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Paralama traseiro de moto

Qual paralama traseiro serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a página da peça na sua moto.

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Lojas que vendem paralama traseiro de moto

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Paralama traseiro por moto

Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.

Paralama traseiro de reposição por modelo

Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.

O que o paralama traseiro faz na sua moto

O paralama traseiro trabalha num lugar ingrato: logo atrás do pneu que traciona, recebendo pedrinhas, barro e respingos o tempo todo, além da vibração da suspensão e do peso da placa pendurada na ponta. Na maioria das motos ele é de plástico, preso ao quadro traseiro ou à rabeta por parafusos, buchas e porcas de pressão.

Inteiro, ele deixa a moto mais limpa, protege a fiação da traseira e mantém a placa firme e visível. Trincado, sem um pedaço ou sem as fixações, deixa a sujeira passar, faz a placa vibrar e pode apagar a luz de placa por fio rompido ou conector molhado.

Quando o paralama traseiro chega ao limite

Nem todo problema pede peça nova; às vezes basta repor uma bucha ou um parafuso. Mas alguns sintomas mostram que o paralama já não segura a placa nem protege a moto.

  • Placa balançando ou torta. Placa que antes ficava firme e agora balança costuma indicar suporte rachado ou fixação frouxa. Olhe a parte de trás da peça, em volta dos parafusos da placa: é ali que o plástico cede primeiro.
  • Costas e garupa sujos depois da chuva. Uma faixa de lama subindo pelo banco e pelas costas do piloto é o sinal clássico de paralama traseiro com pedaço faltando. A roda de trás lança a sujeira para cima, e sem barreira ela vai direto em você.
  • Barro sob o banco e perto da bateria. Abra o banco depois de rodar na chuva. Se houver respingos de barro ali dentro, a peça interna entre a roda e o quadro deixou de vedar. Conector molhado dá falha elétrica difícil de achar.
  • Luz de placa ou lanterna falhando. Lâmpada queimando com frequência ou luz que falha em buraco pode ter origem no paralama traseiro. Peça que vibra demais castiga a lâmpada e o chicote que passa por ela.
  • Marca de atrito ou pneu raspando. Com a moto no cavalete, gire a roda e olhe por dentro. Se o pneu encosta, mesmo de leve, com suspensão comprimida e garupa o contato aumenta. Atrito gasta o pneu e pode arrancar o paralama.
  • Pedaço faltando ou ponta arrancada. Tombos, galhos e batidas de estacionamento costumam levar a ponta do paralama traseiro. Além de reduzir a proteção, a borda quebrada continua a trincar com a vibração e pode levar junto o suporte da placa.
  • Plástico ressecado e desbotado. Superfície esbranquiçada, com aspecto de giz, indica que o sol já agiu. Revitalizador melhora o visual, mas não devolve a flexibilidade a uma peça que já está quebrando nas bordas.
  • Refletor solto ou faltando. Em muitos modelos, o refletor traseiro fica preso ao paralama. Se ele caiu ou balança, a fixação pode ter trincado. O refletor costuma ser vendido separado e precisa estar no lugar.

O que olhar na compra do paralama traseiro

Antes de pedir a peça, veja qual parte está danificada, a interna ou a externa, e se a sua é preta ou pintada. Com modelo, ano e fotos das fixações, o balconista acha o paralama certo.

