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Aba do tanque de moto

Qual aba do tanque serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a página da peça na sua moto.

Qual é a sua moto? BRASIL

Lojas que vendem aba do tanque de moto

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Aba do tanque por moto

Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.

Aba do tanque de reposição por modelo

Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.

O papel das abas do tanque na sua moto, lado esquerdo e direito

Pense na aba do tanque como a roupa da frente da moto. Ela cobre as laterais do tanque, protege quadro e chicote contra água e sujeira e, em muitos modelos, forma uma entrada de ar que ajuda a refrigeração. É também onde o joelho encosta, por isso o formato influi no conforto.

Cada moto tem abas desenhadas para ela, com furação e encaixes próprios. Às vezes a peça é dividida em duas partes: a aba pintada, que aparece, e um complemento preto por dentro ou por baixo. Os catálogos separam lado esquerdo, lado direito e par, além de pintada, preta ou sem pintura.

Sinais de que a aba do tanque da sua moto precisa de troca

Nem toda aba feia precisa ser trocada, e nem toda aba inteira está boa. Estes sinais ajudam a decidir entre reparo, troca de um lado ou do par.

  • Aba quebrada num tombo. Na parte mais larga da frente, a aba é a primeira a bater no chão quando a moto tomba, mesmo parada. Pedaço arrancado ou encaixe partido quase sempre pede peça nova daquele lado.
  • Trinca nos furos e encaixes. A trinca costuma nascer em volta de um parafuso ou de uma lingueta, onde a vibração concentra esforço. Começa como um fio fino e, com o tempo, chega à borda.
  • Aba solta ou balançando. Se a aba mexe quando você encosta o joelho, faltam presilhas, as borrachas ressecaram ou um encaixe quebrou. Aba solta vibra, marca a pintura do tanque e pode se soltar rodando.
  • Barulho perto dos joelhos. Um "tec-tec" perto dos joelhos a cada lombada é sinal clássico de aba com folga. Ache o ponto que está batendo antes que o barulho vire trinca.
  • Pintura riscada ou ralada. Ralado de tombo, zíper de jaqueta e bolsa de tanque deixam marcas. Risco superficial sai com polimento; ralado que já chegou ao plástico pede repintura ou peça nova.
  • Cor desbotada. A aba pega sol de cima e de lado e desbota antes de muitas outras peças. A cor fica opaca ou manchada, e o contraste com o tanque fica evidente.
  • Adesivo ou faixa descascando. Faixas, grafismos e o nome do modelo em adesivo ressecam, encolhem e soltam pelas bordas com sol e lavagem. Dá para trocar só o adesivo, quando ele ainda é vendido para o seu ano.
  • Presilhas e borrachas faltando. Repare nos furos da aba: se algum está vazio ou com abraçadeira improvisada, a fixação já não é a certa. Repor as presilhas custa pouco e evita perder a peça.
  • Aba deformada ou desalinhada. Se a aba não acompanha mais a linha do tanque, ela deformou ou o suporte por baixo entortou numa queda. Identifique a causa antes de comprar a peça.

Aba do tanque esquerda, direita ou o par: o que olhar na compra

Antes de pedir, separe o documento da moto, diga se precisa do lado esquerdo, do direito ou do par, e tire uma foto da peça na moto. Assim o balconista acerta na primeira.

