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Paralama traseiro da Honda CRF 230F

A peça certa para cada versão e ano da CRF 230F, de 2007 a 2020, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 2007–2020

Paralama traseiro de reposição

1 código

Modelo
Honda CRF 230F
Anos
2007 a 2020

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com paralama traseiro para a Honda CRF 230F

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura paralama traseiro para a Honda CRF 230F. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Paralama traseiro por versão e ano

VersãoAnos
CRF 230F2007–2020

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O paralama traseiro da Honda CRF 230F: versão por versão

Na CRF 230F, o paralama traseiro é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Paralama traseiro de reposição para a Honda CRF 230F

São 1 código de paralama traseiro de reposição para a Honda CRF 230F, de Paramotos.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
1250/011Paralama traseiro cor CRF 230Vermelho 2007 10) brancoParamotos

Para que serve o paralama traseiro da CRF 230F

O paralama traseiro trabalha num lugar ingrato: logo atrás do pneu que traciona, recebendo pedrinhas, barro e respingos o tempo todo, além da vibração da suspensão e do peso da placa pendurada na ponta. Em quase todos os modelos de rua ele é de plástico, preso ao quadro traseiro ou à rabeta por parafusos, buchas e porcas de pressão.

Inteiro, ele deixa a moto mais limpa, protege a fiação da traseira e mantém a placa firme e visível. Trincado, sem um pedaço ou sem as fixações, deixa a sujeira passar, faz a placa vibrar e pode apagar a luz de placa por fio rompido ou conector molhado.

O que muda no paralama traseiro da CRF 230F

Para entender o paralama traseiro desta moto, vale olhar a ficha: a CRF 230F é uma off-road de 223 cc. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).

Em motos como a CRF 230F, o paralama traseiro costuma ser comprido, alto e flexível, feito para aguentar lama, galho e queda. Mesmo assim, a ponta trinca na região da placa com a vibração da terra. Limpe por dentro depois das trilhas e observe a fixação da lanterna.

Na CRF 230F, com amortecedor traseiro central, o paralama interno costuma ficar à frente ou acima da roda, protegendo o amortecedor e, quando houver, os links da suspensão. Sem essa proteção, a areia castiga mais rápido as buchas e a haste do amortecedor.

Quando o paralama traseiro chega ao limite

Olhe a traseira de perto, por trás e por baixo, com a moto no cavalete. Balance a placa com a mão e gire a roda: muitos defeitos aparecem nessa hora.

  • Barro sob o banco e perto da bateria. Abra o banco depois de rodar na chuva. Se houver respingos de barro ali dentro, a peça interna entre a roda e o quadro deixou de vedar. Conector molhado dá falha elétrica difícil de achar.
  • Placa balançando ou torta. Se a placa treme muito em piso ruim ou ficou inclinada, o paralama pode ter trincado na região do suporte. O peso da placa somado à vibração faz a trinca crescer rápido, e há risco de perder a placa na rua.
  • Plástico ressecado e desbotado. Superfície esbranquiçada, com aspecto de giz, indica que o sol já agiu. Revitalizador melhora o visual, mas não devolve a flexibilidade a uma peça que já está quebrando nas bordas.
  • Refletor solto ou faltando. Refletor quebrado ou ausente passa despercebido de dia. Aponte uma lanterna para a traseira à noite: se não reflete, reponha a peça e veja se o paralama ainda segura a fixação.
  • Pedaço faltando ou ponta arrancada. Tombos, galhos e batidas de estacionamento costumam levar a ponta do paralama traseiro. Além de reduzir a proteção, a borda quebrada continua a trincar com a vibração e pode levar junto o suporte da placa.

Paralama traseiro: como acertar na peça

O paralama traseiro não tem medida: é feito para o quadro, a rabeta e a roda de cada modelo, e muitas vezes muda entre faixas de anos. A compra é pela aplicação.

  • Passagem da fiação. O chicote da luz de placa e dos piscas passa por dentro ou junto do paralama traseiro. A peça nova precisa ter as mesmas guias, para o fio não ficar solto perto da roda.
  • Buchas, parafusos e porcas. Buchas de borracha, porcas de pressão e parafusos envelhecem junto com o paralama. Veja se a peça vem com eles ou compre um jogo novo da aplicação certa: fixação velha faz até peça nova vibrar.
  • Cor do paralama. Preto também varia: brilhante, fosco, texturizado. Compare a peça nova com a da moto à luz do dia, porque diferença de acabamento chama atenção logo atrás do banco.
  • Pintado ou para pintar. Existe o paralama pintado, que já sai na cor da moto, e o paralama para pintar, sem pintura ou com primer. Em muitas motos de rua a peça é preta e não leva tinta. Veja como é a sua antes de escolher.

Trocando o paralama traseiro sem quebrar nada

Na maioria das motos, a troca do paralama traseiro sai com ferramentas comuns e não mexe em freio. O cuidado maior é com a fiação da placa e dos piscas e com as peças plásticas em volta.

