o para-barro sem pensar na placa. Mudar o visual da traseira é comum, mas a placa precisa continuar visível, firme e iluminada, e os piscas na posição certa. Na dúvida, mantenha o paralama do seu modelo.
- Rodar sem o paralama interno. A peça interna parece dispensável porque fica escondida, mas é ela que impede o jato da roda de chegar sob o banco. Sem ela, a umidade alcança conectores e filtro de ar.
Perguntas frequentes
O que é para-barro de moto?
O nome varia entre regiões e lojas. Em geral, para-barro é a parte atrás da roda que corta o jato de barro, seja o próprio paralama externo, seja uma extensão presa a ele. Uma foto evita confusão no balcão.
Preciso comprar o refletor separado?
Em boa parte dos casos, o refletor é vendido separado, às vezes sem o chicote. Antes de desmontar, veja o que a peça nova traz e o que precisa sair da antiga: luz de placa, refletor, buchas e porcas.
Posso rodar sem paralama traseiro?
A moto até anda, mas a parte elétrica sob o banco e o amortecedor ficam expostos, e você recebe todo o barro da roda. Se a placa estava no paralama, ela precisa continuar visível e iluminada, senão a moto fica irregular.
Paralama traseiro de outro ano serve na minha moto?
Às vezes serve, quando o catálogo indica a mesma peça para os dois anos ou versões, o que é comum entre motos da mesma família. Fora disso, compare furos, guias de fio e encaixe da placa.
Dá para soldar paralama traseiro de plástico?
Existe solda para plástico, mas o resultado depende do material e do lugar da trinca. No paralama traseiro, a região da placa trabalha muito, e reparo ali raramente dura. Peça ressecada também não segura bem o conserto.