  • Modelo, versão e ano-modelo. Informe modelo, versão, ano de fabricação e ano-modelo. As abas são vendidas por faixa de anos, e uma mudança de geração altera formato e encaixes. Com o chassi, a concessionária acha o código da peça.
  • Lado esquerdo, lado direito ou par. O lado é definido com o piloto sentado, olhando para a frente. Se só um lado quebrou, procure a aba avulsa daquele lado. Se a loja só tem o par, trocar os dois evita diferença de tom.
  • Pintada, preta ou sem pintura. A aba de reposição costuma vir pintada na cor da moto, em plástico preto ou sem pintura, pronta para pintar. A sem pintura exige serviço de pintura antes de montar, e isso entra no custo.
  • Cor do seu ano. As cores mudam de ano para ano, e um modelo pode ter duas ou três opções no mesmo ano. Os catálogos chegam a separar "cor 1" e "cor 2" da mesma aba. Diga o nome da cor que está no documento.
  • Adesivos e faixas. As faixas das abas mudam junto com a cor, às vezes a cada ano. Pergunte se a aba vem adesivada, só pintada ou se o adesivo é vendido à parte, avulso ou em kit com o tanque.
  • Peça externa e complemento. Em vários modelos, a aba tem duas partes: a externa, pintada, e um complemento preto por dentro ou por baixo, às vezes com uma peça inferior a mais. Veja qual parte quebrou e o que o anúncio inclui.
  • Furação, encaixes e material. Vire a aba e olhe por trás: encaixes inteiros, sem rebarba, furos no mesmo lugar e peça sem empenamento. Alguns anúncios informam o tipo de plástico, o que importa se você for pintar.
  • Presilhas, borrachas e nota. Pergunte o que acompanha a peça e leve borrachas novas se as suas estiverem duras. Aba usada, só de desmanche legalizado, com nota, e olhando as trincas por dentro.

Troca da aba lateral do tanque passo a passo

A troca da aba é serviço de carroceria, mas acontece ao lado do tanque e da fiação. Trabalhe com a moto fria e os parafusos organizados.

  1. Prepare a moto. Com a moto fria, chave desligada e apoiada firme no cavalete, cubra o tanque com um pano macio. Isso evita riscar a pintura com ferramenta ou com a própria aba.
  2. Localize as fixações e as peças vizinhas. Olhe a aba de cima, de lado e por baixo e consulte o manual. Há parafusos, presilhas de pressão e encaixes em borracha. Se a ponta da aba fica sob o banco, na tampa lateral ou no farol, essas peças saem antes.
  3. Solte parafusos e presilhas. Retire os parafusos e guarde cada um com a sua bucha, separados por lado. Nas presilhas de pressão, solte o pino central antes de tirar o corpo; arrancar de uma vez quebra a presilha.
  4. Libere os encaixes com as mãos. Puxe a aba na direção em que os pinos entram nas borrachas, um ponto por vez, com as mãos perto de cada encaixe. Nada de chave de fenda como alavanca entre a aba e o tanque.
  5. Olhe o que fica por baixo. Com a aba fora, repare no chicote, nos conectores, nas mangueiras e no radiador, se houver. Fotografe por onde passam fios e mangueiras para não prensar nada depois.
  6. Transfira complemento, emblemas e borrachas. Monte na peça nova os acessórios da antiga. Emblema colado pede fita dupla-face nova, própria para uso externo, e borracha dura deve ser substituída.
  7. Encaixe e alinhe antes de apertar. Encaixe os pinos pressionando sobre eles e coloque os parafusos à mão. Só então aperte, alinhando o vão com o tanque, o farol e a tampa lateral. Firme, sem esmagar o plástico.
  8. Teste guidão, joelhos e firmeza. Gire o guidão de batente a batente e veja se nenhum cabo ou mangueira ficou preso ou raspando na aba. Balance a peça e encoste os joelhos: ela deve ficar firme e sem barulho.

Depois da primeira semana rodando, olhe as abas de novo. As borrachas assentam, algum parafuso pode pedir reaperto leve, e é a hora de ver se nada passou a raspar no tanque.

Cuidados para a aba do tanque durar mais

A maior parte do estrago nas abas vem do uso: lavagem errada, bolsa de tanque, roupa e combustível respingado. Estes hábitos fazem diferença.

  • Lave com produto neutro. Água, shampoo automotivo e esponja macia bastam. Solvente e palha de aço tiram o brilho e soltam as faixas, e jato de alta pressão de perto levanta adesivo e manda água para o chicote.
  • Limpe o combustível respingado. Gasolina que escorre do bocal ao abastecer desce justamente pelas abas. Se ficar ali, mancha a pintura e ataca os adesivos. Passe um pano logo depois.
  • Proteja do sol. As abas pegam sol de cima e de lado. Garagem, sombra ou capa de moto prolongam muito a cor e a vida das faixas.
  • Cera e protetor de plástico. De tempos em tempos, uma cera mantém o brilho e facilita a limpeza. No complemento preto, use produto próprio para plástico, sem resíduo que atrai poeira.
  • Atenção a roupa e bolsa de tanque. Zíper de jaqueta, rebite de calça e bolsa de tanque riscam a aba aos poucos. Película protetora transparente nas áreas de contato com o joelho ajuda bastante.
  • Reponha presilhas e borrachas. Tenha algumas presilhas do seu modelo guardadas. Depois de uma revisão ou lavagem, repor a que sumiu evita folga e barulho.
  • Não levante a moto pela aba. A aba não serve de apoio para subir na moto nem para pendurar capacete. Peso fora do lugar força os pinos e trinca a peça por dentro.