  1. Prepare a moto. Deixe a moto firme no cavalete, em piso plano, com a chave desligada. Para o paralama interno, em muitos casos é preciso tirar o banco e, às vezes, as tampas laterais ou a rabeta.
  2. Fotografe e separe os parafusos. Tire fotos da passagem do chicote, dos conectores e de cada fixação. Guarde parafusos, buchas e porcas em grupos, porque comprimentos diferentes no lugar errado podem furar a peça ou prensar um fio.
  3. Desconecte a iluminação. Solte os conectores da luz de placa, dos piscas e da lanterna, se ficarem no paralama, segurando pelo corpo do conector e liberando a trava. Nunca puxe pelo fio.
  4. Retire a placa e os acessórios. Remova a placa com cuidado para não entortá-la. Se for reaproveitar refletor, luz de placa e suporte, solte-os também e guarde tudo junto.
  5. Solte as fixações do paralama. Retire os parafusos do paralama, seja no quadro, na rabeta ou na balança. Parafuso preso pede desengripante e a ferramenta certa. Se a peça não sai, há algum parafuso escondido; não use alavanca no plástico.
  6. Revise o quadro e os suportes. Aproveite o acesso para limpar a região, que costuma acumular barro, e ver o estado da fiação e do amortecedor. Fio com a capa gasta pede reparo agora.
  7. Monte sem apertar demais. Posicione o paralama, passe o chicote pelas mesmas guias e coloque todos os parafusos à mão, com buchas e arruelas. Depois aperte aos poucos, alternando. Plástico apertado demais trinca, às vezes dias depois.
  8. Recoloque a placa e teste a iluminação. Com tudo no lugar, ligue a chave e peça para alguém olhar a traseira enquanto você aciona freio e piscas. Depois gire a roda com a mão e observe a folga entre pneu e paralama.

Se a batida que quebrou o paralama também entortou o quadro traseiro, os suportes ou a balança, ou se a fiação foi danificada, leve a uma oficina. Placa sem luz e piscas falhando não são itens para deixar para depois.

Cuidados com o paralama traseiro no dia a dia

Muito paralama traseiro quebra antes da hora por limpeza errada, peso mal colocado ou fixação esquecida. Estes cuidados fazem diferença.

  • Cuidado com o jato forte. Jato concentrado nas junções do paralama interno leva água para a bateria e o chicote. Prefira mangueira comum ou mantenha a lavadora longe dessas áreas.
  • Revise o aperto e as buchas. A vibração da traseira afrouxa aos poucos os parafusos do paralama e da placa, e as buchas endurecem com o tempo. Uma olhada em cada revisão evita que a peça trabalhe solta.
  • Mantenha o pneu na medida indicada. Antes de trocar o pneu traseiro por outra medida, veja a folga com o paralama. Com peso na garupa, a roda sobe em relação ao quadro e pode tocar a peça.

Erros que estragam o paralama traseiro novo

Boa parte dos problemas com paralama traseiro vem de compra errada ou montagem apressada. Estes são os tropeços mais vistos no balcão.

  • Pintar sem preparar o plástico. Tinta sobre plástico sem limpeza, lixamento e primer próprio solta em lascas, e o paralama traseiro, castigado por areia e água, mostra isso rápido. Se a peça veio para pintar, leve a quem trabalha com plástico de moto.
  • Cortar o para-barro sem pensar na placa. Encurtar o paralama traseiro ou trocá-lo por um suporte curto pode deixar a placa escondida, inclinada demais ou sem luz, o que rende multa. E a moto passa a jogar barro em você e em quem vem atrás.
  • Rodar sem o paralama interno. A peça interna parece dispensável porque fica escondida, mas é ela que impede o jato da roda de chegar sob o banco. Sem ela, a umidade alcança conectores e filtro de ar.

Perguntas frequentes

O que é para-barro de moto?

O nome varia entre regiões e lojas. Em geral, para-barro é a parte atrás da roda que corta o jato de barro, seja o próprio paralama externo, seja uma extensão presa a ele. Uma foto evita confusão no balcão.

Paralama traseiro vem pintado?

Há os dois tipos. Em muitas motos de rua o paralama traseiro é preto e não leva tinta. Quando a peça é na cor da moto, existe o paralama pintado, já na cor, e o paralama para pintar, sem pintura ou com primer.

Posso usar paralama traseiro de outra versão?

Às vezes serve, quando o catálogo indica a mesma peça para os dois anos ou versões, o que é comum entre motos da mesma família. Fora disso, compare furos, guias de fio e encaixe da placa.

O paralama traseiro vem com refletor e suporte de placa?

Em boa parte dos casos, o refletor é vendido separado, às vezes sem o chicote. Antes de desmontar, veja o que a peça nova traz e o que precisa sair da antiga: luz de placa, refletor, buchas e porcas.

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