  • Modelo e faixa de anos. O catálogo de reposição lista o paralama traseiro por modelo e período de fabricação, às vezes servindo em mais de uma moto da mesma família. Veja se o seu ano está dentro da faixa antes de pagar.
  • Interno ou externo. Muitas lojas vendem as duas partes separadas, e algumas identificam a interna por uma letra ou pela palavra "interno" na descrição. Leve a peça quebrada ou uma foto dela montada.
  • Pintado ou para pintar. Existe o paralama pintado, que já sai na cor da moto, e o paralama para pintar, sem pintura ou com primer. Em muitas motos de rua a peça é preta e não leva tinta. Veja como é a sua antes de escolher.
  • Cor do paralama. Preto também varia: brilhante, fosco, texturizado. Compare a peça nova com a da moto à luz do dia, porque diferença de acabamento chama atenção logo atrás do banco.
  • Com ou sem suporte de placa. Alguns paralamas traseiros já trazem o suporte da placa, a base da luz de placa e o encaixe do refletor; outros são só a peça plástica. Saiba o que vem junto para não desmontar a moto e descobrir que falta uma parte.
  • Furos e encaixes. Compare a posição dos furos com a peça antiga: fixação no quadro, na rabeta, na placa e na lanterna ou nos piscas, quando ficam nele. Peça montada sob tensão trinca cedo.
  • Passagem da fiação. Veja por onde o fio passa na peça antiga: presilhas, canaletas, furos com borracha. Sem essas guias, o chicote fica pendurado e pode encostar no pneu ou ser cortado pela vibração.
  • Buchas, parafusos e porcas. Buchas de borracha, porcas de pressão e parafusos envelhecem junto com o paralama. Veja se a peça vem com eles ou compre um jogo novo da aplicação certa: fixação velha faz até peça nova vibrar.

Como trocar o paralama traseiro da sua moto

É um serviço simples, mas que mexe na iluminação e na placa, que precisam funcionar ao final. Trabalhe com calma e fotografe cada etapa.

  1. Prepare a moto. Deixe a moto firme no cavalete, em piso plano, com a chave desligada. Para o paralama interno, em muitos casos é preciso tirar o banco e, às vezes, as tampas laterais ou a rabeta.
  2. Fotografe e separe os parafusos. Uma foto por etapa poupa dor de cabeça na montagem. Separe as fixações do paralama, da placa e da rabeta em potes diferentes.
  3. Desconecte a iluminação. Antes de soltar a peça, desligue os plugues da iluminação traseira. Fio puxado com força rompe por dentro da capa e vira defeito intermitente, difícil de achar.
  4. Retire a placa e os acessórios. Remova a placa com cuidado para não entortá-la. Se for reaproveitar refletor, luz de placa e suporte, solte-os também e guarde tudo junto.
  5. Solte as fixações do paralama. Retire os parafusos do paralama, seja no quadro, na rabeta ou na balança. Parafuso preso pede desengripante e a ferramenta certa. Se a peça não sai, há algum parafuso escondido; não use alavanca no plástico.
  6. Revise o quadro e os suportes. Aproveite o acesso para limpar a região, que costuma acumular barro, e ver o estado da fiação e do amortecedor. Fio com a capa gasta pede reparo agora.
  7. Monte sem apertar demais. Posicione o paralama, passe o chicote pelas mesmas guias e coloque todos os parafusos à mão, com buchas e arruelas. Depois aperte aos poucos, alternando. Plástico apertado demais trinca, às vezes dias depois.
  8. Recoloque a placa e teste a iluminação. Monte placa, refletor e luz de placa, ligue os conectores e teste lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas e luz de placa. Gire a roda e veja se nada encosta no pneu.

Guarde a nota até conferir encaixe, cor e funcionamento da luz de placa. Se algum furo não bate, não adapte nem fure: volte à loja enquanto a peça ainda está intacta.

Paralama traseiro firme por mais tempo

Conservar o paralama traseiro dá pouco trabalho: lavar direito, revisar parafusos e não usar a peça como apoio.

  • Tire o barro da parte de baixo. O barro que gruda por baixo do paralama seca, endurece e vai pesando. Lave essa região depois de rodar na lama, para não forçar as fixações nem deixar a sujeira acumulada encostar no pneu.
  • Cuidado com o jato forte. Lavadora de alta pressão de perto empurra água para os conectores da luz de placa, para o compartimento sob o banco e para dentro da lanterna. Lave com distância e evite as frestas.
  • Use produtos neutros. Água, sabão neutro e esponja macia limpam bem. Solventes, thinner e gasolina mancham, ressecam o plástico e atacam a pintura do paralama pintado.
  • Revise o aperto e as buchas. Peça para revisar o aperto do paralama e da placa na manutenção e troque buchas duras ou rachadas. Parafuso frouxo hoje é trinca em volta do furo amanhã.
  • Não use o paralama como apoio. Na hora de colocar a moto no cavalete ou empurrá-la, segure na alça do garupa ou no quadro, nunca no paralama ou na placa. O plástico não foi feito para receber força e trinca nos furos.
  • Mantenha o pneu na medida indicada. Antes de trocar o pneu traseiro por outra medida, veja a folga com o paralama. Com peso na garupa, a roda sobe em relação ao quadro e pode tocar a peça.
  • Não pendure carga no paralama. Carga pendurada no paralama traseiro, mesmo leve, faz força nos furos. Prenda a bagagem no bagageiro ou na alça, nunca na peça plástica.

