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Kymco DJW 50 1997–2002

Ficha técnica, preço FIPE e as 50 peças com página própria para a DJW 50 fabricada de 1997 a 2002.

  • Ciclomotor
  • 50 cc
  • Gasolina
  • Carburador

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Óleo do motor óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Kymco DJW 50

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Peças da DJW 50 1997–2002

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, carburador. Peça que não existe nela não aparece.

DJW 50 1997–2002: visão geral

A Kymco DJW 50 nos anos-modelo de 1997 a 2002 é um ciclomotor de 50 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma DJW 50 desta geração custa entre R$ 1.484 e R$ 2.357, conforme o ano.

Como ler a ficha técnica da DJW 50

  • Câmbio: automático (CVT)
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da DJW 50 e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar o peso extra de uma viagem.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo em marcha lenta.
  • Motor dois tempos. Leve, simples e esperto: assim é o dois tempos. Com menos peças móveis, ele entrega força de forma rápida e é muito usado em motos de trilha e ciclomotores. O preço disso é o consumo de óleo próprio, fumaça no escapamento e desgaste mais rápido de pistão e anéis. Nunca rode sem o óleo dois tempos no nível ou na mistura certa.
  • Transmissão por correia ou cardã. Correia dentada e cardã são as alternativas à corrente. A correia é silenciosa, limpa e não pede lubrificação, só inspeção e ajuste de tensão. O cardã usa um eixo e engrenagens dentro de uma caixa com óleo, quase sem manutenção além da troca desse óleo. Os dois combinam com viagem e uso diário, mas o conserto, quando aparece, custa mais.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da DJW 50, e isso muda o kit de emergência.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a DJW 50 tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.

A DJW 50 no dia a dia

No uso real, o ciclomotor resolve o básico com eficiência. Trajeto de poucos quilômetros, rua de bairro e ritmo calmo são o cenário ideal: ele é econômico, silencioso nas versões elétricas e exige pouco do piloto. A manutenção é simples e barata.

Ele sofre quando sai desse cenário. Em subida forte, o motor pequeno chega ao limite, ainda mais com peso extra. Em avenida e rodovia, a diferença de velocidade para os carros é perigosa. Em calçamento ruim e terra, a suspensão curta e as rodas pequenas pedem cuidado. É um veículo de mobilidade local, não de viagem.

Medidas das peças da DJW 50 1997–2002

Referências de manutenção da DJW 50 1997–2002, peça por peça:

O que revisar na Kymco DJW 50 1997–2002 e quando pensar em cada item

Manter a DJW 50 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
  • Carburador. Moto carburada gosta de rodar. Parada por semanas, o combustível evapora na cuba e deixa verniz nos giclês. Se for guardar a moto, feche a torneira de combustível e deixe o motor ligado até a cuba esvaziar. Na revisão, a limpeza com produto adequado e a regulagem certa devolvem a marcha lenta estável.
  • Correia e roletes do CVT. Correia gasta patina e pode arrebentar; roletes chanfrados deixam a moto mais lenta e barulhenta. Siga o intervalo do manual para inspeção e troca, e aproveite para limpar o pó da caixa, olhar a embreagem centrífuga e trocar o óleo da redução final, que muita gente esquece. Peças fora da especificação mudam o comportamento da moto.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e untados com óleo próprio.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Correia de transmissão. Menos sujeira que uma corrente e quase nenhum barulho, desde que bem cuidada. Na revisão, a oficina confere tensão e alinhamento. Entre uma e outra, olhe a correia de vez em quando: rachaduras, desfiados e dentes gastos pedem troca. Evite lavar com produto agressivo e não deixe pedras acumuladas na polia traseira.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da DJW 50 1997–2002 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 37%.

O que vigiar na DJW 50 no dia a dia

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Kymco DJW 50. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa antes de seguir.
  • Cheiro de combustível. Gasolina não deve ser sentida com a moto ligada nem parada na garagem. Se você notar o cheiro, procure a origem com o motor frio: mangueiras ressecadas, abraçadeiras frouxas e respiros entupidos são os suspeitos de sempre. Vazamento de combustível é risco de fogo e precisa ser corrigido antes de qualquer saída.
  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
  • Trepidação na saída. Preste atenção à arrancada: trancos, vibração no corpo da moto ou sensação de patinação indicam desgaste na transmissão automática. Perda de força em subida e velocidade final menor também são sinais. A inspeção da caixa do CVT tem prazo no manual, e esses sintomas mostram quando antecipar.

O que vale instalar na Kymco DJW 50

Antes de encher a Kymco DJW 50 de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode grudar no escapamento.
  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota antes de sair.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
  • Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo parecendo inteiro.

Perguntas frequentes

Que óleo de motor usar na DJW 50 1997–2002?

A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. O intervalo de troca está no manual.

Qual o valor da DJW 50 1997–2002 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 2.357, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A DJW 50 pode ferver no congestionamento?

Motor arrefecido a ar depende do vento para resfriar, então esquenta mais no trânsito parado em dia quente. É normal sentir calor nas pernas e o motor um pouco mais áspero. Para ajudar, mantenha o óleo no nível e na especificação do manual, aletas limpas e evite deixar a moto ligada parada por muito tempo.

Quanto a DJW 50 roda com um tanque?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

É normal o CVT da DJW 50 esquentar em subida?

Aquecer é normal: a correia transmite força por atrito e, em ladeira com peso, trabalha mais. Mantenha a entrada de ar da caixa livre e a revisão do CVT no prazo do manual. Se aparecer cheiro de queimado, trepidação ou a moto perder rendimento, a correia, os roletes ou a embreagem podem estar no limite.

Ficha técnica

Características
Cilindrada50 cc
CombustívelGasolina
MotorDois tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da DJW 50 por ano

Ano-modeloPreço médio
DJW 50 2002R$ 2.357
DJW 50 2001R$ 2.228
DJW 50 2000R$ 2.046
DJW 50 1999R$ 1.825
DJW 50 1998R$ 1.617
DJW 50 1997R$ 1.484

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 832001-2. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.