Pneu traseiro da Kasinski Comet 650
A medida de cada versão e ano da Comet 650, de 2005 a 2013, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 2 gerações
- 2005–2013
Pneu traseiro que serve
160/60-17
- Modelo
- Kasinski Comet 650
- Anos
- 2005 a 2013
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com pneu traseiro para a Kasinski Comet 650
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Kasinski Comet 650
Kenda KM01110/70-17, 120/70-17, 160/60-17 e outras
Pirelli Diablo Rosso IV110/70-17, 120/60-17, 120/70-17 e outras
Pirelli Diablo Rosso III100/80-17, 110/70-17, 120/65-17 e outras
Pirelli Diablo Rosso II100/80-17, 110/70-17, 120/70-17 e outras
Pirelli Diablo Rain110/70-17, 120/70-17, 140/70-17 e outras
Dunlop Trailmax Mixtour110/80-19, 150/70-17, 160/60-17
Metzeler Roadtec 02120/70-17, 110/80-19, 150/70-17 e outras
Pela medida mais comum no modelo (160/60-17) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Pneu traseiro por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Comet GT 650 | 2007–2013 | 160/60-17 |
| Comet GT 650R | 2005–2013 | 160/60-17 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O pneu traseiro da Kasinski Comet 650: versão por versão
A Comet 650 usa sempre a mesma referência do pneu traseiro: 160/60-17, em todas as gerações com a medida conferida.
A medida 160/60-17, parte por parte: 160 é a largura da banda, em milímetros; 60 é o perfil: a altura da lateral equivale a 60% da largura, ou cerca de 96 mm; a construção é diagonal; 17 é o diâmetro do aro, em polegadas.
A ficha não traz o índice de carga e o de velocidade. Na compra, prefira índices iguais ou maiores que os do pneu original, que aparecem na lateral do pneu traseiro atual.
O trabalho do pneu de trás na Comet 650
O pneu traseiro é o ponto onde a força do motor vira movimento. Toda a tração passa por aquele pedaço de borracha que encosta no asfalto, e é ele também que carrega a maior parte do peso da moto, do piloto e da garupa. Na frenagem, ajuda a segurar a moto; na curva, divide com o dianteiro o trabalho de manter a trajetória.
Por isso o traseiro costuma gastar mais rápido que o dianteiro: além do peso, ele sofre com cada arrancada e cada redução de marcha. Pneu gasto ou com pressão errada muda o comportamento da moto inteira, principalmente no molhado.
O que muda no pneu traseiro da Comet 650
Para entender o pneu traseiro desta moto, vale olhar a ficha: a Comet 650 é uma naked de 647 cc. As rodas são de liga leve. Os pneus são sem câmara (tubeless). Na frente, o freio é a disco. Atrás, o freio também é a disco.
Com 647 cc, o traseiro da Comet 650 recebe muito torque e gasta mais rápido em quem acelera forte. Índice de velocidade e de carga ganham importância: não aceite pneu abaixo dos índices do original, mesmo que a medida bata.
Pneu sem câmara perde ar devagar quando fura, o que dá tempo de chegar à borracharia. O reparo correto é feito com o pneu desmontado, por dentro. Na troca, peça válvula nova.
Quando desconfiar do pneu de trás
Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.
- Centro da banda achatado. Olhando o pneu de trás por trás da moto, o perfil deveria ser arredondado. Se aparece uma faixa reta no centro, o desgaste já mudou o desenho do pneu, e a moto tende a ficar menos precisa ao inclinar.
- Indicador de desgaste aparecendo. Procure a marca TWI ou o pequeno triângulo na lateral e siga a linha até a banda: ali, no fundo do sulco, existe um "degrau" de borracha. Se a superfície do pneu já encosta nele, os sulcos não escoam mais a água como deveriam.
- Roda patinando ou traseira escorregando. Quando a moto começa a escorregar de trás em situações que antes eram tranquilas, o pneu está dando sinal. Borracha envelhecida e sulcos rasos são as causas mais comuns.
- Perde pressão com frequência. Se você calibra e em poucos dias o pneu de trás está baixo de novo, há vazamento em algum ponto: furo pequeno, válvula, talão mal assentado ou aro com problema. Rodar com pressão baixa aquece o pneu e acelera o desgaste das laterais.
- Corte ou objeto cravado. Antes de sair, passe os olhos pela banda: pedrinhas presas nos sulcos são normais, mas metal cravado não. Não arranque o objeto no meio da rua se o pneu ainda segura ar; leve devagar até a borracharia para avaliar se o reparo é possível.
Como escolher o pneu traseiro certo para a Comet 650
Na loja, o vendedor pergunta a medida, mas é você quem sabe como usa a moto. Junte as duas coisas e a escolha fica simples.
- Data de fabricação e selo do Inmetro. Na lateral há um código de quatro dígitos com a semana e o ano de fabricação (por exemplo, 2423 é a semana 24 de 2023). Prefira pneu recente e recuse pneu sem o selo do Inmetro ou de procedência que a loja não sabe explicar.
- Pneu sem câmara (TL). A moto usa pneu sem câmara, então o pneu precisa ter a marcação TL (tubeless). Pneu TT, feito para usar com câmara, não veda direito no aro e não deve ser montado sem ela.
