Aba do tanque da Yamaha XT 225
A peça certa para cada versão e ano da XT 225, de 1996 a 2006, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 1996–2006
Aba do tanque de reposição
4 códigos
- Modelo
- Yamaha XT 225
- Anos
- 1996 a 2006
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com aba do tanque para a Yamaha XT 225
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Anunciar nesta páginaAba do tanque por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| XT 225 | 1996–2006 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A aba do tanque da Yamaha XT 225: versão por versão
Na XT 225, a aba do tanque é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Aba do tanque de reposição para a Yamaha XT 225
São 4 códigos de aba do tanque de reposição para a Yamaha XT 225, de Paramotos, de 1997 a 2006. Os códigos vêm separados por versão e ano, porque a peça mudou ao longo do tempo. O grupo certo é o da sua versão e do ano do documento. Os códigos cobrem esquerda e direita e também o par. Veja no nome do item para qual lado e posição ele serve antes de comprar.
São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| 1997 a 2006 | |||
| 2110/012 | Aba tanque cor direita xt 225 97/2006 | Branco azul 2000 | Paramotos |
| 2110/013 | Aba tanque cor esquerda xt 225 97/2006 | Branco azul 2000 | Paramotos |
| 2110/123 | Aba tanque cor (par) xt 225 97/2006 | Branco preto azul 2000 | Paramotos |
| Todos os anos | |||
| 2111/014 | Aba tanque c / adesivo xt 225 | Paramotos | |
Aba lateral do tanque da XT 225: o que ela faz
Quem olha a moto de lado vê primeiro as abas do tanque. São peças plásticas presas por parafusos, presilhas e encaixes de borracha, montadas em volta do tanque para completar o desenho da frente e esconder o que fica por baixo: fiação, quadro, mangueiras e, em alguns modelos, o radiador.
Por ficarem na parte mais larga da moto, as abas estão entre as primeiras peças a sofrer num tombo, mesmo parado. Também levam cor, faixas e adesivos que mudam a cada ano-modelo. Comprar a aba certa envolve três respostas: qual moto e ano, qual lado (esquerdo, direito ou o par) e qual cor e grafismo.
Como a aba do tanque trabalha na XT 225
A XT 225 1996–2006 é uma trail de 223 cc. O farol usa lâmpada halógena. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).
Na XT 225, as abas costumam ser de plástico mais flexível, pensado para aguentar terra e queda. Mesmo assim, galho e pedra soltam presilhas. Depois de trilha pesada, olhe as fixações dos dois lados.
Sinais de que a aba do tanque da XT 225 precisa de troca
Nem toda aba feia precisa ser trocada, e nem toda aba inteira está boa. Estes sinais ajudam a decidir entre reparo, troca de um lado ou do par.
- Adesivo ou faixa descascando. Adesivo com bordas levantadas acumula sujeira e piora a cada lavagem. Se o grafismo do seu ano não é mais encontrado, a saída pode ser a aba já adesivada.
- Barulho perto dos joelhos. Um "tec-tec" perto dos joelhos a cada lombada é sinal clássico de aba com folga. Ache o ponto que está batendo antes que o barulho vire trinca.
- Presilhas e borrachas faltando. Presilhas e buchas de borracha se perdem em lavagens e desmontagens feitas com pressa. Cada uma que falta deixa a aba mais solta e força os pontos que sobraram.
- Aba solta ou balançando. Folga raramente é só parafuso frouxo. Muitas vezes a bucha de borracha saiu do lugar ou a presilha perdeu a trava. Resolva antes que o plástico trinque.
- Aba quebrada num tombo. Na parte mais larga da frente, a aba é a primeira a bater no chão quando a moto tomba, mesmo parada. Pedaço arrancado ou encaixe partido quase sempre pede peça nova daquele lado.
- Aba deformada ou desalinhada. Aba empenada pelo sol ou pelo calor do motor deixa vão em relação ao tanque e ao farol. Às vezes a borda passa a encostar no tanque e marca a pintura dele.
Como escolher a aba do tanque certa para a XT 225
Abas de anos vizinhos podem ter o mesmo formato e cor diferente, ou a mesma cor e encaixe diferente. Estes pontos decidem a compra.
- Lado esquerdo, lado direito ou par. Cada lado tem a sua peça: a aba do tanque esquerda não serve no lado direito, porque o desenho é espelhado. Algumas lojas vendem cada lado separado; muitas vendem só o par de abas. Pergunte antes de fechar.
- Adesivos e faixas. As faixas das abas mudam junto com a cor, às vezes a cada ano. Pergunte se a aba vem adesivada, só pintada ou se o adesivo é vendido à parte, avulso ou em kit com o tanque.
- Modelo, versão e ano-modelo. Informe modelo, versão, ano de fabricação e ano-modelo. As abas são vendidas por faixa de anos, e uma mudança de geração altera formato e encaixes. Com o chassi, a concessionária acha o código da peça.
- Furação, encaixes e material. Compare furos, linguetas e pinos com a aba antiga. Diferença de poucos milímetros deixa a peça tensionada ou com vão. A espessura também conta: plástico muito fino vibra e trinca nos furos.
