Vela de ignição da Yamaha Lander 250
A medida de cada versão e ano da Lander 250, de 2007 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 3 versões
- 4 gerações
- 2007–2026
Vela de ignição mais comum
NGK DR8EA
- Modelo
- Yamaha Lander 250
- Anos
- 2007 a 2026
- Referências
- 2 diferentes, veja a tabela
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com vela de ignição para a Yamaha Lander 250
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Pela medida mais comum no modelo (NGK DR8EA) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Vela de ignição por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| XTZ 250 Lander Connected | 2025–2026 | NGK DR8EA conferido |
| XTZ 250 Lander | 2019–2025 | NGK DR8EA-N conferido |
| XTZ 250 Lander | 2007–2018 | NGK DR8EA |
| XTZ 250 Lander ABS Capitão América | 2021–2023 | NGK DR8EA-N conferido |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual vela serve na Lander 250
A vela da Yamaha Lander 250 muda conforme a versão e o ano: há 2 referências diferentes. A mais comum é NGK DR8EA, usada em 2 das 4 gerações.
Por isso, antes de comprar, ache a sua versão e o seu ano na tabela desta página: cada linha leva à página da peça daquela geração.
Em resumo: é uma vela NGK, código DR8EA; o número 8 é o grau térmico; na NGK, quanto maior o número, mais "fria" é a vela.
Trocar de marca é possível, desde que a equivalência venha da tabela do fabricante. Rosca, alcance e grau térmico precisam bater; o formato parecido não basta.
Para que serve a vela da Lander 250
A vela de ignição é a peça que produz a faísca dentro da câmara de combustão. Ela recebe a alta tensão da bobina de ignição pelo cabo e pelo cachimbo, e essa tensão salta entre o eletrodo central e o eletrodo de massa, a pequena haste dobrada na ponta. A faísca acende a mistura de ar e combustível e começa a explosão que empurra o pistão.
Por fora, a vela tem um isolador de cerâmica, um sextavado para a chave e uma rosca que entra no cabeçote. Por dentro, precisa aguentar calor, pressão e milhares de faíscas por minuto. Com o uso, os eletrodos gastam e a faísca enfraquece, por isso a vela é peça de troca periódica.
A vela na Lander 250: o que a ficha diz
Para entender a vela desta moto, vale olhar a ficha: a Lander 250 é uma trail de 249 cc. Com injeção eletrônica, a Lander 250 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.
No motor quatro tempos da Lander 250, a vela normalmente trabalha limpa. Se ela aparecer preta e molhada de óleo, o óleo está chegando à câmara, por anéis ou guias de válvula, e o motor precisa de avaliação na oficina.
Com injeção eletrônica, a mistura é corrigida o tempo todo pela central, e a vela costuma trabalhar mais limpa. Mesmo assim, vela gasta pode provocar falhas e acender a luz de injeção em algumas motos. Siga o prazo do manual.
Como saber se a vela está gasta
Vela gasta raramente para de uma vez. Ela vai enfraquecendo, e o motor começa a dar sinais. Muitos deles aparecem primeiro na partida a frio.
- Partida difícil. O motor gira, mas demora a pegar, principalmente frio. Eletrodos gastos exigem mais tensão para a faísca saltar, e a ignição nem sempre consegue entregar. Uma vela nova costuma melhorar a partida na hora.
- Ponta preta e seca. Fuligem preta e seca na ponta da vela indica mistura rica ou queima incompleta: filtro de ar sujo, uso prolongado de afogador, regulagem errada ou vela fria demais para o uso. A vela suja falha e precisa de troca.
- Marcha lenta irregular. Lenta instável, que melhora ao acelerar, pode ser vela falhando em baixa rotação. Uma olhada na ponta da vela já dá pistas.
- Isolador trincado. Cerâmica rachada provoca falhas e pode soltar pedaços dentro do motor. Nunca reaproveite vela que caiu e trincou, mesmo que pareça inteira por fora.
- Prazo do manual vencido. Siga o intervalo do manual, que leva em conta o tipo de vela e o motor. Vela trocada no prazo evita a maioria dos sintomas desta lista.
O que conferir antes de comprar a vela
A escolha da vela começa pelo código indicado pelo fabricante da moto. Com ele, a loja encontra a equivalente em qualquer marca. Veja o que conferir.
- Folga dos eletrodos. A folga entre os eletrodos é definida pelo manual. Muitas velas já vêm calibradas, mas vale conferir com calibre próprio. Em vela de irídio ou platina, não force o eletrodo central.
- Grau térmico. Mudar o grau térmico só faz sentido com orientação técnica, para uso muito específico. Em geral, a vela do manual é a que equilibra limpeza e temperatura no seu motor.
- Numeração entre marcas. Cada fabricante de vela usa sua própria numeração. Em algumas marcas, número maior indica vela mais fria; em outras, é o contrário. Por isso, nunca compare números entre marcas: use a tabela de equivalência.
- Cachimbo em bom estado. O cachimbo leva a energia até a vela. Se estiver rachado ou folgado, até a vela nova falha. Muitos cachimbos também têm resistor, e o certo é manter o tipo original.
- Procedência. Prefira loja conhecida e embalagem lacrada. Vela de origem duvidosa pode ter grau térmico diferente do impresso e prejudicar o motor.