- Largura, perfil e aro. Os três primeiros números da medida precisam ser os mesmos do original. O aro não tem margem nenhuma; largura e perfil diferentes mudam o diâmetro do pneu, o espaço na balança e o jeito da moto fazer curva.
- A medida desta moto. A referência para o pneu traseiro desta geração é 160/60-17. Leve esse dado à loja, mas antes compare com o que está escrito na lateral do pneu atual: se alguém já trocou por outra medida, é melhor saber disso antes de comprar.
- Traseiro de verdade e sentido de rotação. Repare na lateral: a palavra REAR e a seta de rotação dizem onde e como o pneu deve ser montado. Alguns desenhos servem nas duas posições, mas aí o sentido de montagem muda, e a própria lateral explica.
Como é feita a troca do pneu traseiro da Comet 650
A troca do pneu traseiro mexe em freio, eixo e transmissão, e a montagem do pneu no aro pede ferramenta própria. O normal é deixar o serviço com a borracharia ou a oficina, mas vale saber o que precisa ser feito para cobrar cada etapa.
- Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
- Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
- Tire o eixo e guarde os espaçadores. Com o eixo fora, a roda desce. Repare nas buchas laterais e no suporte do freio, que costumam cair junto: cada peça volta exatamente para o mesmo lugar.
- Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
- Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
- Calibre, teste e balanceie. Com o pneu cheio, vem o teste de vazamento na válvula e no talão e, de preferência, o balanceamento. A pressão final é a do manual ou da etiqueta da moto, com o pneu frio.
- Recoloque a roda e alinhe. A roda volta com os espaçadores nos lugares certos. Na corrente, os esticadores dos dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda ficar alinhada, e a folga da corrente deve ficar como o manual pede. A porca do eixo leva o aperto indicado e trava nova.
- Regule e teste o freio. O último passo é o freio: comando firme, roda girando livre quando solta e luz de freio acendendo. Só depois disso a moto volta para a rua.
Se você não tem cavalete, torquímetro e experiência com freio e corrente, deixe a troca completa com a oficina. Peça o pneu velho de volta para ver o desgaste e descarte em ponto de coleta. Nos primeiros dias, pilote com calma até a banda perder o brilho de fábrica.
O que não fazer na troca do pneu de trás
Antes de comprar e montar o pneu novo, vale conhecer os tropeços mais comuns de quem passa pelo balcão.
- Esquecer o alinhamento e o aperto do eixo. Roda montada torta ou eixo mal apertado deixam a moto instável e gastam pneu e transmissão. Depois de qualquer troca, nas motos com corrente, as marcas dos dois lados da balança precisam bater e a porca precisa ter trava.
- Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.
- Rodar com reparo provisório. Selante em spray e reparo rápido são soluções de estrada. Rodar semanas assim, sem avaliação, é contar com a sorte.
- Usar pneu dianteiro atrás. Pneus dianteiros e traseiros têm estrutura, perfil e borracha diferentes. Montar um dianteiro na roda de trás, mesmo que caiba, é usar o pneu para um trabalho que ele não foi feito para fazer.
Como fazer o pneu traseiro da Comet 650 durar mais
Não existe pneu que dure para sempre, mas existe pneu que acaba antes da hora. Os hábitos abaixo fazem a diferença.
- Proteja do sol e da moto parada. Borracha envelhece com sol, calor e falta de uso. Se a moto vai ficar parada semanas, deixe no cavalete central, se tiver, ou mude a posição de tempos em tempos e mantenha a pressão em dia.
- Acelere e freie com suavidade. Arrancada forte com a roda patinando e frenagem que trava a roda de trás arrancam borracha do pneu. Pilotagem suave é o jeito mais barato de fazer o pneu traseiro durar.
- Olhe a banda de vez em quando. Gire a roda de trás devagar e passe os olhos por toda a banda e pelas duas laterais. Leva pouco tempo e revela a maioria dos defeitos antes que virem problema.
- Nada de produto brilhante na banda. Lave o pneu com água e sabão neutro. Silicone e "pretinho" na banda reduzem a aderência e não fazem bem para a borracha a longo prazo.
Perguntas frequentes
Qual pneu traseiro serve na Kasinski Comet 650?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é 160/60-17.
Pneu velho pouco rodado ainda serve?
Pneu não vence numa data exata, mas perde qualidade com os anos, com sol e com a moto parada. Se o pneu é antigo e mostra fissuras ou borracha dura, troque, mesmo com bastante sulco.
Por que o pneu traseiro gasta mais que o dianteiro?
Sim, é normal. O traseiro carrega a maior parte do peso, inclusive da garupa, e é ele que transmite a força do motor para o chão em cada arrancada. Por isso, em geral, ele gasta antes que o dianteiro.
Pneu mais grosso atrás faz mal?
O ideal é manter a medida original. Pneu mais largo pode até caber, mas costuma piorar a dirigibilidade, pode raspar em peças e altera o diâmetro da roda. Algumas motos aceitam medida alternativa; isso precisa vir do manual.
Preciso trocar os dois pneus juntos?
Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.