O que não fazer na compra e na troca da aba do tanque

Antes de comprar ou trocar a aba do tanque, evite estes deslizes. Quase todos têm solução simples quando você sabe antes.

  • Pedir sem dizer o lado. Pedir "uma aba do tanque" sem dizer se é a esquerda, a direita ou o par leva a troca e espera. Os lados são espelhados e não se trocam.
  • Ignorar o ano-modelo e a cor. Comprar pela foto, só pelo nome do modelo, costuma trazer a cor ou o grafismo de outro ano. A peça encaixa, mas a moto fica descombinada.
  • Comprar só uma das partes. Em modelos com aba externa e complemento, é comum comprar a parte pintada quando o que quebrou foi a peça preta de dentro, ou o contrário.
  • Pintar ou adesivar antes de testar. Mandar pintar a aba ou aplicar adesivo antes de testar o encaixe é arriscado. Se a furação não bater, a loja dificilmente aceita a peça de volta.
  • Improvisar a fixação. Abraçadeira, arame e cola no lugar de presilha deixam a aba torta e vibrando, e o plástico trinca nos pontos forçados.
  • Prensar fios e mangueiras. Antes do aperto final, olhe por baixo da aba. Nada pode ficar preso, e os cabos precisam correr livres quando você vira o guidão.
  • Apertar demais. Firme e sem deformar o plástico é o suficiente. Cola instantânea em trinca também não resolve: a vibração reabre a rachadura em poucas semanas.

Perguntas frequentes

A aba do tanque esquerda serve no lado direito?

Não. As abas são espelhadas: formato, encaixes e às vezes recortes mudam de um lado para o outro. Cada lado tem a sua peça e o seu código. Peça a aba do tanque esquerda ou a direita, conforme o lado danificado, ou o par.

Como saber qual é a aba do tanque direita?

O lado é definido com o piloto sentado na moto, olhando para a frente. A aba do tanque direita fica do lado da mão direita. Essa é a referência de catálogos, manuais e lojas.

A aba do tanque é vendida só em par?

Há os dois jeitos. O par custa mais, mas resolve a diferença de tom entre os lados. A peça avulsa economiza quando o outro lado está inteiro e com a cor ainda viva.

Posso usar aba de outro ano-modelo?

Às vezes serve no encaixe e não no visual. Compare furação e encaixes com a peça da sua moto e veja se cor e grafismo são do seu ano-modelo antes de pagar.

Preciso comprar o adesivo da aba separado?

Nem sempre. Muitas abas chegam só pintadas, e o grafismo do seu ano é comprado separado. Veja com o balconista se o adesivo é da sua cor e do seu ano.

Por que a aba nova ficou com outro tom?

Mesmo na cor certa, a aba nova costuma ficar mais viva que o tanque, que já pegou sol. Uma diferença leve é comum. Compare à luz do dia e considere polir o tanque ou trocar o par.

Vale reparar ou trocar a aba do tanque?

Trinca pequena e longe dos pontos de fixação costuma aceitar solda plástica e pintura. Aba com encaixe arrancado, várias trincas ou pedaço faltando geralmente fica melhor trocada, porque a trinca tende a voltar com a vibração.

Dá para trocar a aba do tanque em casa?

Na maioria das motos, não: a aba sai soltando parafusos, presilhas e, às vezes, o banco. Se for preciso soltar ou levantar o tanque, ou se houver cheiro de combustível, leve à oficina.

Posso rodar com a aba do tanque quebrada?

Por pouco tempo, dá. O problema é peça solta vibrando, que pode cair ou riscar o tanque, e a parte elétrica sem proteção. Não deixe para depois: quanto mais tempo solta, maior o estrago.