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Aba do tanque da Yamaha Lander 250

A peça certa para cada versão e ano da Lander 250, de 2007 a 2026, com o guia para escolher e trocar.

  • 3 versões
  • 4 gerações
  • 2007–2026

Aba do tanque de reposição

1 código

Modelo
Yamaha Lander 250
Anos
2007 a 2026

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com aba do tanque para a Yamaha Lander 250

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura aba do tanque para a Yamaha Lander 250. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Aba do tanque por versão e ano

VersãoAnos
XTZ 250 Lander Connected2025–2026
XTZ 250 Lander2019–2025
XTZ 250 Lander2007–2018
XTZ 250 Lander ABS Capitão América2021–2023

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

Qual aba do tanque serve na Lander 250

Na Lander 250, a aba do tanque é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Aba do tanque de reposição para a Yamaha Lander 250

No catálogo de reposição, a Yamaha Lander 250 tem 1 código de aba do tanque, de Paramotos, de 2020 a 2024.

Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2020 a 2024
2220/042Acabamento aba tanque (par) preto Lander 250 2020/24 complementoPretoParamotos

O papel das abas do tanque na Lander 250, lado esquerdo e direito

A aba do tanque é a carenagem que fica nas laterais do tanque de combustível, uma de cada lado. No balcão ela também aparece como aba lateral do tanque, carenagem do tanque ou asa do tanque. É ela que dá volume à frente da moto e liga o tanque ao farol e às tampas laterais.

Além do visual, a aba cobre parte do quadro, do chicote elétrico e de peças que ficam entre o tanque e o motor, conforme o modelo. Em motos com radiador, costuma ajudar a guiar o ar até ele. Como o desenho é espelhado, existe a aba do tanque esquerda e a aba do tanque direita, e muitas lojas vendem as duas juntas, como par de abas.

O que muda na aba do tanque da Lander 250

Para entender a aba do tanque desta moto, vale olhar a ficha: a Lander 250 é uma trail de 249 cc. O farol é de LED, sem lâmpada avulsa para trocar. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.

Na Lander 250, as abas costumam ser de plástico mais flexível, pensado para aguentar terra e queda. Mesmo assim, galho e pedra soltam presilhas. Depois de trilha pesada, olhe as fixações dos dois lados.

Como saber se a aba do tanque chegou ao limite

Nem toda aba feia precisa ser trocada, e nem toda aba inteira está boa. Estes sinais ajudam a decidir entre reparo, troca de um lado ou do par.

  • Presilhas e borrachas faltando. Repare nos furos da aba: se algum está vazio ou com abraçadeira improvisada, a fixação já não é a certa. Repor as presilhas custa pouco e evita perder a peça.
  • Pintura riscada ou ralada. Passe a unha no risco: se ela não prende, o polimento costuma resolver. Se prende ou o plástico aparece por baixo da tinta, a aba precisa de pintura ou de troca.
  • Aba deformada ou desalinhada. Aba empenada pelo sol ou pelo calor do motor deixa vão em relação ao tanque e ao farol. Às vezes a borda passa a encostar no tanque e marca a pintura dele.
  • Adesivo ou faixa descascando. Adesivo com bordas levantadas acumula sujeira e piora a cada lavagem. Se o grafismo do seu ano não é mais encontrado, a saída pode ser a aba já adesivada.
  • Cor desbotada. Quando a aba fica com tom diferente do tanque e do farol, o sol já agiu. Cera e polimento seguram no começo, mas cor muito queimada não volta.
  • Aba solta ou balançando. Se a aba mexe quando você encosta o joelho, faltam presilhas, as borrachas ressecaram ou um encaixe quebrou. Aba solta vibra, marca a pintura do tanque e pode se soltar rodando.

Como escolher a aba do tanque certa para a Lander 250

A aba do tanque não tem medida: é feita para um modelo e uma faixa de anos. O que define a peça certa é a aplicação, o lado e o acabamento do seu ano.

  • Cor do seu ano. As cores mudam de ano para ano, e um modelo pode ter duas ou três opções no mesmo ano. Os catálogos chegam a separar "cor 1" e "cor 2" da mesma aba. Diga o nome da cor que está no documento.
  • Presilhas, borrachas e nota. Pergunte o que acompanha a peça e leve borrachas novas se as suas estiverem duras. Aba usada, só de desmanche legalizado, com nota, e olhando as trincas por dentro.
  • Pintada, preta ou sem pintura. A aba de reposição costuma vir pintada na cor da moto, em plástico preto ou sem pintura, pronta para pintar. A sem pintura exige serviço de pintura antes de montar, e isso entra no custo.
  • Lado esquerdo, lado direito ou par. O lado é definido com o piloto sentado, olhando para a frente. Se só um lado quebrou, procure a aba avulsa daquele lado. Se a loja só tem o par, trocar os dois evita diferença de tom.
  • Furação, encaixes e material. Compare furos, linguetas e pinos com a aba antiga. Diferença de poucos milímetros deixa a peça tensionada ou com vão. A espessura também conta: plástico muito fino vibra e trinca nos furos.