A mesma referência em outros modelos
A referência vela NGK DR8EA também aparece em 8 outros modelos do catálogo, o que costuma facilitar achar a peça em estoque:
- Yamaha Fazer FZ25 Connected 2025–2026
- Yamaha XTZ 250 Ténéré 2011–2019
- Yamaha XTZ 250X 2007–2011
- Shineray Jef 170 2026–2027
- Shineray SHI 250 2025–2027
- Shineray Jef 150 2020–2026
- Shineray SHI 170 2026
- Shineray SHI 175 2023–2026
Troca da vela passo a passo
A troca da vela é um dos serviços mais simples da moto, mas um erro na rosca do cabeçote custa caro. Trabalhe com o motor frio e sem pressa.
- Espere o motor esfriar. Motor frio é regra. Tirar a vela com o cabeçote quente aumenta o risco de espanar a rosca, e o escapamento ao lado queima.
- Tire o cachimbo pelo corpo. Puxe o cachimbo segurando pela borracha, girando de leve, e nunca pelo cabo. Puxar pelo fio pode soltar o terminal e causar falhas depois.
- Limpe em volta da vela. Sujeira acumulada no poço da vela vai parar dentro do motor se você não limpar antes. Um sopro de ar ou um pincel resolvem.
- Solte com a chave certa. Use chave de vela do tamanho certo, de preferência com borracha interna que segura a vela. Mantenha a chave alinhada para não trincar a cerâmica e solte devagar.
- Leia a vela velha. A vela velha conta como o motor anda. Guarde-a para mostrar ao mecânico se a cor estiver estranha: ela ajuda no diagnóstico.
- Confira a folga da nova. Meça a folga dos eletrodos da vela nova com calibre próprio e compare com o manual. Se precisar ajustar e a vela permitir, dobre só o eletrodo de massa, com delicadeza.
- Comece a rosca com a mão. Rosqueie a vela nova com os dedos, ou com a chave sem o cabo, até ela encostar. Se travar no começo, volte e recomece: rosca cruzada estraga o cabeçote.
- Aperte no torque certo. Use o torque indicado. Na falta de torquímetro, a embalagem da vela costuma trazer quanto girar depois que ela encosta, conforme o tipo de assentamento.
- Recoloque o cachimbo e teste. Empurre o cachimbo até o fim, dê a partida e acelere de leve. Motor redondo e partida rápida mostram que a troca deu certo.
Se a rosca do cabeçote espanar ou a vela travar no meio, pare: o reparo de rosca é serviço de oficina e, feito errado, pode deixar limalha dentro do motor. E se a vela velha estava preta, oleosa ou derretida, troque a vela, mas peça uma avaliação do motor.
Vela em dia: hábitos que ajudam
Estes cuidados ajudam a vela a chegar ao fim do prazo do manual funcionando bem, e ajudam a perceber cedo quando algo vai mal no motor.
- Siga o prazo do manual. O intervalo de troca depende do motor e do tipo de vela. O manual da moto é quem manda. Anote a quilometragem de cada troca.
- Filtro de ar limpo. Mistura rica por filtro entupido é uma das causas mais comuns de vela carbonizada. Cuidar do filtro é cuidar da vela.
- Leia a vela de vez em quando. Cor marrom clara ou cinza é o normal. Se mudou, alguma coisa no motor mudou também. Vale investigar cedo, antes de virar falha.
- Guarde vela de reserva. Em viagem, vela reserva e chave certa ocupam pouco espaço e podem salvar o passeio, principalmente longe de cidades e oficinas.
Erros comuns com a vela
Alguns erros com a vela parecem detalhe e acabam em reparo de motor. Vale conhecer os mais comuns.
- Lixar ou raspar a vela. Raspar o eletrodo ou a cerâmica estraga a vela. Em vez de limpar, troque: é barata e resolve de verdade.
- Pôr graxa na rosca sem indicação. Pastas e graxas na rosca mudam o aperto real e podem fazer a vela apertar demais. Só use se o manual ou o fabricante da vela indicar.
- Usar vela de outra especificação. Vela com alcance maior pode bater no pistão; grau térmico errado suja ou superaquece. "Serve porque rosqueia" não é critério.
- Reaproveitar vela que caiu. Uma queda de bancada basta para trincar o isolador. Vela caída vai para o lixo, mesmo que pareça inteira por fora.
Perguntas frequentes
Qual a medida da vela da Lander 250?
Depende da versão e do ano: há 2 referências. A mais comum é NGK DR8EA. Veja a linha da sua moto na tabela desta página.
Qual o prazo de troca da vela?
Quem manda é o manual. O intervalo muda bastante entre motos e tipos de vela. Se a moto mostra sinais de vela gasta antes do prazo, troque e investigue a causa.
Troquei a vela e a moto continua falhando. E agora?
Confira o cachimbo, o cabo de vela e a bobina de ignição, que levam a faísca até a vela. Depois, filtro de ar, combustível e alimentação. Se a vela nova escurece rápido, a causa está na mistura ou no motor, e vale levar à oficina.
Vela de carro serve na moto?
Só se a equivalência confirmar. O fato de rosquear não garante alcance e grau térmico certos. Use a vela indicada para a moto ou a equivalente da tabela oficial, sem improviso.
Vela molhada de gasolina: precisa trocar?
Vela encharcada pode ser secada e reinstalada, se estiver em bom estado. Afogamento frequente é sinal de problema na alimentação ou no jeito de dar partida, e precisa ser resolvido.