- Pintada, preta ou sem pintura. Pergunte como a peça vem. Aba pintada monta direto; aba preta pode ser a peça certa ou só a parte interna; aba sem pintura precisa de preparo e tinta própria para plástico.
Como trocar a aba do tanque da XT 225
A troca da aba é serviço de carroceria, mas acontece ao lado do tanque e da fiação. Trabalhe com a moto fria e os parafusos organizados.
- Prepare a moto. Motor frio, chave fora do contato e moto bem apoiada. Um pano sobre o tanque protege a pintura enquanto você trabalha em volta dele.
- Localize as fixações e as peças vizinhas. Antes de puxar, conte parafusos e presilhas e veja se o banco ou a carenagem do farol prendem a aba. Boa parte das abas quebradas na desmontagem tinha um ponto de fixação que ninguém viu.
- Solte parafusos e presilhas. Use a chave certa para não espanar os parafusos. Presilha de pressão se solta pelo pino do meio; se ela girar em falso, segure por trás com cuidado.
- Libere os encaixes com as mãos. A aba deve sair com força moderada. Se resiste, ainda há algo preso. Alavanca de metal marca o tanque e arranca encaixes sem reposição separada.
- Olhe o que fica por baixo. Com a aba fora, repare no chicote, nos conectores, nas mangueiras e no radiador, se houver. Fotografe por onde passam fios e mangueiras para não prensar nada depois.
- Transfira complemento, emblemas e borrachas. Monte na peça nova os acessórios da antiga. Emblema colado pede fita dupla-face nova, própria para uso externo, e borracha dura deve ser substituída.
- Encaixe e alinhe antes de apertar. Encaixe os pinos pressionando sobre eles e coloque os parafusos à mão. Só então aperte, alinhando o vão com o tanque, o farol e a tampa lateral. Firme, sem esmagar o plástico.
- Teste guidão, joelhos e firmeza. Antes de rodar, vire o guidão para os dois lados e veja se os cabos correm livres. Depois de alguns dias, reaperte os parafusos com moderação.
Guarde a nota até ver encaixe, cor e adesivo na moto. Se os furos não batem, não adapte: volte à loja com a peça intacta. Se trocou só um lado, compare o tom com o outro à luz do dia.
Abas do tanque firmes e com a cor viva
Sol, atrito e presilha faltando são o que mais encurta a vida da aba do tanque. Os cuidados são simples e valem para os dois lados.
- Não levante a moto pela aba. Se a moto cair, levante pelo guidão e por um ponto firme da traseira, nunca pela aba. O plástico não aguenta o peso e quebra nos encaixes.
- Atenção a roupa e bolsa de tanque. Zíper de jaqueta, rebite de calça e bolsa de tanque riscam a aba aos poucos. Película protetora transparente nas áreas de contato com o joelho ajuda bastante.
- Cera e protetor de plástico. De tempos em tempos, uma cera mantém o brilho e facilita a limpeza. No complemento preto, use produto próprio para plástico, sem resíduo que atrai poeira.
- Reponha presilhas e borrachas. Sempre que a aba for desmontada, olhe presilhas e buchas. Presilha frouxa e borracha dura deixam a peça vibrando, e é dali que nascem as trincas.
Erros comuns com a aba do tanque
Antes de comprar ou trocar a aba do tanque, evite estes deslizes. Quase todos têm solução simples quando você sabe antes.
- Apertar demais. Plástico não aguenta aperto de metal. Parafuso apertado demais esmaga a aba em volta do furo, e a trinca aparece depois, com a peça já pintada e montada.
- Pintar ou adesivar antes de testar. Monte a aba sem apertar e veja os vãos; só depois pinte ou cole o adesivo. Pintar plástico pede preparo próprio, senão a tinta descasca.
- Improvisar a fixação. Remendo na fixação parece resolver no dia, mas a vibração vence logo. Use as presilhas e buchas do modelo, mesmo que precise encomendar.
- Comprar só uma das partes. Em modelos com aba externa e complemento, é comum comprar a parte pintada quando o que quebrou foi a peça preta de dentro, ou o contrário.
Perguntas frequentes
Preciso comprar o adesivo da aba separado?
Nem sempre. Muitas abas chegam só pintadas, e o grafismo do seu ano é comprado separado. Veja com o balconista se o adesivo é da sua cor e do seu ano.
Aba do tanque de outro ano serve na minha moto?
Às vezes serve no encaixe e não no visual. Compare furação e encaixes com a peça da sua moto e veja se cor e grafismo são do seu ano-modelo antes de pagar.
Vale reparar ou trocar a aba do tanque?
Trinca pequena e longe dos pontos de fixação costuma aceitar solda plástica e pintura. Aba com encaixe arrancado, várias trincas ou pedaço faltando geralmente fica melhor trocada, porque a trinca tende a voltar com a vibração.
Por que a aba nova ficou com outro tom?
Mesmo na cor certa, a aba nova costuma ficar mais viva que o tanque, que já pegou sol. Uma diferença leve é comum. Compare à luz do dia e considere polir o tanque ou trocar o par.
Como saber qual é a aba do tanque direita?
O lado é definido com o piloto sentado na moto, olhando para a frente. A aba do tanque direita fica do lado da mão direita. Essa é a referência de catálogos, manuais e lojas.