O que evitar com o paralama traseiro

Antes de trocar o paralama traseiro, fuja destes erros. Quase todos são fáceis de evitar quando você sabe deles de antemão.

  • Comprar o interno no lugar do externo. Pedir só "paralama traseiro" sem dizer qual parte é a receita para levar a peça errada. Diga se é a interna, perto da roda e sob o banco, ou a externa, que segura a placa.
  • Escolher só pela foto do anúncio. Foto não mostra furos, guias de fio nem encaixe da placa. Compre pela aplicação do seu modelo e ano, e examine a peça assim que receber.
  • Deixar o chicote solto ou prensado. Siga as fotos da desmontagem e use as guias da peça. Chicote fora do lugar pode funcionar no começo e falhar semanas depois, no meio da noite.
  • Rodar sem o paralama interno. Tirar o paralama interno, ou deixá-lo quebrado, expõe bateria, chicote, filtro de ar e amortecedor à água e ao barro da roda traseira. O prejuízo costuma aparecer na parte elétrica.
  • Cortar o para-barro sem pensar na placa. Mudar o visual da traseira é comum, mas a placa precisa continuar visível, firme e iluminada, e os piscas na posição certa. Na dúvida, mantenha o paralama do seu modelo.
  • Pintar sem preparar o plástico. Tinta sobre plástico sem limpeza, lixamento e primer próprio solta em lascas, e o paralama traseiro, castigado por areia e água, mostra isso rápido. Se a peça veio para pintar, leve a quem trabalha com plástico de moto.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre paralama traseiro interno e externo?

O interno fica entre a roda e o quadro, sob o banco, e protege a parte elétrica, o filtro de ar e o amortecedor da água que sobe do pneu. O externo fica atrás da roda e, em muitas motos, segura a placa e o refletor.

Para-barro e paralama traseiro são a mesma coisa?

Depende de quem fala. Muita gente chama de para-barro o paralama traseiro externo, que desce atrás da roda e segura a placa. Outros usam o nome para uma aba presa na ponta dele. Na compra, leve uma foto.

Paralama traseiro vem pintado?

Se o da sua moto é preto, a peça sem pintura costuma resolver. Se é colorido, o pintado economiza o serviço, e o sem pintura permite que o pintor acerte o tom com o resto da moto.

Por que o paralama novo ficou com outro tom?

Nem sempre. As peças da moto desbotam com o sol, e a nova vem com a cor mais viva; lotes diferentes também variam. Compare à luz do dia antes de montar.

Posso rodar sem paralama traseiro?

Não é recomendado. Sem ele, a roda traseira joga água e barro nas suas costas, no garupa e sob o banco. E, se a placa fica no paralama, retirá-lo exige outro suporte que a mantenha visível e iluminada.

Dá para soldar paralama traseiro de plástico?

Existe solda para plástico, mas o resultado depende do material e do lugar da trinca. No paralama traseiro, a região da placa trabalha muito, e reparo ali raramente dura. Peça ressecada também não segura bem o conserto.

Preciso comprar o refletor separado?

Em boa parte dos casos, o refletor é vendido separado, às vezes sem o chicote. Antes de desmontar, veja o que a peça nova traz e o que precisa sair da antiga: luz de placa, refletor, buchas e porcas.

Paralama traseiro de outro ano serve na minha moto?

Às vezes serve, quando o catálogo indica a mesma peça para os dois anos ou versões, o que é comum entre motos da mesma família. Fora disso, compare furos, guias de fio e encaixe da placa.