Trocando a aba do tanque sem quebrar encaixes

A troca da aba é serviço de carroceria, mas acontece ao lado do tanque e da fiação. Trabalhe com a moto fria e os parafusos organizados.

  1. Prepare a moto. Com a moto fria, chave desligada e apoiada firme no cavalete, cubra o tanque com um pano macio. Isso evita riscar a pintura com ferramenta ou com a própria aba.
  2. Localize as fixações e as peças vizinhas. Antes de puxar, conte parafusos e presilhas e veja se o banco ou a carenagem do farol prendem a aba. Boa parte das abas quebradas na desmontagem tinha um ponto de fixação que ninguém viu.
  3. Solte parafusos e presilhas. Retire os parafusos e guarde cada um com a sua bucha, separados por lado. Nas presilhas de pressão, solte o pino central antes de tirar o corpo; arrancar de uma vez quebra a presilha.
  4. Libere os encaixes com as mãos. A aba deve sair com força moderada. Se resiste, ainda há algo preso. Alavanca de metal marca o tanque e arranca encaixes sem reposição separada.
  5. Olhe o que fica por baixo. Com a aba fora, repare no chicote, nos conectores, nas mangueiras e no radiador, se houver. Fotografe por onde passam fios e mangueiras para não prensar nada depois.
  6. Transfira complemento, emblemas e borrachas. Monte na peça nova os acessórios da antiga. Emblema colado pede fita dupla-face nova, própria para uso externo, e borracha dura deve ser substituída.
  7. Encaixe e alinhe antes de apertar. Rosqueie tudo à mão, ajuste os vãos e dê o aperto final, moderado. Parafuso apertado demais trinca a aba em volta do furo semanas depois.
  8. Teste guidão, joelhos e firmeza. Antes de rodar, vire o guidão para os dois lados e veja se os cabos correm livres. Depois de alguns dias, reaperte os parafusos com moderação.

Depois da primeira semana rodando, olhe as abas de novo. As borrachas assentam, algum parafuso pode pedir reaperto leve, e é a hora de ver se nada passou a raspar no tanque.

Abas do tanque firmes e com a cor viva

A maior parte do estrago nas abas vem do uso: lavagem errada, bolsa de tanque, roupa e combustível respingado. Estes hábitos fazem diferença.

  • Reponha presilhas e borrachas. Sempre que a aba for desmontada, olhe presilhas e buchas. Presilha frouxa e borracha dura deixam a peça vibrando, e é dali que nascem as trincas.
  • Proteja do sol. As abas pegam sol de cima e de lado. Garagem, sombra ou capa de moto prolongam muito a cor e a vida das faixas.
  • Não levante a moto pela aba. Se a moto cair, levante pelo guidão e por um ponto firme da traseira, nunca pela aba. O plástico não aguenta o peso e quebra nos encaixes.
  • Limpe o combustível respingado. Gasolina que escorre do bocal ao abastecer desce justamente pelas abas. Se ficar ali, mancha a pintura e ataca os adesivos. Passe um pano logo depois.

O que não fazer na compra e na troca da aba do tanque

Boa parte das abas que voltam para a loja ou trincam logo depois da troca tem a mesma origem: lado errado, ano errado ou pressa.

  • Pintar ou adesivar antes de testar. Monte a aba sem apertar e veja os vãos; só depois pinte ou cole o adesivo. Pintar plástico pede preparo próprio, senão a tinta descasca.
  • Apertar demais. Firme e sem deformar o plástico é o suficiente. Cola instantânea em trinca também não resolve: a vibração reabre a rachadura em poucas semanas.
  • Improvisar a fixação. Abraçadeira, arame e cola no lugar de presilha deixam a aba torta e vibrando, e o plástico trinca nos pontos forçados.
  • Comprar só uma das partes. Olhe o que quebrou e o que o anúncio vende. Aba pintada, complemento e peça inferior são itens separados em muitos catálogos.

Perguntas frequentes

Posso rodar com a aba do tanque quebrada?

A moto anda, mas fiação e, em alguns modelos, o radiador ficam mais expostos. Aba solta pode cair na pista ou enroscar. Prenda bem ou retire a peça danificada e providencie a troca logo.

Aba esquerda e direita: qual é qual?

Sente na moto e olhe para a frente: o lado da sua mão direita é o direito. Na dúvida, mande uma foto da moto inteira mostrando de que lado está a peça danificada.

Posso usar aba de outro ano-modelo?

Dentro da mesma faixa de anos, o encaixe costuma se manter, mas cor e faixas mudam, às vezes todo ano. Entre gerações, o formato pode mudar por completo. O código da peça tira a dúvida.

A aba do tanque é vendida só em par?

Depende da loja e do modelo. Muitos catálogos vendem o par de abas, principalmente pintado; outros têm a aba esquerda e a direita avulsas. Se só um lado quebrou, pergunte pela peça avulsa.

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